O ROSÁRIO SERÁ NOSSA VITÓRIA!
Maria Santíssima revelou ao grande São Domingos de Gusmão, fundador da Ordem dos Dominicanos, um meio fácil e seguro de salvação: o santo Rosário!
Sempre que os homens utilizam o ROSÁRIO, tudo floresce na Igreja, na terra passa a reinar a paz, as famílias vivem em concórdia e os corações são abrasados de amor a Deus e ao próximo.
Nossa Senhora pediu e recomendou que se reze o Terço todos os dias, repetindo o mesmo em todas as Aparições, como que prevenindo-nos para que, em estes tempos de desorientação diabólica, nos não deixemos enganar por falsas doutrinas, diminuindo na elevação da nossa alma para Deus, por meio da oração.
Todas as orações que rezamos no Terço são orações que fazem parte da Sagrada Liturgia; e, mais que uma oração dirigida a Maria, é dirigida a Deus: — O Pai-Nosso foi-nos ensinado por Jesus Cristo, dizendo: "Rezai, pois, assim: Pai Nosso, que estais nos Céus...» — "Glória ao Pai, ao Filho, ao Espírito Santo ...» é o hino que cantaram os Anjos enviados por Deus para anunciar o nascimento do Seu Verbo, Deus feito homem. — A Ave-Maria, bem compreendida, não é menos uma oração dirigida a Deus: "Ave, Maria, gratia plena, Dominus tecum»: Eu Te saúdo, Maria, porque Contigo está o Senhor!
Estas palavras são, com certeza, ditadas pelo Pai ao Anjo, quando o enviou à terra, para que com elas saudasse a Maria.
Na última aparição, em outubro de 1917, a Virgem Maria disse por fim o seu nome: "Sou a Senhora do Rosário"; e voltou a lembrar a recomendação já feita antes: "Continuem a rezar o terço todos os dias".
Foi durante aquela aparição que Nossa Senhora disse às três crianças: " ... Continuem a recitar o Rosário todos os dias em honra de Nossa Senhora do Rosário, para obter a paz no mundo e o fim da guerra..."
Entretanto, o meio de obter a paz para o mundo, para as famílias, para os corações, continua ao alcance de nossas mãos, nas contas benditas do Rosário, que Maria Santíssima trazia suspenso de seu braço quando apareceu em Fátima.
Não é possível expressar quanto a Santíssima Virgem estima o Rosário sobre todas as demais devoções, e como é generosa em recompensar os que trabalham para divulgá-lo.
A tudo isso, acrescenta São Luís Maria Grignion de Montfort: - "Ainda que te encontres à beira do abismo ou já com um pé no inferno ainda que estejas endurecido e obstinado como um demônio, cedo ou tarde te converterás e salvarás, contanto que rezes devotamente todos os dias o santo Rosário, para conhecer a verdade e obter a contrição e o perdão de teus pecados".
Ao ver a Europa ameaçada pelos exércitos do império otomano, que avançavam por mar e por terra, devastando tudo e perseguindo os cristãos, o Papa São Pio V mandou rezar o Rosário em toda a Cristandade, implorando a proteção de Nossa Senhora. Ao mesmo tempo, com o auxílio da Espanha e de Veneza, reuniu uma esquadra no Mar Mediterrâneo para defender os países católicos.
A sete de outubro de 1571, a frota católica encontrou a poderosa esquadra otomana no golfo de Lepanto.
A vitória, que parecia quase impossível, deveu-se à proteção da Virgem Santíssima, a qual - segundo testemunho dado pelos próprios muçulmanos - apareceu durante a batalha, infundindo- lhes grande terror.
A Igreja seria ainda sacudida por muitas tempestades.Já no século XX, quando a Primeira Guerra Mundial estava em seu auge, Nossa Senhora veio, Ela mesma, em pessoa, lembrar aos homens que a solução para seus males estava ao alcance das mãos, nas contas do Rosário: "Rezai o Terço todos os dias para alcançar a paz e o fim da guerra", repetiu Ela maternalmente aos três pastorzinhos, em Fátima.
 PORQUE TE AMO MARIA ?
Teu olhar maternal expulsa meus temores,
Enquanto espero o céu, ó minha Mãe querida,
Contigo hei de viver, cada dia.
Que dizer? Que elogio se há de fazer à Virgem gloriosa e santa? Ela ultrapassa todos os seres, à exceção apenas de Deus; por natureza, é mais bela que os querubins, os serafins e todo o exército dos anjos. Nem as línguas do céu nem as da terra, nem as línguas dos anjos bastam para louvá-la. Virgem bendita, pomba pura, esposa celeste [...], templo e trono da divindade!
Tu és a nuvem luminosa que fez descer Cristo, Ele o brilho resplandecente que ilumina o mundo.
Imensa é a graça concedida a esta Virgem santa. É por isso que Gabriel a cumprimenta dizendo-lhe: «Rejubila, cheia de graça», resplandecente como o céu.
«Rejubila, cheia de graça», Virgem ornada de virtudes sem número. [...] «Rejubila, cheia de graça», tu que sacias os sedentos com as doçuras da fonte eterna. Rejubila, Santa Mãe Imaculada, tu que geraste Cristo, que te precede. Rejubila, púrpura real, tu que revestiste o Rei do céu e da terra. Rejubila, livro selado, tu que deste a ler ao mundo o Verbo, o Filho do Pai.
Santa Mãe de Deus, ovelha imaculada, tu trouxeste ao mundo o Cordeiro, Cristo, o Verbo encarnado em ti. Que maravilha espantosa nos céus: uma mulher vestida de sol (Ap 12, 1), trazendo nos braços a luz!  Que maravilha espantosa nos céus: o Senhor dos anjos que Se torna filho da Virgem. Os anjos acusavam Eva; agora, cumulam Maria de glória, porque Ela levantou Eva da queda e abriu as portas do céu a Adão, outrora expulso do Paraíso.
Quando o anjo te anunciou que serias a Mãe
Do Deus que reinará por toda a eternidade,
Eu te vi preferir, Maria – que mistério! -,
O inefável, luzente ouro da Virgindade.
Compreendo que tua alma, Imaculada Virgem,
Seja mais cara a Deus que o próprio céu divino;
Compreendo que tua alma, Humilde e doce Vale,
Possa conter Jesus, o grande Mar do Amor!…
 
Como te amo, Maria, ao declarar-te serva
do Deus que conquistaste por tua humildade,
Tornou-te onipotente essa virtude oculta.
Ela ao teu coração trouxe a Trindade santa
e o Espírito de Amor, cobrindo-te em sua sombra,
O Filho, igual ao Pai, encarnou-se em teu seio…
Inúmeros serão seus irmãos pecadores,
Uma vez que Jesus é o teu primeiro filho!…
 
Como te amo, Maria, a ti que, em nossas terras,
Fazes desabrochar essa divina Flor!…
Como te amo escutando os pastores e os magos
Guardando, com amor, tudo no coração!…
Amar é tudo dar; depois, dar-se a si mesmo.
Isto provaste ao te tornares nosso apoio.
Conhecia Jesus tua imensa ternura
E os segredos de teu coração maternal.
Ele nos deixa a ti, do pecador Refúgio,
Quando abandona a cruz para esperar-nos no céu.
No Calvário, uma das últimas preocupações de Jesus foi confiar sua Mãe ao apóstolo João: "Eis aí Tua Mãe". O próprio evangelista nos testemunha que "desta hora em diante... a levou para sua casa”
(Jo 19,27).
Para cada pessoa,que como filho também a ama,é um renovado apelo a emprestar-lhe suas mãos para que com elas, Maria continue pelos caminhos do mundo, servindo seu Filho Jesus.
MARIA - ARCA DE SALVAÇÃO PARA O NOSSO TEMPO!
Quaisquer que sejam os inimigos que vos ameaçam, venham eles do Inferno, como o demônio que vos tenta; ou venham do mundo, como os adversários que vos perseguem, invocai o poderoso nome de Maria e a todos vencereis.
"O nome de Maria cura os males do pecador com maior eficácia do que a dos unguentos mais procurados; não há doença, por desastrosa que seja, que não ceda imediatamente à voz desse bendito nome".



Nosso Divino Salvador, se não me engano, no-lo quis recomendar quando, ressuscitando dos mortos, o primeiro nome que aflorou em seus lábios foi o de Maria. Com efeito, dirigindo-se à Madalena, a primeira a quem Ele aparecia após sua Ressurreição, disse-lha (Jo XX, 16): "Maria", para nos significar que o nome de Maria encerra a vida em si mesmo, e se harmoniza tão bem com a vida imortal, que merece ser o primeiro a sair da boca do Salvador, já em possessão da imortalidade.  
 "O nome de Maria desarma o coração de Deus. Não há pecador, por mais criminoso, que pronuncie em vão esse nome. Embora merecesse, por suas faltas, todas as cóleras do céu, ele se vê protegido como por inviolável pára-raios, logo que articule o nome de Maria.
A este nome, o perdão desce infalivelmente sobre as almas pecadoras, não porque tenha Ela o direito de concedê-lo, mas porque é onipotente para implorá-lo.
O nome de Maria abre o coração de Deus e põe todos os seus tesouros à disposição da alma que o invoca.
Quaisquer que sejam vossas próprias fraquezas, provenham elas do orgulho, da inveja, da sensualidade ou da preguiça, confiai vosso débil coração à solicitude da Virgem, invocai o poderoso nome de Maria, e vos vencereis a vós mesmos.
Os espíritos malignos tremem ante a Rainha dos Céus, e fogem como se corre do fogo, ao ouvir seu santo nome. Causa-lhes pavor o santo e terrível nome de Maria, que para o cristão é um extremo amável e constantemente celebrado.
Não podem os demônios comparecer nem poder por em jogo suas artimanhas onde vêem resplandecer o nome de Maria. Como trovão que ressoa no céu, assim caem derrubados ao ouvirem o nome de Santa Maria. E quanto mais se profere este nome, e mais fervorosamente se invoca, mais céleres e para mais longe escapam.
Seja, pois, o nome de Maria venerado por todos os fiéis, sempre amado pelos devotos, vinculado aos religiosos, recomendado aos seculares, anunciado pelos pregadores, infundindo aos atribulados, invocado em toda sorte de perigos. É desejo de Deus que os homens amem a Nossa Senhora, Ele próprio nos dá exemplo e nos incita a amar a Maria: O Padre Eterno A escolheu por Filha sua muito amada; o Filho Eterno A tomou por Mãe, e o Espírito Santo, por Esposa. Toda a Santíssima Trindade A coroou como Rainha e Imperatriz do Céu e da terra, e a constituiu dispensadora de todas as graças.
Devemos amar a Maria Santíssima porque Ela o merece, pelo cúmulo de graças que recebeu sobre a Terra, pela eminência da glória que possui no Céu, pela dignidade quase infinita de Mãe de Deus a que foi exaltada, e pelas prerrogativas inerentes a esta sublime dignidade. (...)
Devemos amar a Maria Santíssima e ser seus devotos verdadeiros, porque a devoção a Ela é um meio poderosíssimo para alcançar a salvação.
Bem-aventurados os que amam a Maria!
Ao amor de Mãe, deve corresponder nosso amor de filhos!
Sendo assim, ao amor de Mãe que nos tem Maria, devemos corresponder com nosso amor de filhos. Pois é justo que nosso coração se mostre conquistado pelo seu.
Devemos nos esforçar por imitá-La. A mais bela homenagem que um filho pode render à sua mãe é de lhe reproduzir os traços em sua própria conduta.
Que nosso coração, portanto, seja semelhante ao de Maria. Antes de tudo, que ele seja puro como o dEla, compassivo, acolhedor, benévolo, generoso. Portanto, que nada exista de duro em nossos pensamentos nem em nossas palavras, em relação ao nosso próximo.
O nome de Maria é como um bálsamo que corre agradavelmente sobre os membros dos enfermos e os penetra com eficácia. Ele é semelhante a este óleo que, por suas unções, reanima e suaviza, dá força, flexibilidade e saúde. Mais do que o nome de todos os Santos. O de Maria nos repousa de nossas fadigas, cura todos os nossos males, ilumina nossa cegueira, comove nosso endurecimento e nos encoraja em nossos desânimos. Maria é a vida e a respiração de seus servidores, a saúde dos enfermos, o remédio dos pecadores
FÁTIMA E A NOVA EVANGELIZAÇÃO
Especialmente em nosso tempo, Maria ampara a Igreja com seu maternal olhar e assim beneficia a Nova Evangelização através de sua mediação universal.
A Santíssima Virgem intervem na História. Sua ação é percebida especialmente a partir da Idade Média, quando um processo de descristianização irrompeu sobre o ocidente.
É assim que também hoje, sobretudo nos nossos dias, depois do premente apelo que nos foi dirigido pelo Santo Padre João Paulo II, fiel devoto da Virgem de Fátima, se reza com fervor, suplicando a Nossa Senhora que obtenha de Deus que a guerra seja esconjurada, que a paz reine e não seja perturbada pelo fragor das armas de destruição.
"Quero que venhais aqui no dia 13 do próximo mês, que continueis a recitar o Rosário todos os dias em honra de Nossa Senhora do Rosário, para obter a paz no mundo e o fim da guerra, porque só ela os poderá ajudar".
Maria, foi a primeira evangelizadora, proclamadora e PORTADORA de Cristo, com poucas palavras que, todavia, vão até ao âmago do Evangelho. A sua vida foi evangelização. Através dos séculos, e ainda hoje, Ela prolonga essa acção evangelizadora nos seus numerosos santuários, meta de um contínuo peregrinar dos homens até à Mãe de Deus e consoladora dos aflitos.
Para os católicos, o mês de maio é consagrado a Maria Santíssima. Trata-se de uma devoção popular de longa data, que foi assumida pela Igreja, para venerar de modo mais significativo a Mãe de Jesus. O amor do povo por Maria vem desde os primórdios do cristianismo. E essa devoção popular se manifesta numa veneração muito grande, sendo louvada pêlos mais diferentes títulos. Ela é a mãe do Deus Salvador, a mãe da Igreja, a mãe de toda a humanidade.
Foi precisamente na escuta do convite que lhes foi feito por Nossa Senhora e do que ela recomendava, que os pastorinhos de Fátima não só recitaram com grande fidelidade o Rosário, mas intensificaram o espírito de sacrifício oferecendo os seus sacrifícios e os notáveis sofrimentos físicos e morais segundo as intenções que a "branca Senhora" lhes tinha recomendado: adorar e amar o Coração de Jesus, presente na Eucaristia e tão ofendido pelos pecados da humanidade rezar e sacrificar-se pela conversão dos pecadores.
Nossa Senhora pediu e recomendou que se reze o Terço todos os dias, repetindo o mesmo em todas as Aparições, como que prevenindo-nos para que, em estes tempos de desorientação diabólica, nos não deixemos enganar por falsas doutrinas, diminuindo na elevação da nossa alma para Deus, por meio da oração.
Apesar do anúncio da salutar punição, Nossa Senhora encontra-se pronta a nos obter de seu Divino Filho o perdão. A condição é que utilizemos os meios por Ela indicados: o aumento na devoção a Ela, a oração e a penitência.
Para salvar as almas "dos pobres pecadores, Deus quer estabelecer no mundo a devoção ao meu Imaculado Coração" - dizia a Santíssima Virgem na aparição de 13 de julho de 1917, ao tratar do cerne de sua mensagem. Porém, não foi esta a única ocasião em que Nossa Senhora se referiu à importância dessa devoção.
A devoção ao Imaculado Coração de Maria é, portanto, um dos principais remédios para a ruína contemporânea.
Nossa Senhora ofereceu-nos, por meio da Irmã Lúcia, um dom de valor inestimável: "Eu prometo assisti-los na hora da IMACULADO CORA?AO_2.jpgmorte com todas as graças necessárias para a salvação dessas almas". Para receber esse benefício, basta ao fiel fazer a comunhão reparadora dos primeiros sábados de cinco meses seguidos, além de se confessar, rezar o terço e fazer quinze minutos de meditação sobre os Mistérios do Rosário. Essa comunhão deve ser oferecida em desagravo à Santíssima Virgem e a seu Divino Filho, pelos pecados e ofensas contra Eles cometidos.
«Rezem o terço todos os dias, para alcançarem a paz para o mundo e o fim da guerra.»
Qual terá sido o motivo por que Nossa Senhora nos mandou rezar o Terço todos os dias, e não mandou ir todos os VIRGEM MARIA.jpgdias assistir e tomar parte na Santa Missa?
Trata-se de uma pergunta que me tem sido feita muitas vezes, e à qual gostava de dar resposta agora. Certeza absoluta do porquê não a tenho, porque Nossa Senhora não o explicou e a mim também não me ocorreu de Lho perguntar. Digo, por isso, simplesmente o que me parece e me é dado compreender a este respeito. Na verdade, a interpretação do sentido da Mensagem deixo-a inteiramente livre à Santa Igreja, porque é a Ela que pertence e compete; por isso, humildemente e de boa vontade me submeto a tudo o que Ela disser e quiser corrigir, emendar ou declarar.
Todas as pessoas de boa vontade podem e devem, diariamente, rezar o seu Terço. E para quê? Para nos pormos em contacto com Deus, agradecer os Seus benefícios e pedir-Lhe as graças de que temos necessidade.
Pelo contrário, os que abandonam a oração do Terço e não tomam diariamente parte no Santo Sacrifício da Missa, nada têm que os sustente, acabando por se perderem no materialismo da vida terrena.
Assim, o Rosário ou Terço é a oração que Deus, por meio da Sua Igreja e de Nossa Senhora, nos tem recomendado com maior insistência para todos em geral, como caminho e porta de salvação: «Rezem o Terço todos os dias» (Nossa Senhora, 13 de Maio de 1917).
JOÃO PAULO II É BEATIFICADO DIANTE DE 1 MILHÃO DE FIÉIS.
Mais de um milhão de pessoas participaram hoje, dia 1º de maio, da beatificação de João Paulo II, uma das maiores da história da Igreja. O evento histórico não tem precedente, já que nos últimos mil anos nenhum papa proclamou seu antecessor como beato.
A celebração de hoje ganha destaque especial também por ser o Domingo da Divina Misericórdia, festa criada por João Paulo II, particularmente devoto e ligado à santa polonesa Faustina Kowalska, religiosa falecida em 1938 e canonizada pelo próprio João Paulo II em 30 de abril de 2000.
A data escolhida para a beatificação é a celebração litúrgica mais próxima da morte de João Paulo II, que faleceu na véspera da festa da Divina Misericórdia em 2005, celebrada anualmente no primeiro domingo depois da Páscoa.Ao entrar na Praça de São Pedro, o papa Bento XVI foi acolhido pela multidão que o saudou em sua passagem com o papa-móvel. A cerimônia começou com o pedido formal de beatificação feito pelo cardeal Agostino Vallini, vigário-geral do papa para a diocese de Roma, que leu também a biografia de João Paulo II. Ao seu lado, estava o postulador da causa, monsenhor Sławomir Oder.
Em seguida, Bento XVI recitou fórmula de beatificação em latim, fazendo o anúncio da data da festa litúrgica em 22 de outubro, (dia da primeira missa de seu pontificado) e foi mostrada uma grande foto que retrata Karol Wojtyla, em 1995. A partir daquele momento, a Igreja católica ganhou um novo beato: o bem-aventurado João Paulo II.“Hoje diante dos nossos olhos brilha, na plena luz de Cristo ressuscitado, a amada e venerada figura de João Paulo II. Hoje, o seu nome junta-se à série dos Santos e Beatos que ele mesmo proclamou durante os seus quase 27 anos de pontificado, lembrando com vigor a vocação universal à medida alta da vida cristã, à santidade”.
Um interminável aplauso, comoção, lágrimas nos olhos de fieis de todas as idades, cantos e abraços inundaram a Praça, que explodiu de alegria.Irmã Tobiana, uma das mais próximas colaboradoras de João Paulo II, e Irmã Marie Simon Pierre, a religiosa francesa que recebeu a graça por sua intercessão e foi curada do mal de Parkinson, levaram as relíquias ao altar: uma pequena ampola contendo o sangue do beato João Paulo II. O caixão com os restos mortais de João Paulo II ficará exposto hoje para veneração, até o último devoto, na Basílica de São Pedro.
João Paulo II era reconhecidamente um líder mundial, um líder da Igreja que teve influência muito forte nos rumos que a Igreja tomou nas últimas décadas. Também o momento de sua longa enfermidade, a forma edificante e exemplar como ele enfrentou esta enfermidade: ele não se retraiu, continuou fazendo tudo aquilo que era possível, mesmo sofrendo visivelmente. Isto gerou no povo comoção, um sentimento de admiração pela forma como enfrentou a enfermidade e no momento decisivo de sua morte. Ele era naturalmente querido pelo povo, se dava muito bem com as multidões, com a juventude. Por isso, sua morte gerou grande comoção no mundo católico, mas não só, e isso levou as pessoas a fazerem este pedido na Praça São Pedro.

 MIL EX-ANGLICANOS ABRAÇAM O CATOLICISMO
Durante a Semana Santa quase mil anglicanos se tornaram católicos e agora fazem parte do Ordinariato Pessoal de Nossa Senhora de Walsingham, na Inglaterra.
Esse ordinariato segue as normas estabelecidas pela Constituição Apostólica "Anglicanorum Coetibus" para os fiéis anglicanos que desejam entrar em comunhão com Igreja Católica. A cifra foi publicada no site do ordinariato (www.ordinariate.org.uk) junto com fotografias e confirma o número publicado no início da Quaresma pelo departamento de imprensa da Igreja Católica na Inglaterra e Gales, que fala de cerca de novecentos anglicanos que começaram o período de preparação para entrar na Igreja Católica.
Vários grupos foram acolhidos nas igrejas e nas catedrais de todo o país durante a Semana Santa e puderam participar das celebrações pascais católicas. No dia de Pentecostes os pastores anglicanos que pediram para entrar em comunhão com a Igreja Católica serão ordenados sacerdotes católicos.  
Na próximas semanas, várias ordenações diaconais e sacerdotais, também de ex-padres anglicanos, começam a ocorrer por toda a Inglaterra. As celebrações foram no Novus Ordo, dado que o Ordinariato ainda não tem um rito próprio definido a partir dos elementos particulares anglicanos.
“É chegado o momento em que Deus pede para o Santo Padre fazer, em união com todos os Bispos do mundo, a Consagração da Rússia ao Meu Imaculado Coração”
A Irmã Lúcia apresentou as condições que era necessário cumprir para fazer de forma válida a Consagração da Rússia segundo Nossa Senhora pediu em Tuy:
1. A Rússia deve ser claramente indicada como objecto da consagração;
2. Cada Bispo deve fazer uma cerimónia pública e solene na sua catedral.
O Papa detém a primazia, não só em assuntos de fé e de moral, mas também da disciplina e governo da Igreja (DS 3060, Cân. 331).
O Papa pode e deve ordenar os Bispos a que se unam a ele na consagração, sob pena de uma sanção justa, como, por exemplo, a suspensão do seu cargo se o não quiserem fazer. Só assim se cumpriria o pedido de Nossa Senhora: a Irmã Lúcia mencionou que "muitos Bispos não deram importância a este ato”. Mas DARÃO importância a este ato sob a ameaça de perderem a sua posição, o bispado, honras, vencimento e confortos, se não estiverem interessados no destino das suas almas. Só assim é que TODOS os Bispos ser uniriam à consagração.
O PODER OCULTO DOS PROTESTANTES
O ATAQUE EM ESCALA MUNDIAL CONTRA O CATOLICISMO

Creio que foi o Cardeal Hume, da Sagrada Congregação do Clero, que disse que na América do Sul havia uma hemorragia de Católicos para o Protestantismo.
Com relação às razões: vamos listar três razões, mas não necessariamente em ordem cronológica:
A primeira razão:
Temos que reconhecer que a América do Sul tem sido alvo do Protestantismo desde os anos 50. O Padre John Harden, um teólogo Jesuíta americano, conta que em 1957, participava de um encontro do CMI -Conselho Mundial de Igrejas - em um cargo oficial para o Vaticano. Nessa reunião, as lideranças do Conselho Mundial de Igrejas incitavam os missionários Protestantes a focar agressivamente a América do Sul com uma campanha de proselitismo a fim de aumentar as conversões. O CMI estava ciente de que a América do Sul era predominantemente Católica, e o objetivo do CMI era romper a força da Igreja Católica na América Latina.
A segunda razão:
O Sr. Nelson Rockfeller, o multi-milhonário globalista e humanista maçom, publicou uma reportagem sobre a América Latina em 1969/1970. Nessa reportagem Rockfeller diz que na América Latina a Igreja Católica NÃO era uma aliada dos Estados Unidos – e que “nós” deveríamos portanto promover várias seitas Evangélicas não-Católicas na América Latina. E acreditem,  Rockfeller foi capaz de fornecer enormes quantias de fundos para espalhar o Protestantismo na América Latina.
Portanto, essas duas informações indicam que a América Latina foi alvo de uma campanha agressiva, organizada e rica do proselitismo Protestante para enfraquecer a Igreja Católica; e para afastar almas da verdadeira Fé.
A terceira razão:
Temos que reconhecer que essa campanha não teria sido bem sucedida se a Igreja Católica na América do Sul opusesse forte resistência; se o clero e os leigos tivessem simplesmente desenrolado a bandeira da Igreja e travado sua própria campanha, corajosa  de contra-reforma.
Mas algo aconteceu que impediu que muitos de nossos Clérigos influentes abandonassem o conceito de Igreja militante; que muitos de nossos Clérigos tivessem vergonha de se engajarem em atividades de contra-reforma. E o mais significativo evento que efetivamente matou a verdadeira militância Católica, que matou as atividades contra-reforma, e que deixou a Igreja aberta aos saques do Protestantismo foi o Vaticano II e o novo e diabólico espírito do 'ecumenismo'.
Este novo espírito de colaboração ecumênica com o Protestantismo efetivamente esmagou as trincheiras de proteção Católica contra os erros do Protestantismo, e os erros do relativismo religioso.  Na verdade isso é contrário ao espírito do Próprio Cristo.
Agora, o novo espírito ecumênico teve um efeito danoso na catequese Católica. Sendo considerado 'ofensivo aos Protestantes' ensinar que a Igreja Católica é a única e verdadeira Igreja. Como resultado, desapareceu de nossos jovens Católicos, a sólida apologética Católica de que só a Igreja Católica é a única e verdadeira Igreja estabelecida por Nosso Senhor. Temos agora duas gerações completas de Católicos e de seminaristas a quem não foram ensinadas esta verdade. 
Aderir ao Protestantismo é abandonar o Sacramento da Confissão.
Aderir ao Protestantismo é abandonar a crença na Presença Real de Nosso Senhor nos Santos Sacramentos.
Aderir ao Protestantismo é abandonar a crença no Sagrado Sacrifício da Missa e a devoção filial a Santíssima Mãe de Deus!
Católicos, não imitem os Protestantes!
Também acho necessário a fim de parar o fluxo de Católicos ao Protestantismo, é importante que , em nossos esforços, não imitemos o Protestantismo ou os maneirismos Protestantes, mas sim, imitemos os santos.
Somente uma sólida apologética de contra reforma, fidelidade à Mensagem de Nossa Senhora de Fátima, e uma aplicação da piedade e zelo missionário dos santos terá grande efeito na evangelização das pessoas e no retorno da America Latina à Fé Católica..
O AMOR É MAIS FORTE QUE A MORTE!
A Ressurreição de Cristo é o triunfo da misericórdia!
Jesus Cristo desceu a mansão dos mortos, ressuscitou ao terceiro dia!
O que é a mansão dos mortos, aos quais Jesus desceu?
(não confundir com o inferno da condenação)
A mansão dos mortos, designa o estado de todos aqueles que, justos ou maus, morreram antes de Cristo. Com a alma unida à sua Pessoa divina, Jesus alcançou, nos infernos, os justos que esperavam o seu Redentor para acederem finalmente à visão de Deus. Depois de com a sua morte, ter vencido a morte e o diabo «que da morte tem o poder» (Heb 2,14), libertou os justos que esperavam o Redentor, e abriu-lhes as portas do Céu.
Que «sinais» atestam a ressurreição de Jesus?
Para além do sinal essencial constituído pelo túmulo vazio, a Ressurreição de Jesus é atestada pelas mulheres que foram as primeiras a encontrar Jesus e o anunciaram aos Apóstolos. A seguir, Jesus «apareceu a Cefas (Pedro) e depois aos Doze. Seguidamente, apareceu a mais de quinhentos irmãos de uma só vez» (1 Cor 15,5-6) e a outros ainda. Os Apóstolos não teriam podido inventar a Ressurreição, uma vez que esta lhes parecia impossível: de fato, Jesus repreendeu-os pela sua incredulidade.
De que modo a Ressurreição é obra da Santíssima Trindade?
A Ressurreição de Cristo é uma obra transcendente de Deus. As três Pessoas atuam conjuntamente segundo o que lhes é próprio: o Pai manifesta o Seu poder; o Filho «retoma» a vida que livremente ofereceu (Jo 10,17) reunindo a Sua alma e o Seu corpo, que o Espírito vivifica e glorifica.
Qual o sentido e a importância da Ressurreição?
A Ressurreição é o culminar da Encarnação. Ela confirma a divindade de Cristo, e também tudo o que Ele fez e ensinou, e realiza todas as promessas divinas em nosso favor. Além disso, o Ressuscitado, vencedor do pecado e da morte, é o princípio da nossa justificação e da nossa Ressurreição: a partir de agora, Ele garante-nos a graça da adoção filial que é a participação real na sua vida de Filho unigênito; depois, no final dos tempos, Ele ressuscitará o nosso corpo.
O que significa a «ressurreição da carne»?
Significa que o estado definitivo do homem não será só a alma espiritual separada do corpo, mas também que os nossos corpos mortais um dia retomarão a vida. 
Qual a relação entre a Ressurreição de Cristo e a nossa?
Como Cristo verdadeiramente ressuscitou dos mortos e vive para sempre, assim Ele próprio nos ressuscitará a todos no último dia, com um corpo incorruptível: «os que tiverem feito o bem para uma ressurreição de vida, e os que tiverem feito o mal para uma ressurreição de condenação»
MARIA ESTÁ NO CÉU EM CORPO E ALMA?
O Senhor só esteve três dias no sepulcro, logo ressuscitou e subiu aos Céus. A morte da Senhora mais parece também um sono breve. É por isso que lhe chamam dormição. Antes de a corrupção lhe poder tocar no corpo imaculado, Deus ressuscitou-A e glorificou-A nas Céus. Não tendo o pecado penetrado nunca na sua alma puríssima, era conveniente que o seu corpo, isento de toda a mancha e do qual o Verbo se encarnou, não chegasse a sofrer a corrupção do túmulo.
S. Agostinho além de afirmar a mesma coisa, também dá três provas disto:
A primeira é que a carne de Cristo e a da Virgem são apenas uma.
A carne que deu carne ao verbo de Deus não poderia se decompor pois Deus preserva da demposição mesmo seus santos veneráveis.
Já que a natureza humana está condenada à podridão e aos vermes, e que Jesus foi poupado desse ultraje, a natureza de Maria também está imune a isso, pois foi nela que Jesus assumiu a sua natureza.
A Segunda razão é a dignidade de seu corpo: O trono de Deus. 
O leito nupcial do Senhor, o tabernáculo de Cristo, deve estar onde Ele próprio está, pois é mais digno conservar este tesouro no Céu do que na Terra.
A terceira razão é a perfeita integridade de sua carne virginal.
 Era adequado que a mãe fosse elevada pelo filho, que subisse para ele como ele descera nela, de que a mãe usufruísse do que pertence ao filho.
Com a morte, que sucede ao corpo e à nossa alma?
Com a morte, separação da alma e do corpo, o corpo cai na corrupção, enquanto a alma, que é imortal, vai ao encontro do Julgamento divino e espera reunir-se ao corpo quando este, transformado, ressuscitar no regresso do Senhor. Compreender como acontecerá a ressurreição supera as possibilidades da nossa imaginação e do nosso entendimento.
Que significa morrer em Cristo Jesus?
Significa morrer na graça de Deus, sem pecado mortal. O que crê em Cristo e segue o Seu exemplo pode assim transformar a própria morte num acto de obediência e de amor ao Pai. «É certa esta palavra: se morrermos com Ele, também com Ele viveremos» (2 Tim 2,11).