MARIA, O ABRAÇO MATERNO DA TERNURA DE DEUS!
A Mãe é o abraço que aproxima e envolve na ternura de Cristo!
Nossa Senhora é a Mulher “bela como noiva adornada para o seu esposo” (Ap 21,2), a nova Jerusalém que desce do céu e simboliza a humanidade transfigurada pela presença de Deus, que tudo renova, apontando para “um novo céu e uma nova terra”, como escutámos na primeira leitura (cf. Ap 21,1-5). Maria é referência desta Beleza transparente e Imaculada, a Mãe do Puro Amor, a criatura mais perfeita saída das mãos do Pai e paradigma da Igreja, que diante da Santíssima Trindade vela continuamente por cada homem e por cada mulher, especialmente nas situações de sofrimento, luta e dificuldade.
Foi Maria a mulher que, ao chegar a plenitude dos tempos, com o “sim” incondicional ao Espírito Santo, acolheu no seu seio a Encarnação divina do Verbo, Jesus Cristo, que é a plenitude da revelação do Amor Infinito de Deus pela Humanidade, fazendo os homens Seus filhos (cf. Gal 4,4-7).
Ao entregar-nos Maria, Jesus confia a cada homem e a cada mulher, o Coração de Sua Mãe, cheio de amor e de ternura, sempre próximo e vigilante, para nos relacionarmos com ela como filhos muito amados: Eis a tua Mãe. E a partir daquela hora o discípulo recebeu-a em sua casa” (Jo 19,27). Com Maria em nossa casa, isto é, na nossa vida, na família, no trabalho, em todas as actividades e na sociedade em geral, é possível viver a aventura evangélica e percorrer os caminhos da Paz e da Esperança.
A mensagem de Fátima é de uma grande atualidade pela sua riqueza teológica e espiritual. É um apelo evangélico à oração, à conversão, ao amor eucarístico, à adoração da Santíssima Trindade e devoção ao Imaculado Coração de Maria. Sabemos que entre muitas dioceses no mundo e Fátima há uma profunda relação e afinidade espiritual, centrada, precisamente, nesta devoção ao Imaculado Coração de Maria.
A presença da Mãe, ao passar através da sua Imagem, vai congregando pessoas de todas as idades e meios sociais, instituições públicas e privadas, religiosas, sócio-caritativas, culturais e desportivas. Nas comunidades todos se envolvem e colaboram: comissões e conselhos paroquiais, associações e confrarias, catequeses e escolas dos diversos níveis, municípios, corporações de bombeiros, casas do povo e ranchos folclóricos, coros, bandas e grupos musicais, clubes e outros. Em cada comunidade muitos se relacionam, partilham generosamente os seus dons e trabalho, unem-se em torno de um mesmo objetivo, fora da rotina quotidiana, interpelando ao sentido da vida, a novos comportamentos e compromissos, de acordo com a Boa Nova, o Evangelho de Jesus.
Maria leva no seu Imaculado Coração de Mãe os segredos, as lágrimas silenciosas, os sofrimentos, as esperanças e as alegrias de quantos a invocaram e invocam, com profundo amor e ternura filial.
As orações puras comunicam o maravilhoso acto de amor à Mãe de Jesus. Amor que triunfa sobre o ódio, a divisão e todas as formas de violência. Amor que possa ensinar a toda a criatura humana a amar a Deus com todo o seu coração, com todas as forças e com toda a alma.
Com a passagem da Imagem Peregrina, a comunidade paroquial é chamada a uma exigência de unidade e de entrega, que orienta para uma vida de plenitude ao serviço da construção de um mundo renovado e com futuro.
Momentos passados com Nossa Senhora de Fátima são momentos felizes com a abertura para novos horizontes e projectos de vida com mais significado.
PROFANAÇÃO DO SANTUÁRIO DE FÁTIMA
O CONCÍLIO VATICANO II ABRIU AS COMPORTAS DA IGREJA, E A AVALANCHE ESTÁ DERRUBANDO TUDO...MAS, A HISTÓRIA NOS ENSINA... GRANDES PECADOS! GRANDES CASTIGOS!
O Catholic Family News, com a ajuda de The Fatima Center, obteve uma cópia em vídeo da notícia transmitida pela estação de televisão SIC sobre o ritual hindu realizado em Fátima. O sacrilégio teve lugar no dia 5 de Maio de 2004 com o beneplácito do Reitor do Santuário de Fátima, Monsenhor Luciano Guerra, e do Bispo de Leiria-Fátima, D. Serafim de Sousa Ferreira e Silva.
Assim, os hindus passaram a manhã a adorar os seus falsos deuses, que não são mais do que demónios. S. Francisco Xavier, Apóstolo da Índia, disse do hinduísmo: "Todas as invocações dos pagãos são odiosas a Deus, porque todos os seus deuses são demónios".
"Cerca de 60 hindus saem de Lisboa com o chandam, o sinal na testa que indica o desejo de boa sorte numa tarefa nobre. E este é o dia dedicado à maior das divindades femininas. Chamam-lhe a Santíssima Mãe, a deusa Devi, a divindade da Natureza que muitos hindus portugueses reencontram em Fátima".
Portanto, não estão a prestar culto a Nossa Senhora como Mãe de Nosso Senhor Jesus Cristo, mas adoram-n’A como uma manifestação de algum deus pagão.
A notícia mostra a seguir os hindus a levarem flores até junto da imagem de Nossa Senhora, dentro da Capelinha das Aparições, construída no local onde Nossa Senhora de Fátima apareceu. Ali, o ‘sacerdote’ hindu, de pé junto ao altar católico, recita uma oração hindu - "Este é um momento único na história do Santuário e da devoção. O ‘sacerdote’ hindu, o Shastri, reza no altar o Shanti Pa, a oração pela paz".
O Papa Pio XI, numa oração litúrgica Invocou Nosso Senhor nos seguintes termos: "Sede Rei de todos os que andam enganados pela escuridão da idolatria".2 Tal idolatria é agora praticada no Santuário de Fátima, profanando esse local sagrado e tornando necessária uma nova consagração da Capelinha.
O Bispo de Leiria-Fátima oferece aos hindus uma recepção de boas vindas, numa sala onde se encontra um modelo, em grande escala, do Santuário modernista de Fátima, que já se encontra em construção. "Desta vez" - acrescenta o programa - "os peregrinos hindus são recebidos como se fossem uma embaixada; um gesto inédito em jeito de convite para novas visitas". Isto indica que a profanação pagã de Fátima poderá vir a acontecer outra vez.
Então, o ‘sacerdote’ hindu coloca aos ombros do Bispo de Leiria-Fátima e de Mons. Guerra, Reitor do Santuário, um xaile coberto de versículos do Bhagavad Gita, um dos livros sagrados do hinduismo. Este tipo de profanação seria inevitável POIS os Católicos não oferecem resistência ao novo programa ecuménico da Igreja modernista.
O Papa Leão XIII, na linha dos seus antecessors, ensinou que A somos absolutamente obrigados a adorar Deus da maneira que Ele nos mostrou ser a Sua vontade".3 O hinduísmo adora falsos deuses, que já sabemos que são demónios. Tanto o Reitor Guerra como o Bispo de Fátima cometem um sacrilégio ao permitirem rituais destes num Santuário católico.
E com respeito aos hindus? Segundo eles próprios dizem, o Shastri vai a Fátima porque sente ali "uma energia divina" e "a vibração do sagrado"; os membros de todas as religiões adoram o mesmo deus e são parte "de uma família global".
Esta é a linguagem do paganismo, não a da Tradição Católica que recebemos através dos séculos.
Em suma: os Hindus não foram ao Santuário de Fátima para se tornarem católicos. Foram antes "converter" o Santuário de Fátima, apresentando os seus mitos e superstições pagãs num dos locais mais sagrados do Catolicismo.
É esta a ‘Grande Apostasia’ — profetizada nas Sagradas Escrituras e no Terceiro Segredo de Fátima — que, neste momento, começa já a tomar forma e a desenvolver-se: a “Casa de Deus” está a ser profanada, violada e desconsagrada, tanto pela heresia ‘cristã’ como pela idolatria pagã. A profanação da Igreja de Deus é a grande abominação profetizada nas Sagradas Escrituras.
O ecumenismo e a liberdade religiosa foram proclamados pelo Concílio Vaticano II como se fossem católicos, como se pertencessem de direito à Santa Igreja Católica, quando foram precisamente estes os erros que foram solenemente condenados pela Igreja, pelos Papas dos tempos passados.
Isto não é honrar a Mãe de Deus, mas sim uma blasfêmia contra Ela - pois nada há de honroso em colocar Nossa Senhora naquele panteão de divindades demoníacas, ao mesmo nível e como mais uma das suas deusas. "Que acordo há entre Cristo e Belial?" - escreve S. Paulo - "ou que parte tem o fiel com o infiel?" (2 Coríntios 6:15)
Os Ortodoxos russos, mesmo hoje, recusam terminantemente qualquer diálogo com a Igreja Romana, porque vêem que a Igreja Romana está a ser paganizada. Quando vêem a protestantização e a paganização da Igreja Romana, tremem.
Quando o Papa consagrar a Rússia ao Imaculado Coração de Maria, quando a Rússia se converter ao Catolicismo, será verdadeiramente a Santa Rússia, uma Rússia Católica, um inimigo tradicional, inflexível e implacável dos erros do Vaticano II, que nos salvará da iniquidade do paganismo que ameaça sufocar aquilo a que já se chamou a Cristandade.

 TERRÍVEL PROFANAÇÃO DA SANTA MISSA
A Santa Missa é o ato mais sublime e mais santo que se celebra todos os dias sobre a terra!
A MISSA é “o Sacrifício do Corpo e do Sangue de Cristo que se oferece a Deus pelo ministério do Sacerdote, em memória e renovação incruenta (sem sangue) do Sacrifício da Cruz”.
Jesus Cristo a instituiu na última Ceia que celebrou com os seus discípulos; foi a Primeira Missa. Na Missa, Jesus é, ao mesmo tempo, o Sacerdote Supremo e a Vítima Divina. Ele a Si mesmo Se ofereceu a Deus Pai em oblação sacrifical.
Na Missa, a entrega e ofererecimento de Cristo é feita através do sacerdote celebrante, que renova ou torna de novo presente e atuante o Sacrifício da Cruz, e aplica às almas os frutos da Redenção.
Por isso, a Santa Missa é o coração da Igreja; e como o homem não pode viver sem coração, assim a Igreja não pode viver sem a Missa.
Eis porque São Francisco de Sales afirma que “a Santa Missa é o Sol da Igreja”. E São Leonardo de Porto Maurício: “Se não fosse a Santa Missa, nestes tempos, o mundo já se teria submergido sob o peso de seus crimes.” 
De fato, há muitos séculos que a Missa era celebrada da mesma maneira sempre digna e respeitosa da Tradição, de modo que a “lex orandi” (Liturgia) era a expressão fiel da “lex credendi” (verdades da fé). Isso até que Paulo VI promulgou em 1969, a Missa Nova.
A missa Nova surgiu como fruto das reflexões teológicas e pastorais do Concílio Vaticano II com participação de protestantes e maçons.
A partir de então, Deus deixou de ser o Centro da Missa e foi ocupado pelo homem, o padre que antes estava de frente para o altar (Deus) vira-se de frente para o homem e dá as costas à Deus! e começaram os abusos...
A Missa Nova é ambígua, equívoca, heretizante (que favorece a heresia, como as fotos acima Missa Show, Missa Carismática, Missa do Vaqueiro, Missa Afro e outras e tantas heresias). A Missa Nova procura tornar tudo profano, pois ela pouco tem a ver com a Teologia da Missa antiga. A Nova Missa de Paulo VI, feita por maçons e pastores protestantes, é a essa nova Missa causadora de tantos abusos e escândalos aproximando-se da teologia protestante da ceia.
Essa nova Missa contribuiu tanto para a apostasia de milhares de sacerdotes, quanto para o verdadeiro êxodo de fiéis católicos para as seitas protestantes e outras...
Segue então, algumas fotos de padres que celebrando a Santa Missa (no rito de Paulo VI) cometem verdadeiras aberrações litúrgicas chegando à nível de profanação.
A magnífica identidade sacerdotal sendo rebaixada.
Sacerdote que deveria honrar as vestes e seu Sacerdócio, usando uma roupa que nada tem de litúrgica,
Num "piquenique santo" ? Usando a grama como altar, usando um projeto de cálice e patena
para tocar no Sagrado, sem qualquer dignidade prestada ao Senhor Jesus.
 Uma missa válida, mas ilícita. Onde estão os paramentos? Apenas falta a Alva, Cíngulo e Casula para que seja uma missa "normal". Vale lembrar que a camisa clerical não é uma alva. Isto não é um cálice, mas sim uma taça, isto é
uma mesa de madeira, não um altar. Falta dignidade para com o Sagrado!
Mistura de danças de outras culturas com a Santa Missa. Os padres que possuem autoridade de dignidade sacerdotal nada fazem, aderem a este modernismo achando
a coisa mais bela do mundo, enquanto deixam profanar a Santa Missa e o Templo.
Isto era para ser uma Missa? As pessoas (principalmente estes tipos de padres) não sabem medir o momento correto para tais ações. A Missa não é lugar para tais festas!  Oferenda à orixás? Não, ofertório profano, misturando elementos de umbanda com a Santa Missa!
Senhor tende piedade, eles não sabem o que fazem!
Com um padre modernista destes, não é mais necessário as pessoas serem tentadas pelo Demônio para deixar a fé católica em busca de outras seitas profanas, o padre já está guiando estas pessoas para tal caminho sem as mesmas perceberem.
Sem piedade nem respeito algum, tanto com os paramentos quanto ao local.

para que fazer da Missa um teatro? Para se dar a entender que tudo é um teatro, que nada é real.
O que se vê aqui é um permissivismo inaceitável !
e mesmo que não fosse durante a Missa, já seria algo profundamente repugnante, pois foi feita numa Igreja Católica, uma casa de Deus.

Será que é a isso que chamam de envangelizar ? Isso é a catequese de hoje ? Deus nos livre!
Valem aqui as palavras do reformador Martinho Lutero: “SE DESTRUÍRES A MISSA, DESTRUIREIS A IGREJA!”

CORES LITÚRGICAS NA IGREJA

Os paramentos utilizados pelo sacerdote durante a celebração da Santa Missa pretendem ilustrar o que significa "revestir-se de Cristo", falar e agir "in persona Christi".
 Você já percebeu que as cores litúrgicas variam, ou seja, as cores que o padre veste nas Missas, nos Batizados ou nas Confissões mudam? E que, em algumas igrejas, as cores das cortinas dos sacrários também mudam de cor? Por que isto acontece?
As roupas têm, pois, uma dimensão simbólica que ultrapassa sua mera utilidade prática. Mais do que cobrir e proteger o corpo, elas revelam a situação, o estilo e a mentalidade de quem as veste. Assim, o branco do vestido nupcial representa a virgindade da donzela, e a riqueza dos seus adereços visa realçar a importância do compromisso matrimonial, abençoado por Deus com um Sacramento. 
Ao ser ordenado, o sacerdote reveste- se de Cristo, e esse fato é representado em cada Santa Missa.
Tudo na Liturgia da Igreja é rico em simbolismos. Isto se nota também nas cores dos paramentos sagrados, as quais variam de acordo com o tempo litúrgico e as comemorações de Nosso Senhor, da Virgem Maria ou dos Santos. Basicamente, são quatro as cores litúrgicas: branco, vermelho, verde e roxo. Além destas, há quatro outras que são opcionais, isto é, podem ser usadas em circunstâncias especiais: dourado, rosa, azul e preto.
No início da Igreja havia uma certa preferência pelo branco. Estas cores foram fixadas em Roma no século XII.
O branco simboliza a alegria, ressurreição, vitória, pureza  e é usado nos tempos do Natal e da Páscoa, bem como nas comemorações de Nosso Senhor Jesus Cristo (exceto as da Paixão), da Virgem Maria, dos Anjos e dos Santos não-mártires.
O vermelho, símbolo do fogo da caridade,
Lembra o fogo do Espírito Santo. Por isso é a cor de Pentecostes. Lembra também o sangue. É a cor dos mártires e da sexta-feira da Paixão.
O verde simboliza o crescimento e a esperança. O verde é usado na maior parte do ano, no período denominado Tempo Comum .
Para os tempos do Advento e da Quaresma, a Igreja reservou o roxo, a cor da penitência. E estabeleceu duas exceções, que correspondem a dois interstícios de alegria em épocas de contrição: no 3º domingo do Advento e no 4º domingo da Quaresma, o celebrante pode trajar paramentos rosa.
E nas Missas pelos fiéis defuntos o celebrante pode escolher entre o roxo e o preto.
Cabe também mencionar o uso litúrgico da cor azul para Festas e Solenidades da Santíssima Virgem Maria.
O azul não é uma das cores litúrgicas, mas seu uso é largamente difundido no Brasil e América Latina. A origem de seu uso litúrgico moderno parece remontar a um privilégio papal dado a algumas dioceses espanholas para seu uso somente na Solenidade da Imaculada Conceição.  Também a favor do azul, o recente uso que S.S. Papa Bento XVI fez de tal cor, em sua visita ao santuário mariano austríaco de Mariazell, de modo a demonstrar a tolerância com o uso desta cor nas festas marianas.
APROVADA MAIS UMA APARIÇÃO !!!
Por decreto de Mons. Ricken, bispo de Green Bay (EUA), são consideradas dignas de crédito as aparições da Santíssima Virgem à irmã Adele Brise em 1859.
 Para horror dos adoradores da velocidade, podemos afirmar que a Igreja não tem pressa, porque ela possui a eternidade. E se todas as outras instituições morrem nesta Terra, a Santa Igreja continua no Céu. A um governo que dura cinco anos, ou a um homem que vive 80, cabe muito bem apressar-se em fazer o que deve. Mas a Igreja, com sua sabedoria de 2.000 anos, entende que cada obra tem seu tempo ideal para ser realizada, ou que chegou o momento de aprovar esta ou aquela aparição, trazendo à tona temas muito necessários aos dias atuais.

Muitos identificam os Estados Unidos com a tecnologia mais avançada do planeta.
E foi justamente lá, onde a velocidade pareceria não ter limites, que em 8 de dezembro de 2010 se reconheceu como autêntica a primeira aparição mariana nos Estados Unidos…
151 anos depois do acontecimento.Quando jovem, Adele Brise viveu na Bélgica, origem de sua família. Pertenceu a um grupo de fervorosas amigas, que tinham feito promessa de se tornarem religiosas. Mas em meados do século XIX seus pais decidiram emigrar da Bélgica rumo aos Estados Unidos, um país novo e meio desconhecido. Pior ainda, não iriam para uma cidade ou região já civilizada, mas se estabeleceriam no Wisconsin, então um local na fronteira entre a civilização e o desconhecido. Nem indícios de conventos havia por lá.
Enquanto as amigas cumpriam a promessa, aos 24 anos ela obedeceu aos pais e partiu com seus familiares para o outro lado do mundo. Na região os imigrantes tendiam a ficar em fazendas muito distantes entre si; e devido à falta de igrejas, capelas ou escolas, iam perdendo a fé por falta de práticas religiosas.
Em outubro de 1859, Adele ia ao moinho levando um saco de grãos na cabeça, quando viu entre duas árvores uma Senhora vestida de branco. Assustada, não se moveu. A Senhora nada disse, e lentamente desapareceu, deixando uma nuvem branca no local.
No domingo seguinte ela saiu para ir à missa, acompanhada de sua irmã e uma vizinha. A igreja ficava a 17 quilômetros de distância, e para lá chegar era necessário passar pelo mesmo local da aparição.
Após a missa, Adele se confessou com o Pe. Verhoef e narrou-lhe os dois episódios. O sacerdote disse-lhe para não ter medo, e que perguntasse à Senhora de branco o que desejava; se fosse uma mensageira de Deus, não lhe faria qualquer dano. No caminho de volta, no mesmo local, Adele viu novamente a Senhora, e desta vez notou que tinha uma fita amarela na cintura. Seguindo as indicações do confessor, perguntou: “Em nome de Deus, quem sois e o que desejais?”.
E a Senhora lhe respondeu: “Sou a Rainha do Céu, que reza pela conversão dos pecadores, e desejo que faças o mesmo. Recebeste a Sagrada Comunhão hoje de manhã, e isso é bom. Mas tens que fazer mais ainda. Deves fazer uma confissão geral e oferecer a comunhão pela conversão dos pecadores. Se eles não se converterem e não fizerem penitência, meu Filho será obrigado a puni-los”.
Nesse momento as duas companheiras perguntaram a Adele com quem ela falava, pois não viam nada. Ela simplesmente lhes disse: “Ajoelhem-se, pois Ela diz ser a Rainha do Céu”. E as duas companheiras assim fizeram obedientemente, o que alegrou a Santíssima Virgem, pois disse: “Bem-aventurados os que acreditam sem ver”
E voltando-se para Adele, acrescentou: “Que fazes aqui parada, enquanto tuas companheiras trabalham na vinha de meu Filho?”. Era uma alusão direta ao fato de suas companheiras belgas terem cumprido a promessa de se tornarem religiosas, mas ela ainda permanecia como leiga. Ouvindo a reprovação de Nossa Senhora, ela se comoveu e perguntou:
— O que mais posso fazer, querida Senhora?
— Reúne as crianças deste país e mostra-lhes o que deveriam saber para se salvarem.
— Mas como lhes ensinarei, se eu mesma sei tão pouco?
— Ensina-lhes o catecismo, como fazer o sinal da cruz e como se aproximarem dos sacramentos; isso é o que desejo que faças. Vai e não tenhas medo. Eu te ajudarei.
Após este breve diálogo a Senhora levantou as mãos, como implorando uma bênção sobre aquelas que estavam a seus pés, e desapareceu lentamente.
Estimulada pela aparição, Adele começou a reunir as crianças e ensinar-lhes os princípios da fé católica. Em meio a numerosas provações, conseguiu construir uma escola para a finalidade, assim como congregou outras jovens para ajudá-la. Realizou também muitas peregrinações apostólicas para conclamar os pecadores à conversão. Nessa missão, ela chegava a caminhar mais de 80 quilômetros no meio de florestas, passando por todo tipo de perigos.
Finalmente em 1896, com a idade de 66 anos, Adele faleceu no cumprimento de sua vocação e foi enterrada na capela construída no local das aparições.

http://www.adf.org.br/home/wp-content/uploads/2010/11/Ela_chora_Milagrosamente_por_vc-1.pps

O GLORIOSO SÃO JOSÉ

Deus humanado quis ter um pai na terra, quis ter uma família; E escolheu São Jose´. O homem justo; o único preparado para ser Esposo da Mãe de Deus. 

Santo Afonso de Ligório (1696-1787), doutor da Igreja,  garantia que todo dom ou privilégio que Deus concedeu a outro Santo também o concedeu a São José. 
São Francisco de Sales (1567-1655),doutor da Igreja; diz que “São José ultrapassou, na pureza, os Anjos da mais alta hierarquia”. 
Quando José quis abandonar Maria no silêncio, para não difamá-la, o Anjo lhe diz: “José, filho de Davi, não temas receber Maria por esposa, pois o que nela foi concebido vem do Espírito Santo. Ela dará à luz um filho, a quem porás o nome de Jesus, porque ele salvará o seu povo de seus pecados. Tudo isto aconteceu para que se cumprisse o que o Senhor falou pelo profeta: Eis que a Virgem conceberá e dará à luz um filho, que se chamará Emanuel (Is 7, 14), que significa: Deus conosco. Despertando, José fez como o anjo do Senhor lhe havia mandado e recebeu em sua casa sua esposa. E, sem que ele a tivesse conhecido, ela deu à luz o seu filho, que recebeu o nome de Jesus.” 
Para avaliarmos a grandeza de São José consideremos que Deus, ao escolher alguém para uma missão, dá-lhe graças proporcionais para realizá-la. Além do quê, quanto mais alguém se aproxima da fonte da graça, tanto mais dela participa. Ora, São José esteve intimamente ligado à própria fonte, Jesus Cristo, e à Medianeira de todas as graças, Maria Santíssima.  
A missão e predestinação de São José e da Virgem Maria, requeriam uma santidade total; logo, por esta missão totalmente divina de S. José, Deus lhe concedeu todas as graças.
São José, pela sua íntima relação com o mesmo Deus e com Sua Mãe foi confirmado em graça, pelo menos a partir do momento de suas bodas com a Virgem Santíssima.
São José exerceu o ofício de pai dentro da Sagrada Família. A ele coube a honra de dar o Nome ao seu Filho legal no dia da circuncisão, como lhe foi dito pelo anjo. A ele coube também zelar pela segurança de Jesus-Menino e de sua Mãe. E, em todo momento, Jesus obedeceu a São José como a verdadeiro pai (Lc 2, 51).São José fez na Terra o lugar  do Pai do Céu diante do Menino Jesus. Não pode haver honrar maior para um homem na Terra. 
O Papa Bento XV, ao cumprir-se meio século da proclamação de São José como Patrono da Igreja universal, em seu motu proprio “Bonum sane”, recordando a necessidade e eficácia da devoção ao santo Patriarca, propõe suas virtudes de modo especial às famílias pobres e aos trabalhadores humildes, tão descristianizados em nossa época neo-pagã. 
Diante do presépio, adorando ao Menino Jesus, Salvador da humanidade, venerando Maria, a Mãe santíssima do Senhor, não nos esqueçamos do grande e glorioso São José, que tudo pode diante do Seu Filho que Reina.  
E QUEM VAI SALVAR AS ALMAS ?
Este ano a Campanha da Fraternidade no Brasil é uma campanha para salvar o planeta... mas e as almas ? 

As catástrofes naturais pelas quais passam a humanidade
inclusive o Brasil, deveria nos fazer refletir sobre os designos de Deus para com esses acontecimentos.


Em Fátima Nossa Senhora disse a Irmã Lúcia: 
“É preciso que se emendem, que peçam perdão dos seus pecados. Não ofendam a Deus Nosso Senhor que já está muito ofendido”.
Vemos hoje que as pessoas querem servir a dois senhores, querem “pular” o carnaval e receber a benção na quarta-feira de cinzas. Podemos dizer que mesmo os Católicos perderam aquele bom senso de outrora, parecem cegos para os acontecimentos.
Nossa Senhora nos fala de emenda de vida como condição para obtermos o perdão e as graças de Deus.
O que pensar quando vemos um povo sofrer como estamos vendo os japoneses?
Não é o nudismo, a criminalidade ou as mortes nas estradas, o mais grave e sim a indiferença com que as pessoas vêm esses acontecimentos. Pessoas ditas de bem, com uma vida tida como normal não vê que esta festa só causa um atraso ao país, no campo material e principalmente no espiritual.
 carnaval é a liberação das drogas, a pior delas o pecado.
Por parte das autoridades  religiosas nem uma palavra de condenação, e na quarta-feira de cinzas lançam essa campanha que -  de fraternidade (amor ao próximo) não tem nada.
O católico de hoje vai à Igreja em três situações, quando morre alguém da família, batizado e casamento. E vão com três estado de espírito:
No primeiro caso pelo medo da morte, que vai esquecer em poucos dias.
No segundo vão os familiares mais próximos. 
No terceiro vai um número maior pois o churrasco e a cerveja estão garantidos.
Jacinta de Fátima fala justamente da falta de zelo dos padres..."Os padres só deviam ocupar-se das coisas da Igreja" e não será isso uma das causas do esvaziamento da Igreja?
Quantos jovens estão seguindo por caminhos tortuosos ou arrastados para o mundo do crime, das drogas e da imoralidade por falta de bons exemplos.
Quantas famílias se dissolvem, quantos se casam com o pensamento de separação. O casamento não é visto como um sacramento mas sim como a legitimação da sastifação sexual do casal.
Mas em meio a tragédia há uma esperança. "Por fim, o Meu Imaculado Coração Triunfará".
Fica aqui o exemplo de Jacinta para aqueles a quem Nossa Senhora pediu um pouco mais de sacrifício vivendo neste mar de lágrimas.