JUVENTUDE CATÓLICA
"A JUVENTUDE NÃO FOI FEITA PARA O PRAZER,
MAS PARA O HEROÍSMO!"

"O jovem é como uma árvore que cresce: para se desenvolver bem precisa de raízes profundas que, em caso de tempestades de vento, o mantenham bem firme no terreno. Assim, também a imagem do edifício em construção faz presente a exigência de fundamentos validos para que a casa seja sólida e segura" (Bento XVI)

A juventude tem uma força espetacular qual talvez ela própria certamente não saiba, e é justamente esta força que precisamos despertar em nossos jovens. A juventude se atrai pelo que é jovem, precisamos levar ate eles a Igreja jovem que muitos ainda não conhecem, e desta forma facilitar o relacionamento entre a juventude e sua fé, muitas vezes questionada por eles mesmos.

"Existem muitos jovens vazios, porque faltam adultos transbordando"
Em função desta frase triste, porém verdadeira, queremos nós também contar com a ajuda principalmente da família neste trabalho de Evangelização consciente de nossa juventude para que não se tornem "Crismandos de ocasião" apenas.É de suma importância que a família trabalhe em comunhão com a Igreja no importante trabalho de formação Cristã de nossos jovens através do testemunho de vida familiar, com a participação efetiva dos pais na educação religiosa de seus filhos.

Declaremos um jejum de santidade, pois o que engorda o diabo são as almas que ele está conquistando para o inferno. Precisamos dar as almas para Deus, pelas mãos de Maria! Não sejamos acomodados, não podemos mais aceitar passivamente que nossos jovens troquem o Deus de milagres, o Deus da vida, o Deus que nos sustenta nas nossas dificuldades, nos sofrimentos, e que tem o céu como promessa, a vida eterna com Ele, pelo enganador que é satanás. Ore com intensidade, não desanime!
“Jovens: sois fortes, a palavra de Deus permanece em vós, e vencestes o maligno”. (1 Jo 2, 14).
A oração e os sacramentos nos dão a força para realizar o que não poderíamos fazer sozinhos. Nos permitem realizar a nossa vocação cristã de adorar, amar e servir a Deus. Sem uma sólida vida interior, a ação do apóstolo é vã. Primazia da contemplação sobre a ação.
“A oração é uma alavanca para levantar o mundo”.


É indispensável uma sólida formação doutrinal. Essa é obtida pelo estudo, reflexão e aprofundamento dos princípios naturais como das verdades sobrenaturais da fé.

A sociedade está em crise (desintegração familiar, perda das referências tradicionais, violência, decadência da arte, etc.); a Igreja mesma não escapa da crise universal (perda da Fé, diminuição da prática religiosa, do número de vocações sacerdotais e religiosas, etc.).
Nesta situação, o mais grave é sem dúvida a perda da Fé já que, como disse Nosso Senhor Jesus Cristo: “Quem crer e for batizado será salvo, mas quem não crer será condenado.” (Mc 16, 16). Então ecoa em nossas almas a palavra de São Paulo: “Como acreditaram se ninguém lhes predica?”. Batizados, temos recebido a fé como um tesouro. Crismados, nos tornamos aptos para professá-la. Em algo, então, somos responsáveis da salvação do próximo. Mas, que fazer concretamente, e como fazê-lo?

“Toda ação procede de um amor. Não existe nenhuma ação que não esteja dirigida pelo desejo de algum bem, que esta mesma ação se propõe alcançar”.

“É pelas obras que o homem é justificado, e não apenas pela fé (...). Assim como o corpo sem a alma é morto, da mesma maneira, a fé sem as obras é morta”.
Numa época em que o relativismo e o modernismo tomam conta de toda a sociedade e, desgraçadamente, invade também o interior da Santa Igreja Católica. “Toda religião salva”, “Todos temos o mesmo Deus”, “O que importa é o amor...” são algumas frases da moda em nossos dias. No entanto, sabemos que as coisas não são tão simples assim. Em um momento tão delicado e confuso, vemos a todo o tempo nossos irmãos católicos, perdidos, sem fé, desnorteados, como ovelhas sem pastor. E o pior de tudo, sendo enganados e seduzidos pelos mais variados tipos de seitas infiltradas em nosso país.
“Fora da Igreja não há salvação!” É o grito que a Tradição bi milenar da Igreja sempre bradou aos quatro cantos e que hoje querem a qualquer custo calar.


Jovens católicos do nosso século sejam firmes e, juntos vamos combater o mal que vem matando as almas do povo brasileiro. Exortamos a todos que participem da “Cruzada do Rosário” contra as seitas e suas influências.
Confiantes em Cristo e na intercessão de Nossa Senhora de Guadalupe.

Intenções pelas quais é preciso rezar:
Intenção Principal - “Pelo fim das seitas e de suas influências em todo mundo”
Intenções Secundárias - “Pelas quatro intenções do Santo Padre: 1ªexaltação da Santa Madre Igreja católica; 2ª extirpação das heresias no mundo; 3ªconversão dos pobres pecadores e 4ªpaz entre os povos”
- “Pelas vocações sacerdotais e religiosas no mundo e pelo Triunfo do Imaculado Coração de Maria”


A América necessita de Guadalupe!

A Virgem de Guadalupe é mais do que uma figura religiosa é um ícone cultural. A Basílica de Guadalupe é o segundo mais visitado centro católico do mundo depois do Vaticano.

Em 12 de dezembro, no México e em muitas cidades do mundo onde existem comunidades mexicanas, missas , procissões e danças acontecem em honra da Virgem de Guadalupe. Mas o que muitos não sabem é que ela não é apenas " Rainha e Padroeira do México ", mas “das Américas" Então, se você é católico e vive neste continente, "La Virgen Morena "é também sua patrona!

Um dia, quando um índio mexicano chamado Juan Diego estava atravessando o Monte Tepeyac em direção a Cidade, foi subitamente interrompido por uma luz brilhante. Diante dele apareceu uma mulher de pele morena que foi anunciada como a Virgem Maria. Ela pediu-lhe para dizer ao bispo que construisse um templo em sua honra no Monte Tepeyac. Isso aconteceu em 09 de dezembro de 1531.
Quando Juan Diego informou o pedido, o Bispo incrédulo pediu para que voltasse com a prova da aparição. Em 12 de dezembro, Juan Diego voltou para o morro e novamente viu a mulher e disse-lhe que estava a procura do bispo. Ela pediu-lhe para pegar algumas flores no alto do monte desolado em seu manto e levá-las ao bispo como prova da sua existência. Quando Juan Diego foi ao bispo e abriu sua capa, ao cair as rosas, formou-se diante de todos uma imagem clara da Virgem. O templo foi construído e, mais tarde substituído por um maior. O Vaticano reconheceu o milagre mais de 200 anos mais tarde, após longos e profundos estudos.

Disse o Papa Bento XIV, em 1754: "Nela tudo é milagroso: uma Imagem que provém de flores colhidas num terreno totalmente estéril, no qual só podem crescer espinheiros... uma Imagem estampada numa tela tão rala que através dela pode se enxergar o povo e a nave da Igreja...
Deus não agiu assim com nenhuma outra nação".
Coroada em 1875 durante o Pontificado de Leão XIII, Nossa Senhora de Guadalupe foi declarada "Padroeira de toda a América" pelo Papa Pio XII a 12 de outubro de 1945. No dia 27 de janeiro de 1979, durante sua viagem apostólica ao México, o Papa João Paulo II visitou o Santuário de Nossa Senhora de Guadalupe e consagrou à Mãe Santíssima toda a América Latina, da qual a Virgem de Guadalupe é Padroeira.
Nossa Senhora de Guadalupe é basicamente um símbolo do continente. Se a devoção à figura da Nossa Senhora reflete a importância da figura da mãe no continente, a Nossa Senhora de Guadalupe reflete um continente mestiço. É encontro do mundo dos europeus e dos indígenas, de um continente em que religião, a cultura, a arquitetura seriam os reflexos destes dois mundos.

A maior pobreza e sofrimento do nosso tempo é espiritual, a perda do sentido de quem somos como filhos de Deus e, portanto, a perda de esperança e de sentido em nossas vidas. Nossa pobreza espiritual exige um remédio espiritual. A vinda do Filho de Deus no mundo é o verdadeiro remédio e duradouro de nossa pobreza espiritual, Pai é perfeito o ato do amor de Deus para nós, como Seus filhos e filhas.
A Mãe de Deus, Nossa Senhora de Guadalupe, constantemente nos aponta para o mistério da Encarnação, que nos dá esperança inabalável e direcção para nossas vidas. O Santuário de Nossa Senhora de Guadalupe será um meio comprovado através da qual a Mãe de Deus pode nos levar a seu Filho encarnado para redescobrir a nossa dignidade de filhos e filhas de Deus nele, a ser preenchido com esperança e dar esperança ao nosso mundo.

LÁGRIMAS DE AMOR
As lágrimas derramadas por Nossa Senhora enchem as Escrituras, transbordam e escorrem por todos os séculos...

As lágrimas de Maria são o próprio Sangue de Jesus Cristo, espalhado de outra forma, assim como a sua compaixão foi uma espécie de crucifixão interior para a Humanidade santa de seu Filho. Cumpre-se a profecia:

"Uma espada de dor transpassará tua alma!" (Lucas 2,36)

A Santíssima Virgem, não tendo mais o que dizer, chora. Entretanto, a humanidade parece insensível as suas lágrimas, surda a seus angustiantes apelos.
Qual o significado desse pranto da Virgem Santíssima? É, seguramente, o pranto pelos pecados dos homens e na antevisão do castigo que paira sobre o mundo.
“Vinde meus filhos, não tenhais medo, estou aqui para vos anunciar uma grande notícia. Se meu povo não quiser se submeter, fico obrigada a deixar o braço de meu Filho golpear. Ele é tão pesado e tão grave, que não posso mais segurá-lo".
“Há muito que sofro por vossa causa. Se quero que meu Filho não vos abandone, estou obrigada a rezar a Ele sem cessar, por vossa causa. Mas vós não fazeis caso. Eu vos dei seis dias para trabalhar e reservei para mim o sétimo. Porém não o quereis consagrar-me. É isso que torna tão pesado o braço de meu Filho”.
Era uma senhora coroada de flores, que Mélanie e Maximino encontraram sentada sobre o paraíso, chorando com o rosto nas mãos. Assim descreveram as crianças de La Salette (França) a visão que tiveram da Santíssima Virgem.
Nossa Senhora, embora merecendo todos os tronos da Terra, parecia só ter encontrado aquele florido banquinho de pedra para se sentar. Estava como uma rainha destronada, que percorre seu reino em prantos, à procura de quem queira lhe ser fiel. Os pastorinhos se aproximaram com entusiasmo e candura. Não tinham idéia do que ouviriam. Muito do que Nossa Senhora tratou nem sequer tinha passado pela suas infantis inteligências até aquele momento.
Mélanie descreveu assim o olhar de Nossa Senhora, como ela viu na aparição:“Os olhos da Santíssima Virgem, nossa terna mãe, não podem ser descritos por língua humana. Seria preciso um serafim, seria preciso a linguagem do próprio Deus, desse Deus que criou a Virgem Imaculada, obra-prima de sua onipotência".
“Os olhos da augusta Maria pareciam mil vezes mais belos que os brilhantes, os diamantes, as pedras preciosas mais procuradas. Eles brilhavam como sóis. Eram doces, feitos da própria doçura, luminosos como um espelho. Em seus olhos via-se o Paraíso, eles atraíam a Ela.“Ela parecia querer dar-se e atrair. Quanto mais eu a olhava, mais a queria ver. Quanto mais a via, mais a amava com todas minhas forças".
“Os olhos da bela Imaculada eram como a porta de Deus, de onde se via tudo que pode inebriar a alma. Quando meus olhos se encontravam com os da Mãe de Deus e minha, sentia dentro de mim uma feliz revolução de amor, uma promessa de amá-la e de me desfazer de amor".
A imagem de Akita (acima) chorou 101 vezes no Japão, fenômeno testemunhado por cerca de 2.000 pessoas.
Essa representação tão diferente de Nossa Senhora, como vemos na foto acima, é uma reprodução em madeira de outra, associada às aparições de Maria na Holanda, na época da 2a. Guerra Mundial.
De 1945 a 1959 uma senhora de Amsterdam- Holanda, Ida Peerdeman, recebeu mensagens nas quais a Virgem Maria afirmou que deseja ser invocada, neste nosso tempo, como a Senhora de Todos os Povos. Embora essas aparições da Holanda não tenham sido reconhecidas oficialmente pela Igreja (recentemente reconhecida pelo bispo local), a veneração pública de Nossa Senhora sob esse título foi aprovada por Bispos da Holanda.
Na imagem, Nossa Senhora aparece de pé em frente à Cruz de seu Filho, ao qual está inseparavelmente unida no Seu sofrimento. Das mãos abertas de Maria partem três raios: "Graça, Redenção e Paz" que iluminam todos os povos. Estes dons emergem da Cruz de Cristo e Ela promete oferecê-los a todos os que rezarem, diariamente, uma oração (reproduzida abaixo), diante de um Crucifixo ou desta imagem.

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"Senhor Jesus Cristo, Filho do Pai, enviai agora o Vosso Espírito sobre a terra.Fazei o Espírito Santo habitar nos corações de todos os povos, para que sejam preservados da decadência, das calamidades e da guerra. Que a Senhora de Todos os Povos, a
Santíssima Virgem Maria, seja nossa Advogada.Amém.

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DOGMAS MARIANOS
A IMACULADA CONCEIÇÃO:
A Santíssima Virgem Maria, no primeiro instante de sua concepção no ventre materno, foi por singular graça e privilégio de Deus onipotente em previsão dos méritos de Cristo Jesus, Salvador do gênero humano, preservada imune de toda mancha de culpa original"
O Papa Pio IX, na Bula "Ineffabilis Deus", de 8 de Dezembro de l854 definiu solenemente o dogma da Imaculada Conceição de Maria.
Este privilégio e dom gratuito foi concedido apenas à Virgem e a ninguém mais, em atenção àquela que havia sido predestinada para ser a Mãe de Deus.
Em previsão dos méritos de Cristo porque a Maria a Redenção foi aplicada de forma antecipada - antes da morte do Senhor.
Deus te salve, cheia de graça." (Lc 1,28).
Estabeleço hostilidade entre ti e a mulher..." (Gn 3,15).
MARIA, MÃE DE DEUS:

O Concilio de Éfeso (431), sob o Papa São Clementino I (422-432), definiu solenemente que:
"Se alguém afirmar que o Emanuel (Cristo) não é verdadeiramente Deus, e que portanto, a Santíssima Virgem não é Mãe de Deus, porque deu à luz segundo a carne ao Verbo de Deus feito carne, seja excomungado."
O Filho de Maria é propriamente o Verbo que subsiste na natureza humana; então Maria é verdadeira Mãe de Deus, já que o Verbo é Deus. Cristo: Verdadeiro Deus e Verdadeiro Homem indissoluvelmente unidos. (João 1,1)
"Eis que uma Virgem conceberá e dará a luz..." (Is 7,14).
"O menino que nascerá de Ti ..." (Lc 1,35).

MARIA SEMPRE VIRGEM:

O dogma foi proclamado em 649, pelo Concílio Ecumênico do Latrão. Uma declaração dogmática, na Igreja, é necessariamente antecedida por séculos de estudos, debates, aprofundamentos e, muitas vezes, superação de doutrinas heréticas.
Os Padres da Igreja, no trecho de Ez. 44,2 veja a virgindade de Maria depois do parto: "este pórtico ficará fechado. Não se abrirá e ninguém entrara por ele, porque por ele entrara Iahweh, o Deus de Israel, pelo que permanecera fechado".Toda a Tradição e concorde em defender a virgindade perpetua de Maria: Santo Agostinho afirma: "A Virgem concebeu, a Virgem ficou gravida, a Virgem deu a luz, a Virgem é virgem perpetua". A razão teológica deste dogma é clara e tão simples, ela esta na divindade do Verbo e na maternidade de Maria, ao qual repugnou toda a corrupção.

O dogma da virgindade de Maria quer ainda afirmar, sem deixar nenhuma sombra de dúvida, que Jesus, concebido do Espírito Santo e nascido da Virgem Maria, é o filho primogênito e único de Maria de Nazaré, ou seja: Jesus Cristo, o Messias, não teve irmãos ou irmãs carnais nascidos do ventre de sua mãe Maria. Tiago Menor, por exemplo, é chamado de "irmão do Senhor" (Gl 1,19) e outras vezes se fala nos irmãos de Jesus presentes entre seus ouvintes (Mt 12,46; Mc 3,31-35; Lc 8,19). Mas todos sabem que em hebraico o termo "irmão" pode indicar qualquer parentesco, como sobrinho (Gn 12,5 e 13,8; 29,12.15), tio, primo (1Cr 23,22) e até amigo (Gn 29,4). Isso nunca foi problema teológico para a Igreja!

ASSUNÇÃO DE MARIA - ELEVADA AO CÉU DE CORPO E ALMA!

O Papa Pio XII, na Bula "Munificentissimus Deus", de 1º de Novembro de 1950, proclamou solenemente o dogma da assunção de Maria ao céu.

A Virgem Maria foi assunta ao céu imediatamente depois que acabou sua vida terrena; seu Corpo não sofreu nenhuma corrupção como sucederá com todos os homens que ressuscitarão até o final dos tempos, passando pela descomposição.
O essencial do dogma é que a Virgem foi levada ao céu em corpo e alma, com todas as qualidades e dotes próprios da alma dos bem-aventurados e igualmente com todas as qualidades próprias dos corpos gloriosos.

"O privilégio da assunção brilhou com novo fulgor, quando o nosso predecessor Pio IX, de imortal memória, definiu solenemente o dogma da Imaculada Conceição. De fato, estes dois dogmas estão estreitamente conexos entre si. Cristo com a própria morte venceu a morte e o pecado, e todo aquele que pelo batismo de novo é gerado, sobrenaturalmente, pela graça, vence também o pecado e a morte. Deus, porém, por lei ordinária, só concederá aos justos o pleno efeito desta vitória sobre a morte, quando chegar o fim dos tempos. Por esse motivo, os corpos dos justos corrompem-se depois da morte, e só no último dia se juntarão com a própria alma gloriosa. Mas Deus quis excetuar desta lei geral a Bem-aventurada Virgem Maria. Por um privilégio inteiramente singular, ela venceu o pecado com a sua conceição imaculada; e por esse motivo não foi sujeita à lei de permanecer na corrupção do sepulcro nem teve de esperar a redenção do corpo até o fim dos tempos. Quando se definiu solenemente que a Virgem Maria, Mãe de Deus, foi imune desde a conceição de toda a mancha, logo os corações dos fiéis conceberam uma mais nova esperança de que em breve o Supremo Magistério da Igreja definiria também o dogma da Assunção corpórea da Virgem ao céu".

"Sobe, Senhor, para o lugar do teu repouso, tu e a arca da tua santificação" (Sl 132,8). O Senhor subiu, quando se assentou à direita do Pai. Subiu também a arca da sua santificação, quando no dia de hoje a Virgem Mãe chegou ao tálamo celestial".

Como um vaso de ouro maciço, ornado de toda espécie de pedras preciosas, como a oliveira carregada de frutos e como o cipreste que se eleva até as nuvens" (Eclo 50,10-11). Cito a passagem, onde fala de Maria como o trono do Altíssimo.

ARREBATAMENTO, UMA REALIDADE BÍBLICA.

O arrebatamento de Enoque - (Gênesis 5:24) - E andou Enoque com Deus; e não apareceu mais, porquanto Deus para si o tomou.
O arrebatamento de Elias - (II Reis 2:11)- E sucedeu que, indo eles andando e falando, eis que um carro de fogo, com cavalos de fogo, os separou um do outro; e Elias subiu ao céu num redemoinho.
O arrebatamento da Igreja - (I Tessalonicenses 4:17)- Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor. Foi exatamente isso que aconteceu com Maria!

As mais fantásticas histórias de Maria, nossa Mãe no Céu!
Livro traz informações sobre as Aparições de Nossa Senhora


O livro "As mais fantásticas Histórias de Maria, nossa Mãe no Céu" de Alexandra Cristina Lopes, conta as histórias das Aparições oficiais de Nossa Senhora, ao longo dos dois milênios de cristianismo.
Com uma linguagem simples voltada para o público adolescente e jovem, o livro é recebido com alegria também pelos adultos que têm nele uma compilação das Aparições da Virgem e suas mensagens de paz e amor a Deus.
A autora é professora, psicanalista e escritora, e publica desde 1990.
Fascinada pelas histórias sobre Maria, pesquisou as Aparições oficiais e tentou ser bastante fiel aos escritos da Igreja, contudo, adaptando a linguagem à época atual. Cobrindo um período de quase 2000 anos – de Herford, 958 a Kibeho, 1981 , passando pelas histórias mais conhecidas como Fátima, Trè Fontane, Lourdes e Guadalupe, dentre outras – o livro também comenta sobre a posição da Igreja Católica quanto ao fenômeno e sobre a necessidade de respeitarmos as mensagens de Nossa Senhora que nos lembram sempre de Seu Filho Jesus, da caridade, do bem e do amor ao próximo.
O livro traz ainda um apêndice com um guia para se rezar o Rosário, mensagem maior de Nossa Senhora, presente em quase todas as Aparições e algumas ilustrações de imagens correspondentes às figuras de Maria, tais como foram vistas.

Titulo: As mais fantásticas histórias de Maria!
Autora: Alexandra Cristina Lopes
Ano: 2010
Número de páginas: 120
Formato: 15x 21 cm, ilustrado
Preço: R$ 23,00
TOCHA GUADALUPANA
O FOGO DO AMOR DE MARIA CONSUMINDO AS NAÇÕES !

A corrida Internacional da Tocha Guadalupana México- Nova York é uma maratona realizada da Cidade do México para Nova York (USA), que reúne duas nações e milhares de famílias divididas pela fronteira. Partindo do lugar mais sagrado no México, a Basílica de Nossa Senhora de Guadalupe, onde recebe a Bênção do fogo!

A tocha passa por todos os estados onde residem famílias de imigrantes . Nesta execução, os membros da família de imigrantes mexicanos transportam uma tocha no México que será tocado mais tarde por seus parentes que vivem na área de Nova York.
Todos os anos a 11 de Dezembro, o México veste-se de festa e alegria. As pessoas começam a preparar o período Guadalupe-Reis, que significa, iniciar as festas religiosas que vão desde o dia 12 de Dezembro, festa da Virgem de Guadalupe, até ao dia de Reis, 06 de Janeiro.
Grupos de jovens de todo país organizam a Tocha guadalupana. É uma marcha-corrida, que tem o seu inicio na catedral de cada diocese e termina na Igreja Matriz de cada paróquia.Há sempre uma caravana de camionetas que apóiam esta marcha, realizada pelos jovens, e também manifesta nos seus adornos o tom de festa em honra da Virgem de Guadalupe. Há bandas de música que acompanham este peregrinos corredores!




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CONHEÇA MELHOR AS APARIÇÕES DE GUADALUPE !
Segue abaixo, referências de livros que tratam de forma séria sobre as aparições de Santa Maria de Guadalupe em 1531 no México:
"O Milagre da Virgem de Guadalupe" - Enrique M. Loaiza
 SP- 2005 - (Brazil)
ONDE PEDIR - EDITORA ECCLESIAE
ecclesiae.com.br/index.php?route=common/home


"O Mistério de Guadalupe" - Autor: Francisco Ansón - As aparições e algumas descobertas recentes a respeito da imagem de Nossa Senhora de Guadalupe, um autêntico “auto-retrato” da Santíssima Virgem no ayate mexicano do século XVI. http://www.quadrante.com.br/Pages/loja_detalhes.asp?id=132&categoria=Pensamentos&pg=buscalivro&campo=francisco&pagina=3

"O Milagre de Guadalupe" - Francis Johnston- 2ª. ed. Tradução de José Machado Braga. – Aparecida-SP-Ed. Santuário, 2005- BRASIL


Richard Nebel em seu livro Santa Maria Virgem de Guadalupe Tonantzin, Editorial Fondo de Cultura Econômica- México.
"O Mistério da Virgem de Guadalupe" - Juan José Benitez - (México)
http://www.mediafire.com/?jixzzzhzzj1
senha para abrir o download: buraco

Felizes os Seres Humanos que constroem jardins em seus corações!

“A todos os que sofrem e estão sós, dai sempre um sorriso de alegria. Não lhes proporciones apenas os vossos cuidados, mas também o vosso coração”.
(Madre Teresa de Calcutá)
Caridade é um sentimento ou uma ação desinteressada de ajudar o próximo sem buscar qualquer tipo de recompensa. O amor que move a vontade à busca efetiva do bem de outrem e procura identificar-se com o amor de Deus. Amor ao próximo; bondade; benevolência; compaixão.
Faz 100 anos que nasceu aquela que ficou conhecida por Teresa de Calcutá. E aqui fica a nossa homenagem.
Com o nome de batismo de Agnes Gonxha Bojaxhiu, nasceu em 26 de agosto de 1910, em Skopje, na Macedônia, filha de pais albaneses, numa família de três filhos, sendo duas meninas e um rapaz.Aos 13 anos, ouviu um jesuíta que era missionário na Índia dizer: "Cada qual deve seguir sua própria vocação". Tais palavras impressionaram-na e pensou que Deus lhe pedia que se entregasse ao serviço dos outros.

Seis anos mais tarde, solicitou a admissão na Congregação das Irmãs do Loreto que trabalhava em Bengala, mas teve primeiro de aprender a língua inglesa em Dublim. De Dublim foi enviada para a Índia em 1931 a fim de iniciar seu noviciado em Darjeeling no colégio das Irmãs de Calcutá.No dia 24 de maio de 1931, fez a profissão religiosa, e emitiu os votos temporários de pobreza, castidade e obediência tomando o nome de "Teresa". A origem da escolha deste nome residiu no fato de ser em honra à monja francesa Teresa de Lisieux, padroeira das missionárias, canonizada em 1927 e conhecida como Santa Teresinha.

De Darjeeling passou para Calcutá, onde exerceu, durante os anos 30 e 40, a docência em Geografia no colégio bengalês de Sta Mary, também pertencente à congregação de Nossa Senhora do Loreto. Impressionada com os problemas sociais da Índia, que se reflectiam nas condições de vida das crianças, mulheres e idosos que viviam na rua e em absoluta miséria, pensou em ajudá-los.Em 1946, pediu ao Papa Pio XII que lhe permitisse abandonar as suas funções enquanto monja, para iniciar uma nova congregação de caridade, cujo objectivo era ensinar as crianças pobres a ler. Desta forma, nasceu a sua Ordem - As Missionárias da Caridade. Como hábito, escolheu o sári, nas cores - justificou ela - "branco, por significar pureza e azul, por ser a cor da Virgem Maria". Começou a sua atividade reunindo algumas crianças, a quem começou a ensinar o alfabeto e as regras de higiene. A sua tarefa diária centrava-se na angariação de donativos e na difusão da palavra de alento e de confiança em Deus.No dia 21 de dezembro de 1948, foi-lhe concedida a nacionalidade indiana. A partir de 1950 empenhou-se em auxiliar os doentes com lepra.

Centros de apoio a leprosos, velhos, cegos e doentes com Sida surgiram em várias cidades do mundo, bem como escolas, orfanatos e trabalhos de reabilitação com presidiários.Morreu em 1997 aos 87 anos, de ataque cardíaco, quando preparava um serviço religioso em memória da Princesa Diana de Gales, sua grande amiga e falecida ela própria 6 dias antes, num acidente de automóvel em Paris. Tratado como um funeral de Estado, vários foram os representantes do mundo que quiseram estar presentes para prestar a sua homenagem. As televisões do mundo inteiro transmitiram ao vivo durante uma semana, os milhões que queriam vê-la no estádio Netaji. No dia 19 de outubro de 2003, o Papa João Paulo II beatificou Madre Teresa.O seu trabalho missionário continua através da irmã Nirmala, eleita no dia 13 de março de 1997 como sua sucessora.

A caridade é o exercício do Amor!

OLHA A ESTRELA... INVOCA MARIA!
E o nome da Virgem era Maria (Lc. 1,27)

Falemos um pouco deste nome que significa, segundo se diz, Estrela do mar, e que convém maravilhosamente à Virgem Mãe. ... Ela é verdadeiramente esta esplêndida estrela que devia se levantar sobre a imensidade do mar, toda brilhante por seus méritos, radiante por seus exemplos.
Ó tu, quem quer que sejas, que te sentes longe da terra firme, arrastado pelas ondas deste mundo, no meio das borrascas e tempestades, se não queres soçobrar, não tires os olhos da luz desta estrela.
Se o vento das tentações se levanta, se o escolho das tribulações se interpõe em teu caminho, olha a estrela, invoca Maria!

Se és balançado pelas ondas do orgulho, da ambição, da maledicência, da inveja, olha a estrela, invoca Maria.
Se a cólera, a avareza, os desejos impuros sacodem a frágil embarcação de tua alma, levanta os olhos para Maria.
Se, perturbado pela lembrança da enormidade de teus crimes, confuso à vista das torpezas de tua consciência, aterrorizado pelo medo do Juízo, começas a te deixar arrastar pelo turbilhão da tristeza, a despenhar no abismo do desespero, pensa em Maria.
Nos perigos, nas angústias, nas dúvidas, pensa em Maria, invoca Maria.
Que seu nome nunca se afaste de teus lábios, jamais abandone teu coração; e para alcançar o socorro da intercessão dEla, não negligencies os exemplos de sua vida.
Seguindo-A, não te transviarás; rezando a Ela, não desesperarás; pensando nEla, evitarás todo erro.
Se Ela te sustenta, não cairás; se Ela te protege, nadas terás a temer; se Ela te conduz, não te cansarás, se Ela te é favorável, alcançarás o fim.
E assim verificarás, por tua própria experiência, com quanta razão foi dito:
"E o nome da Virgem era Maria".

† São Bernardo ( 1090-1153 )

São Bernardo de Claraval, nasceu em 1090 em Fontaines, na França, em uma família numerosa e discretamente acomodada. Ainda muito jovem, dedicou-se ao estudo das chamadas artes liberais – especialmente da gramática, retórica e dialética – na Escola dos Canônicos da igreja de Saint-Vorles, em Châtillon-sur-Seine, e amadureceu lentamente a decisão de entrar na vida religiosa.

O santo abade descreveu em termos apaixonados a íntima participação de Maria no sacrifício redentor do seu Filho: “Ó santa Mãe – exclama –, verdadeiramente uma espada transpassou tua alma! (...) Até tal ponto a violência da dor transpassou tua alma, que com razão podemos te chamar mais que mártir, porque em ti a participação na paixão do Filho superou muito em intensidade os sofrimentos físicos do martírio” (14: PL 183,437-438).
Bernardo não hesita: "per Mariam ad Iesum": através de Maria somos conduzidos a Jesus.

A PEQUENA MENINA DE NAZARÉ TORNOU-SE A RAINHA DO MUNDO!
Após sua gloriosa Assunção ao céu, a Bem-aventurada Virgem Maria foi coroada pela Santíssima Trindade como Rainha dos homens, dos Anjos e de todo o Universo.
A Igreja recorda esse privilégio em 22 de agosto- festa de sua realeza universal!
Ela nasceu Rainha, porque para tal foi predestinada nos planos da Divina Providência, uma vez que foi eleita por Deus, desde toda a eternidade, para a singularíssima e transcendental missão de Mãe e Medianeira universal: os dois títulos fundamentais de sua realeza.
Na ordem sobrenatural a graça coloca Maria tão acima de toda criatura, que não pode deixar de ser a Rainha natural do mundo (incluídos homens e Anjos) a isto, porém, deve se acrescentar, como sempre, o título jurídico de sua maternidade, fonte de todas suas prerrogativas e funções. Maria é a Mãe do Rei e deve desfrutar das honras de Rainha-Mãe.
Para ser rei dos espanhóis há que ser espanhol, para sê-lo dos franceses necessário ser francês. Para ser rei dos homens, há que ser homem! Ora Maria é a fonte da humanidade de Cristo, logo a Ela se deve o fato de uma das condições necessárias para o reinado de Cristo. Quando ouvimos Jesus prometer a seus apóstolos de os fazer - porque O seguiram se serviram - poderosos em seu reino celeste (Mt. 19, 27-28), pensamos que Aquela da qual Ele recebeu, do berço à sepultura, do presépio do Calvário, um incomparável auxílio, em recompensa deve ser o primeiro personagem e a mais alta influência, depois d'Ele, nos céus. Compreendemos que Ela seja glorificada e exaltada com Ele, na proporção em que com Ele foi humilhada e martirizada.
Maria participou ÍNTIMAMENTE e de maneira muito especial, nas grandezas e nas humilhações de Jesus Cristo, para não ser com Ele coroada de glória e de honra, elevada com Ele acima dos próprios Anjos, partilhando sua soberania, Rainha-Mãe ao lado do Rei seu Filho.

Com razão acreditou sempre o povo fiel, já nos séculos passados, que a mulher, de quem nasceu o Filho do Altíssimo ─ o qual "reinará eternamente na casa de Jacó", como "Príncipe da Paz", "Rei dos Reis e Senhor dos senhores" ─ recebeu, mais que todas as outras criaturas, singulares privilégios de graça. E, considerando que há estreita relação entre a mãe e o seu filho, sem dificuldade reconheceu na Mãe de Deus a dignidade real sobre todas as coisas.
Assim, baseando-se nas palavras do Arcanjo Gabriel ─ que predisse que o Filho de Maria reinaria eternamente ─ e nas de Isabel, que se inclinou diante dela e a saudou como a "Mãe do meu Senhor", Bem como no povo de Jerusalém que com mantos e palmas aclamam Jesus como Rei que entra na cidade montado num jumentinho...compreende-se, claramente, que já os antigos escritores eclesiásticos saudando-a com respeito, chamassem a Maria "Mãe do Rei" e "Mãe do Senhor", dando a entender que, da dignidade e realeza do Filho derivara para a Mãe: grandeza, elevação e preeminência, especiais.
ORAÇÃO A MARIA - MÃE E RAINHA
Na solene cerimônia da proclamação da Realeza de Maria, no dia 1 de Novembro de 1954, o Papa Pio XII formulou a seguinte oração (concedendo quinhentos dias de indulgência, todas as vezes que recitada devotamente).

"Das entranhas desta terra de lágrimas, em que a humanidade sofredora penosamente se arrasta; entre as vagas deste nosso mar perenemente agitado pelos ventos das paixões, elevamos os olhos a Vós, ó Maria, Mãe estremecida, para reconfortar-nos contemplando a vossa glória, e para aclamar-Vos Rainha e Senhora dos Céus e da Terra, Rainha e Senhora nossa.Com legítimo orgulho de filhos queremos exaltar esta vossa realeza e reconhecê-la como a suma excelência de todo o vosso ser, ó dulcíssima e verdadeira Mãe d'Aquele que é Rei por direito próprio, por herança, por conquista.Reinai, ó Mãe e Senhora, mostrando-nos o caminho da santidade, dirigindo-nos e assistindo-nos, a fim de que dele não nos afastemos jamais.Do mesmo modo que exerceis no alto do Céu o vosso primado sobre as milícias dos Anjos, que Vos aclamam sua Soberana; sobre as legiões dos Santos, que se deleitam na contemplação da vossa fúlgida beleza; assim também reinai sobre todo o gênero humano, particularmente abrindo os caminhos da fé a quantos ainda não conhecem o vosso Divino Filho.Reinai sobre a Igreja, que professa e celebra o vosso domínio e a Vós recorre como a refúgio seguro, em meio às calamidades dos nossos tempos. Mas reinai especialmente sobre aquela porção da Igreja que é perseguida e oprimida, dando-lhe a fortaleza para suportar as adversidades, a constância para não se dobrar sob as injustas pressões, a luz para não cair nas insídias do inimigo, a firmeza para resistir aos ataques a descoberto, e em todos os momentos a inquebrantável fidelidade ao vosso Reino.Reinai sobre as inteligências, a fim de que busquem unicamente a verdade; sobre as vontades, a fim de que procurem somente o bem; sobre os corações, a fim de que amem exclusivamente o que Vós mesma amais.Reinai sobre os indivíduos e sobre as famílias, assim como sobre as sociedadee e as nações; sobre as assembléias dos poderosos, sobre os conselhos dos sábios, do mesmo modo que sobre as aspirações simples dos humildes.Reinai nas ruas e nas praças, nas cidades e nas aldeias, nos vales e nos montes, no ar, terra e no mar.E acatai a piedosa oração de quantos sabem que o vosso reino é reino de misericórdia, onde toda súplica encontra acolhida, toda dor conforto, toda desgraça alívio, toda enfermidade saúde, e onde como que a um simples aceno de vossas suavíssimas mãos, da própria morte ressurge sorridente a vida.Concedei-nos que aqueles que agora em todas as partes do mundo Vos aclamam e reconhecem como Rainha e Senhora, possam um dia no Céu gozar da plenitude do vosso Reino, na visão de vosso Filho, que com o Padre e o Espírito Santo vive e reina pelos séculos dos séculos. Assim seja!"
POR QUE USAR O VÉU ?
Juliana Fragetti Ribeiro Lima

Hoje isso é algo considerado “ultrapassado”, “radical” entre outras coisas. Muitos dirão que isso até é reflexo de um costume machista e que inferioriza a mulher e tal. Mas isso não é verdade. Eu estou me referindo ao uso do véu na Santa Missa. Aliás, não só na Santa Missa, mas em qualquer ato de devoção.
Primeiro temos que entender o motivo.
Um deles é bíblico. “Quero, porém, que saibais que Cristo é a cabeça de todo homem, o homem a cabeça da mulher, e Deus a cabeça de Cristo. Todo homem que ora ou profetiza com a cabeça coberta desonra a sua cabeça. Mas toda mulher que ora ou profetiza com a cabeça descoberta desonra a sua cabeça, porque é a mesma coisa como se estivesse rapada.” (1 Co 11.3-5)

Além disso, temos um motivo mais sublime. Muito mais. Não é por homens que o fazemos, mas pelo Senhor. Veja, até os anjos cobrem seu rosto em face de estarem diante de Deus (Is 6.2)!! Os anjos são puros, sem pecado, mas reconhecem o que é estar diante da majestade de Deus, diante do Criador de todas as coisas e cobrem seu rosto. Não iremos nós também nos cobrir diante de Cristo presente no Santíssimo Sacramento?


Hoje se diz muito por aí que “o que importa é o interior”, etc. Mas a grande verdade é que não somos “puro espirito” e sim somos uma unidade de corpo e alma, e o interior e exterior se refletem mutuamente. E, com freqüência, o nosso exterior revela o nosso interior, a nossa fé e espiritualidade.

Além do mais, veja que tudo que é importante na liturgia da Igreja é coberto: o cálice com o Sangue de Nosso Senhor é coberto durante a missa até o momento da consagração, O sacrário, onde fica permanentemente o Corpo de Nosso Senhor, é coberto por um véu frontal. A Virgem Santíssima também. Você já viu uma imagem da Ssma. Virgem onde ela estivesse descoberta? Repare que em todas as invocações que conhecemos dela, a vemos de véu.

O véu por séculos simbolizou a castidade, a modéstia e a santidade da mulher cristã. A Igreja sabendo disso, instava por todos os séculos com suas filhas que o usassem, simbolizando pureza, santidade, humildade, qualidades que vemos em Nossa Senhora. Por que então não adotarmos uma coisa tão simples, mas como vimos, tão cheia de significados?

O uso do véu é algo católico desde o início. Esse santo costume deixou de ser incentivado pois muitas ideologias mundanas querem secularizar tudo que é sagrado, dizendo que é antiquado, anormal. No oriente, porém, esta tradição se mantém muito viva. E nos remete diretamente à Igreja Primitiva.
E infelizmente não só o véu, mas muitas outras riquezas da nossa Santa Igreja. Podemos e devemos restaurar todos os tesouros da nossa Igreja que foram sendo esquecidos com o tempo, voltando assim, os olhos e o coração para as coisas do alto.


Assim é o véu que cobre a mulher, chamada a ser pela Sagrada Comunhão, de forma especial, como a doce e bela Virgem Maria: Sacrário vivo do Corpo de Deus.