ALIANÇA DE AMOR COM MARIA
A Aliança de Amor com Maria é a forma original que Schoenstatt possui de viver a aliança batismal.
O servo de Deus Pe. José Kentenich dizia que deveríamos ser capazes de escrever o que é Schoenstatt numa unha ... ou na ponta do dedo. O que é que vocês escreveriam? Ele dizia «Aliança de Amor».
Todos conhecemos a famosa pintura de Miguel Ângelo na capela Sistina, e o pormenor do dedo de Deus que toca o dedo de Adão. Também no dedo de Deus está escrito Aliança de Amor porque a criação e a história da salvação é história da Aliança.
 A Aliança de Amor é a "fonte de vitalidade e o centro da espiritualidade de Schoenstatt", o coração de Schoenstatt. Um movimento que busca a transformação do homem em Cristo através de uma Aliança de Amor com Maria.
O amor a Maria expresso nesta Aliança se transforma no meio mais rápido e seguro de se viver em um contato vivo e permanente com o Deus de nossa vida e de nossa história. Através da Aliança de Amor nos convertemos em "Família", pois todos os que selam a Aliança se sentem filhos de Maria e, por isso, irmãos entre si.
Padre José Kentenich - Fundador
“Creio que jamais vai perecer, quem a Aliança fiel permanecer…” (PJK)

A Aliança de Amor é para a Família de Schoenstatt a essência e o núcleo de sua vida; foi isto que com grande alegria foi mais uma vez redescoberto e reafirmado unanimemente pelos representantes de toda a Família de Schoenstatt na recente Conferência de 2014: "Com grande alegria e gratidão nos renovamos na consciência de que a essência do ser de nossa Família é a Aliança de Amor com Maria. Este ato de fé silenciosa do Pe. Kentenich e de um pequeno grupo de congregados - a fundação em 18 de outubro de 1914 no Santuário Original - segue vivo em nós com toda a sua força original.  Admiramo-nos ao constatar que em todas as partes do mundo o que move e inspira nossas ações, a fonte de nossa fecundidade e a forma concreta de viver nosso seguimento a Cristo é a profunda fé na realidade da Aliança de Amor com Maria." 
O Movimento Apostólico de Schoenstatt foi fundado pelo Padre Kentenich (1885 - 1968). Seu nome teve origem no lugar onde teve início: Schoenstatt, um bairro do povoado de Vallendar, próximo a Coblença. A fundação aconteceu no dia 18 de outubro de 1914 no "Santuário Original", uma modesta capeta consagrada à Santíssima Virgem. Schoenstatt interpreta essa fundação como uma "Aliança de Amor", segundo o modelo bíblico da Aliança de Deus com os homens.
 A Aliança de Amor com a Santíssima Virgem e a vinculação ao "Santuário Original" converteram-se nos fundamentos de Schoenstatt enquanto centro de espiritualidade e no fundamento e lar espiritual do Movimento Apostólico Internacional de Schoenstatt.
Hoje Schoenstatt é o centro internacional e espiritual do Movimento Apostólico de Schoenstatt presente em mais de 110 países. Em todo o mundo existem mais de 200 centros de Schoenstatt com seu próprio "Santuário", cópia fiel do Santuário Original que se localiza em Schoenstatt/Vallendar.
 Na Aliança de Amor e na vinculação aos Santuários de Schoenstatt espalhados pelo mundo, os homens encontram um lugar no amor misericordioso de Deus que é o fundamento firme para a atividade apostólica. Entregam-se ao amor redentor de Cristo que impulsiona à ação evangelizadora.
 O núcleo de Schoenstatt é constituído pela Aliança de Amor com Maria. O traço mariano talvez é o que mais se conheça em Schoenstatt. Como na imagem de graças de Schoenstatt, também em sua espiritualidade mariana se destaca a relação de Maria com Jesus, a "biunidade". Ela é a grande Portadora de Cristo aos homens, a companheira e colaboradora permanente de Cristo, o Redentor, em toda a obra da salvação.
 Há muitos Santuários marianos em todo o mundo. Diversas são as graças que Maria concede em cada lugar. Por que Ela quis manifestar-se também em Schoenstatt? Para responder a essa pergunta, nada melhor do que recorrer ao testemunho do seu principal instrumento, o Padre Kentenich, e à história vivida a partir de sua fundação. 
E isto nos leva a um lugar - Schoenstatt - no vale de Vallendar (Alemanha) e a uma data, o dia 18 de outubro de 1914. Neste dia, na antiga capelinha de São Miguel recentemente inaugurada, o Padre Kentenich selou uma Aliança de Amor com a Santíssima Virgem. Ao compararmos a história de Schoenstatt com a de outros lugares nos quais também se manifestou a Virgem Maria, constatamos semelhanças e diferenças.

O pequeno Santuário de Schoenstatt multiplicou-se em todo o mundo através dos Santuários Filiais (o primeiro foi construído em Nova Helvecia/Uruguai). A presença de Maria e a manifestação de suas glórias se multiplicou através dos numerosos santuários nos lares das famílias. Em todos estes lugares, Maria quer se manifestar como Mãe e Educadora realizando grandes coisas.
Mas em todos é requerida, segundo as leis permanentes da história da salvação, a cooperação humana. Assim expressa o lema: "Mãe, nada sem Ti; nada sem nós".
Mãe, Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável de Schoenstatt
Um título que se faz com a história
Nossa Senhora é venerada em Schoenstatt sob o título: Mãe, Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável de Schoenstatt. O título desenvolve-se num processo histórico.
Em 1914, não havia uma imagem ou quadro de Nossa Senhora na Capelinha. Após selar a Aliança de Amor, Pe. Kentenich e os seminaristas refletem sobre a imagem de Maria que a Divina Providência lhes indicaria. Um professor do seminário, em 1915, presenteia-lhes um quadro de Nossa Senhora, cujo título era Refúgio dos Pecadores.
 Fazendo um paralelo com a Congregação Mariana de Ingolstatt, cuja padroeira era Mãe Três Vezes Admirável, eles decidem invocar a nova Imagem com o mesmo nome. Suplicando a ela que, da mesma forma como a Congregação de Ingolstatt conseguiu assegurar a genuinidade da fé católica em grande parte da Alemanha, durante o período da Reforma, também de Schoenstatt partisse um movimento de renovação para todo o mundo. Para manifestar esse pedido, acrescenta-se Schoenstatt ao título. Ficando então: Mãe Três Vezes Admirável de Schoenstatt.
No decorrer da segunda guerra mundial, quando os ideais nazistas destruíam a terra alemã, Hitler se posicionava como o único soberano. Em contrapartida Pe. Kentenich anuncia a Imagem de Cristo como Rei e Senhor. A Obra de Schoenstatt sofre duras perseguições e é ameaçada de destruição. Isso leva os membros da Obra a aprofundarem sua doação a Maria, e coroá-la, em 1939, como sua única Rainha, a quem davam todos os direitos de reinar sobre suas vidas.Após a II guerra, o Fundador acrescenta ao título a invocação de Rainha, por tudo o que ela realizou na Obra de Schoenstatt nesses anos difíceis . Padre Kentenich estimula os membros da Família de Schoenstatt a uma confiante entrega total ao seu poder intercessor. Ela passa a ser invocada como Mãe e Rainha Três Vezes Admirável de Schoenstatt. 
SANTUÁRIO DE AVEIRO - PORTUGAL
Entre os anos de 1951 a 1965, mais uma vez, a Obra de Schoenstatt passa pelo cadinho da purificação por meio do sofrimento. Dessa vez trata-se da comprovação por parte da Igreja. O Fundador é exilado por 14 anos e nesse período, muitas vezes sua Obra esteve suspensa no sinal da cruz, em grande perigo de ser dissolvida por autoridades eclesiásticas.
SANTUÁRIO DE TUCUMÁN - ARGENTINA

 Pe. Kentenich e seus filhos espirituais vêem tudo isso como uma permissão divina para que tanto mais possam amar a Igreja e aprofundarem a confiança no poder de Maria. Entregam a ela todas as dificuldades, julgadas humanamente impossíveis de se resolverem a favor de Schoenstatt. Ela haveria de vencer! E venceu!
Após o Concílio, o Fundador é reabilitado pela Santa Sé e toda a Obra é reconhecida como fruto do atuar do Espírito Santo.
 O divino, mais uma vez, irrompe em Schoenstatt e a Mãe de Deus comprova-se como a Vencedora das grandes batalhas. Por isso, em 1966, Pe. Kentenich a proclama Mãe, Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável de Schoenstatt. Enquanto os filhos de Schoenstatt permanecerem fiéis a Aliança de Amor, ela continuará cuidando de sua Obra.
A Campanha da Mãe Peregrina de Schoenstatt faz parte da Obra Internacional de Schoenstatt, fundada pelo Pe. José Kentenich em 18 de outubro de 1914, em Schoenstatt, na Alemanha.
Pe. José Kentenich expressa seu desejo que a Imagem de graças da Mãe Três Vezes Admirável de Schoenstatt tenha um lugar de honra nos lares. Ele escreve em Santa Maria/Brasil:"Levem a Imagem da Mãe de Deus e dêem um lugar de honra nos lares, assim eles hão de se tornar pequenos Santuários nos quais a Imagem de graças se manifestará, operando milagres de graças, criando uma Santa Terra das Famílias e formando santos membros da família..."
A irrupção de uma nova graça
A mais recente iniciativa divina no Movimento Apostólico de Schoenstatt

O Terço dos Homens nasceu de uma semente muito fecunda lançada pelo nosso Diácono JOÃO LUIZ POZZOBON. Foi em 10 de setembro de 1950, quando ele recebeu a imagem da Mãe Rainha para levá-la as famílias, hospitais, escolas aos presídios que esta semente iniciou sua germinação.
JOÃO LUIZ POZZOBON, desejava ser instrumento disponível para levar a Mãe Rainha a toda parte, e a forma concreta de atingir as pessoas, foi a reza do Terço. Com isso de alguma forma ele estava lançando a semente do Terço dos Homens no solo fecundo do movimento de Schoenstatt.
INAUGURADO O SANTUÁRIO DE MIAMI - USA !!!
Após 23 anos de esforços, de oração e de contribuições para o Capital de Graças, os membros da Família de Schoenstatt do sul da Flórida - provenientes, pelo menos, de 22 países de América Latina - veem seu sonho tornar-se realidade: o Santuário de Mimai, "Caminho para Deus Pai Misericordioso".
 A bela cerimônia da dedicação ocorre em 12 de dezembro, domingo Gaudete e festa da Padroeira das Américas, Nossa Senhora de Guadalupe, sendo presidida pelo Bispo Auxiliar da Arquidiocese de Miami, D. Felipe de Jesús Estévez, na presença dos Padres de Schoenstatt Héctor Vego, Christian Christiansen, Sidney Fones, José Luís Nieto, Jesús Ferras, Francisco Rojas e do antigo pároco local, Padre Jesús Arias.
É um dia radiante com céu azul e límpido. Os membros da Família de Schoenstatt de Miami estaão radiantes de alegria, pois os árduos esforços dão os seus frutos. Participam mais de mil pessoas, das quais muitas vindas de outras partes do país: de Wisconsin, Louisiana, Texas, Tennessee, bem como um representativo grupo do Washington e de Nova Iorque; do exterior chegam os peregrinos da República Dominicana, Porto Rico, México, bem como numerosos membros da Família de Schoenstatt do Equador, para alegria e orgulho dos equatorianos residentes em Miami.
 A relíquia do altar do Santuário é de uma santa equatoriana muito querida, Santa Narcisa de Jesús.
 O Santuário de Miami encontra-se em Redland, no sudoeste de Miami-EUA. Uma região campestre, cheia de hortas e bosques; por toda a parte crescem palmeiras e plantas tropicais, sendo cultivadas frutas e verduras. No vasto terreno, destacam-se 14 palmeiras, doadas por generosos empresários; que ladeiam o caminho que conduz ao Santuário. Aqui se encontram impressos vestígios do Padre Kentenich, que cada um de seus filhos espirituais quer trilhar, o caminho para o Deus Pai Misericordioso.
A Família de Schoenstatt vivencia sensivelmente a misericórdia de Deus e de Nossa Senhora na resolução de inúmeras dificuldades, de modo particular na obtenção da autorização para a construção do Santuário.

Ao longo de cinco anos, rezavam aqui, aos sábados, o Santo Terço. Hoje, se pode sentir os frutos desta oração. A responsável pela reza do Santo Terço oferece os arranjos florais para o dia da festa.
No dia da festa, são armadas duas tendas para abrigar os fiéis presentes do sol, e logo de manhã estas se enchem. Depois de uma magnífica cantata, executada por um coral da Juventude Feminina de Schoenstatt, inícia à procissão, conduzida por três meninas, vestidas de branco. Dois jovens, da Juventude Masculina de Schoenstatt, levam a imagem da MTA e as bandeiras dos países de origem do Movimento Apostólico de Schoenstatt de Mami. Durante a cerimônia, o Dom Felipe expressa repetidas vezes sua alegria por presidir esta cerimônia.
A Santa Missa é parcialmente transmitida ao vivo, via Internet; também a Rádio Paz, na qual, há anos, Gustavo e Belsay Henning têm um programa intitulado "Aliança de Amor", transmite partes da celebração.
Em seguida, todos podem visitar o Santuário e vivenciar aí a presença da Mãe e Rainha Três Vezes Admirável de Schoenstatt e, ainda, são convidados para um almoço "com vista para o Santuário".
 Um dia cheio de emoções e de alegria; um dia da Cultura da Aliança; um dia do estar um no outro e para o outro no Coração de Deus; um dia em que se pôde refletir sobre a infinita misericórdia de Deus para com a Família de Schoenstatt do sul da Flórida.


QUE O SOL DE 2012 BRILHE POR TODA A TERRA E QUE NOSSA SENHORA BRILHE EM TODOS OS CORAÇÕES!
 Nesta noite do mundo, onde o mal parece dominar toda a terra, onde nossos corações ficam apreensivos pelos nossos familiares mais distantes e amigos, rezo por todos: familiares, amigos, conhecidos e por todos. Que o sol de 2012 brilhe por toda a terra e que Nossa Senhora brilhe em todos os corações. Desejo a todos um Feliz Ano Novo com muita santidade, muito combate e muitas grandes vitórias, e entre essas vitórias que a maior seja o Triunfo do Imaculado Coração de Maria. Que Ela reine em todos os corações. Que Ela abençoe a todos. "Por fim meu Imaculado Coração Triunfará." (Nossa Senhora, em Fátima).
"É mentiroso o homem que diz amar Nosso Senhor não amando sua Santíssima Mãe"
Foi pela Santíssima Virgem Maria que Jesus Cristo veio ao mundo, e é também por ela que deve reinar no mundo.
2. Toda a sua vida Maria permaneceu oculta; por isso o Espírito Santo e a Igreja a chamam Alma Mater – Mãe escondida e secreta. Tão profunda era a sua humildade, que, para ela, o atrativo mais poderoso, mais constante era esconder-se de si mesma e de toda criatura, para ser conhecida somente de Deus.
Toda a humanidade anseia por um mundo em que todas as nossas diferenças pessoais pudessem ser eliminadas, e que antes de conviver lobos e cordeiros, pudéssemos experimentar a convivência como irmãos. Entretanto, para a realização dessa verdade se faz necessário primeiro nascer o Novo Homem e essa receita já nos foi apresentada por Jesus em diálogo com Nicodemos – um fariseu e doutor membro do Conselho Supremo. "Em verdade, em verdade te digo: quem não nascer de novo não poderá ver o Reino de Deus." ( João 3,1-21)
Ó Maria, Mãe de Deus e nossa Mãe,
Rainha do Céu, Rainha da Paz e refúgio dos pecadores,
ao vosso Coração Imaculado
consagramos o novo ano, a nossa vida,
todo nosso ser, tudo o que temos,
tudo o que amamos, tudo o que somos.
A Vós pertencem os nossos lares e a nossa pátria.
Queremos que seja vosso,
e participe dos benefícios de vossas bênçãos materiais,
tudo o que existe em nós, e ao redor de nós.
E para que esta consagração
seja realmente eficaz e duradoura,
renovamos hoje, aqui aos vossos pés,
ó Maria, as promessas do nosso baptismo
e da nossa primeira comunhão.
Comprometemo-nos a professar,
corajosamente e sempre,
as verdades da fé,
e a viver como católicos,
submissos à sua Santidade,
o Papa e aos Bispos em comunhão com ele.
Comprometemo-nos a observar
os Mandamentos de Deus e da Igreja,
particularmente a santificação do Domingo.
Queremos empenhar-nos,
ó gloriosa Mãe de Deus e nossa Mãe,
para que o Reino de Cristo, vosso Filho,
seja uma presença nas nossas almas,
na terra como no Céu.
Amén.
 O homem, como sabemos, é composto de corpo e alma, sendo esta a parte principal do seu ser, pois comunica ao corpo a vida e o movimento.
A nossa mãe terrena, todavia, não nos comunica a alma, mas apenas o nosso corpo. A alma é criada directamente por Deus. A mãe gera apenas a parte material deste composto, que é o seu ser. E como é que alguém pode, então, afirmar que a pessoa que nos dá à luz é nossa mãe?  Apliquemos, agora, estas noções de bom senso ao caso da Maternidade Divina de Maria Santíssima.
E a Virgem Maria é verdadeiramente a Mãe deste Deus, revestido desta humanidade; é a Mãe de Deus feito homem.

Ela é a Mãe de Deus - "Maria de qua natus est Jesus": "Maria de quem nasceu Jesus" (Mt 1, 16).
SCHOENSTATT A SERVIÇO DOS HOMENS - DE FATO A RESPOSTA MAIS IMPORTANTE: MARIA !

  O Movimento de Schoenstatt tem motivado o nascimento de muitas atividades apostólicas, sociais, pedagógicas, missionárias e pastorais por todo o mundo.
Muitas delas foram iniciadas por pessoas ou grupos de algum ramo do Movimentou ou são fruto do chamado da Mãe de Deus no Santuário a pessoas que, deixando-se guiar por Ela, têm feito um trabalho sistemático e contínuo para ajudar os que mais necessitam.
 As iniciativas englobam diferentes âmbitos da vida e se encontram agrupadas basicamente em 5 apectos definidos na Conferência 2014 (em fevereiro de 2009) como "as cinco áreas estratégicas para priorizar e melhorar nossa ação  apostólica neste momento da história. (família-juventude-educação-carisma original-cultura de Aliança)
 Na Campanha da Mãe Peregrina experimenta-se e se aplica de maneira vital o que é essencial em toda ação social, apostólica e missionária de Schoenstatt: Maria é finalmente a resposta para todas as necessidades do homem.
 Trata-se de levá-La à todas as realidades da vida de hoje, para que Ela atue e construa uma cultura da Aliança. "O núcleo da Campanha é levar Maria como imagem de graça, Ela deve estar a frente. Trata-se de levá-La "a todo lugar onde seja possível e Ela irá atuar.... isso é o que sempre quisemos". (Padre Kentenich, 11.04.68).
 Como "rosto missionário" de Schoenstatt, chega a todas as áreas estratégicas do apostolado e quer alcançar todos os homens e mulheres, especialmente as famílias, para fazer de seus lares Santuários, onde Maria possa educar e evangelizar. João Pozzobon dirigiu-se como preferência às crianças, aos mais pobres e queria que a Campanha servisse "para a salvação das famílias" (Testamento); aqui está explícito uma acentuação pastoral estratégica.
Schoenstatt quer ser um instrumento de Maria em sua missão evangelizadora para que Ela - a grande pedagoga da fé - eduque nossos povos e os conduza por Cristo na força do Espírito Santo ao Pai.
Schoenstatt é desde o Natal de 1929, ininterruptamente, 24 horas por dia, um lugar de adoração perpétua. O Santuário Original é desde 1989 de novo um lugar onde as Irmãs de Maria oram em frente ao Santíssimo pelas intenções e necessidades do mundo. São Irmãs provenientes da Argentina, Brasil, Polônia que vão ao Schoenstatt Original por períodos de três anos, vivem de maneira contemplativa e sua missão principal é a tarefa de apoiar por meio da oração o Movimento de Schoenstatt e suas iniciativas, implorando bênçãos por tudo e para todos, formando assim o fundamento do qual cresce Schoenstatt.
FELIZ 2012 - QUE SEJA UM ANO MARIANO!
Mais um ano se aproxima do fim. Fazemos promessas para o ano novo, para que tenhamos saúde, prosperidade financeira e etc…
E nossa vida espiritual? Lembramos de renovar a nossa fé? De sermos inteiramente fiéis aos Santos Ensinamentos da Igreja e, acima de tudo, de consagrarmos nosso ano ao Imaculado Coração de Maria?
 Precisamos sempre buscar a proteção de Nossa Senhora e pedir reparação pelos pecados que cometem contra o Santo Nome da Virgem Santíssima e de Seu Filho amado.
Estas preces cabem a nós fazermos, pois conhecemos as conseqüências destas ofensas e sabemos quão tristes o Coração de Jesus e o de Sua Mãe ficam com a maldade e blasfêmia que muitos cometem, quando desobedecem os conselhos Divinos.
 Precisamos honrar todos os dias o Imaculado Coração de Nossa Senhora, tão ofendido por pecados cometidos a cada instante.
Quando a Igreja promove a consagração de Nações, Dioceses, famílias ou pessoas ao Coração Sacratíssimo de Jesus, ou ao Imaculado Coração de Maria, tem em vista que as criaturas assim consagradas formulem a resolução de pertencer de modo particular ao Coração de Jesus ou ao Coração de Maria, obedecendo-Lhes mais fielmente as leis, tomando-Os mais perfeitamente por modelos, e, reciprocamente, recebendo de modo todo especial sua particular e vigilante atenção.
 Assim, a Consagração não é um mero rito, uma fórmula vaga, a ser recitada em momento de emoção piedosa. Ela é antes de tudo um ato refletido, deliberado, voluntário e profundo, que implica no propósito de uma mais perfeita integração na doutrina e na vida da Santa Igreja Católica, o que é o único modo real de pertencer a Jesus e a Maria.
A consagração ao Coração Imaculado de Maria é mais atual do que nunca. Mais do que nunca, o mundo atribulado por mil vicissitudes de toda ordem, precisa de um coração materno que dele se condoa. Mais do que nunca, pois, torna-se necessário que apelemos para o coração de nossa Mãe, que imploremos, fazendo, tanger suas fibras mais sensíveis, suas cordas mais íntimas, toda a sua misericórdia, todo o seu amor, toda a sua assistência.
Se o Santo Padre Pio XII consagrou o mundo inteiro ao Coração de Maria, imitemos seu gesto, completemo-lo, por assim dizer, consagrando-nos sem reservas ao mesmo Coração Imaculado. Estaremos dentro dos desejos do Papa, dentro das vias da Providência Divina.
Viva o Imaculado Coração de Maria!
A MULHER COM OS PÉS SOBRE A LUA
 Nossa Senhora levando o Menino Jesus é símbolo da Igreja!

A mais antiga representação de Maria com os pés sobre a lua é de 1531, é uma "imagem milagrosa", uma imagem que surge pintada na roupa de um mexicano chamado Cuautitlan, a famosa Virgem de Guadalupe.
  Por volta de 1348 espalhou-se um tipo de escultura mariana chamada Madonna que pisa a lua crescente (Mondsichel-Madonna), onde a representação da mulher do Apocalipse dispensa o uso do símbolo da lua. 


Hoje, Apocalipse está indissoluvelmente ligado ao fim do mundo. É praticamente um sinônimo. Mas a palavra, em grego, significa "revelação".  Literalmente significa "a retirada dos véus". É a primeira palavra desse livro de João, e muitos livros antigos ficaram conhecidos pela palavra que os inicia. Mas a revelação que João nos descreve é sobre o fim do mundo.O livro tem 21 capítulos, cheios de imagens retumbantes, cheios de números mágicos. São revelações “sobre as coisas que em breve devem acontecer”. Ele descreve a seqüência de "cenas" que se sucederão quando o fim do mundo se aproximar, e lá no capítulo 12 aparece a cena sobre a mulher com os pés sobre a lua. 

 A lua crescente também é usada nas representações da conceição milagrosa de Maria e de seu nascimento,  A lua crescente aparece acalcada sob os pés de Maria em pinturas da Assunção e significa a sua glória e vitória sobre o tempo e o espaço.
A aplicação mais importante do símbolo da lua ocorreu nas representações da Imaculada Conceição.
 É sabido que a lua ocupa um lugar destacado na simbologia, religiosa e profana, de todas as culturas antigas. Quase sempre em ligação estreita com o sol. Nos quadros dos reis e imperadores divinizados em vida, costumava-se pintar o sol e a lua por sobre suas cabeças, para dizer que eles estavam "nas alturas". Maria, que carrega consigo o sol divino, tem a lua debaixo dos pés: está marcada por Deus, é a "cheia de graça", é mais alta que os céus que abrigam o sol e a lua, é celestial, ainda que habite em Nazaré e caminhe por Jerusalém.

A lua depende do sol, mas brilha soberana no meio da noite. Maria depende do Cristo, em função de cuja maternidade recebeu todos os privilégios, mas, exatamente por causa do Cristo-Sol, não é afetada pelas trevas do pecado, brilha límpida com a luz que lhe vem da maternidade divina.

Todos esses símbolos e outros estão contidos na frase do Apocalipse, que inspirou os escultores: "Apareceu no céu um grande sinal: uma mulher vestida do sol, com a lua debaixo dos pés" (12,1). Nos primeiros séculos do Cristianismo, essa mulher vestida do sol era interpretada como sendo a Igreja, que recebe toda a luz do Cristo. Aos poucos, a mulher revestida de sol passou a significar Nossa Senhora. A lua, sob seus pés, sem deixar o simbolismo pagão, assumiu novo significado: Maria é a senhora dos tempos, a mãe das mães e a virgem das virgens, humana mas santíssima, terrena mas elevada acima dos astros e no mais alto dos céus, aquela que resplandece na plenitude da luz da graça sem jamais ter conhecido a escuridão do pecado.