FÁTIMA E A NOVA EVANGELIZAÇÃO
Especialmente em nosso tempo, Maria ampara a Igreja com seu maternal olhar e assim beneficia a Nova Evangelização através de sua mediação universal.
A Santíssima Virgem intervem na História. Sua ação é percebida especialmente a partir da Idade Média, quando um processo de descristianização irrompeu sobre o ocidente.
É assim que também hoje, sobretudo nos nossos dias, depois do premente apelo que nos foi dirigido pelo Santo Padre João Paulo II, fiel devoto da Virgem de Fátima, se reza com fervor, suplicando a Nossa Senhora que obtenha de Deus que a guerra seja esconjurada, que a paz reine e não seja perturbada pelo fragor das armas de destruição.
"Quero que venhais aqui no dia 13 do próximo mês, que continueis a recitar o Rosário todos os dias em honra de Nossa Senhora do Rosário, para obter a paz no mundo e o fim da guerra, porque só ela os poderá ajudar".
Maria, foi a primeira evangelizadora, proclamadora e PORTADORA de Cristo, com poucas palavras que, todavia, vão até ao âmago do Evangelho. A sua vida foi evangelização. Através dos séculos, e ainda hoje, Ela prolonga essa acção evangelizadora nos seus numerosos santuários, meta de um contínuo peregrinar dos homens até à Mãe de Deus e consoladora dos aflitos.
Para os católicos, o mês de maio é consagrado a Maria Santíssima. Trata-se de uma devoção popular de longa data, que foi assumida pela Igreja, para venerar de modo mais significativo a Mãe de Jesus. O amor do povo por Maria vem desde os primórdios do cristianismo. E essa devoção popular se manifesta numa veneração muito grande, sendo louvada pêlos mais diferentes títulos. Ela é a mãe do Deus Salvador, a mãe da Igreja, a mãe de toda a humanidade.
Foi precisamente na escuta do convite que lhes foi feito por Nossa Senhora e do que ela recomendava, que os pastorinhos de Fátima não só recitaram com grande fidelidade o Rosário, mas intensificaram o espírito de sacrifício oferecendo os seus sacrifícios e os notáveis sofrimentos físicos e morais segundo as intenções que a "branca Senhora" lhes tinha recomendado: adorar e amar o Coração de Jesus, presente na Eucaristia e tão ofendido pelos pecados da humanidade rezar e sacrificar-se pela conversão dos pecadores.
Nossa Senhora pediu e recomendou que se reze o Terço todos os dias, repetindo o mesmo em todas as Aparições, como que prevenindo-nos para que, em estes tempos de desorientação diabólica, nos não deixemos enganar por falsas doutrinas, diminuindo na elevação da nossa alma para Deus, por meio da oração.
Apesar do anúncio da salutar punição, Nossa Senhora encontra-se pronta a nos obter de seu Divino Filho o perdão. A condição é que utilizemos os meios por Ela indicados: o aumento na devoção a Ela, a oração e a penitência.
Para salvar as almas "dos pobres pecadores, Deus quer estabelecer no mundo a devoção ao meu Imaculado Coração" - dizia a Santíssima Virgem na aparição de 13 de julho de 1917, ao tratar do cerne de sua mensagem. Porém, não foi esta a única ocasião em que Nossa Senhora se referiu à importância dessa devoção.
A devoção ao Imaculado Coração de Maria é, portanto, um dos principais remédios para a ruína contemporânea.
Nossa Senhora ofereceu-nos, por meio da Irmã Lúcia, um dom de valor inestimável: "Eu prometo assisti-los na hora da IMACULADO CORA?AO_2.jpgmorte com todas as graças necessárias para a salvação dessas almas". Para receber esse benefício, basta ao fiel fazer a comunhão reparadora dos primeiros sábados de cinco meses seguidos, além de se confessar, rezar o terço e fazer quinze minutos de meditação sobre os Mistérios do Rosário. Essa comunhão deve ser oferecida em desagravo à Santíssima Virgem e a seu Divino Filho, pelos pecados e ofensas contra Eles cometidos.
«Rezem o terço todos os dias, para alcançarem a paz para o mundo e o fim da guerra.»
Qual terá sido o motivo por que Nossa Senhora nos mandou rezar o Terço todos os dias, e não mandou ir todos os VIRGEM MARIA.jpgdias assistir e tomar parte na Santa Missa?
Trata-se de uma pergunta que me tem sido feita muitas vezes, e à qual gostava de dar resposta agora. Certeza absoluta do porquê não a tenho, porque Nossa Senhora não o explicou e a mim também não me ocorreu de Lho perguntar. Digo, por isso, simplesmente o que me parece e me é dado compreender a este respeito. Na verdade, a interpretação do sentido da Mensagem deixo-a inteiramente livre à Santa Igreja, porque é a Ela que pertence e compete; por isso, humildemente e de boa vontade me submeto a tudo o que Ela disser e quiser corrigir, emendar ou declarar.
Todas as pessoas de boa vontade podem e devem, diariamente, rezar o seu Terço. E para quê? Para nos pormos em contacto com Deus, agradecer os Seus benefícios e pedir-Lhe as graças de que temos necessidade.
Pelo contrário, os que abandonam a oração do Terço e não tomam diariamente parte no Santo Sacrifício da Missa, nada têm que os sustente, acabando por se perderem no materialismo da vida terrena.
Assim, o Rosário ou Terço é a oração que Deus, por meio da Sua Igreja e de Nossa Senhora, nos tem recomendado com maior insistência para todos em geral, como caminho e porta de salvação: «Rezem o Terço todos os dias» (Nossa Senhora, 13 de Maio de 1917).
JOÃO PAULO II É BEATIFICADO DIANTE DE 1 MILHÃO DE FIÉIS.
Mais de um milhão de pessoas participaram hoje, dia 1º de maio, da beatificação de João Paulo II, uma das maiores da história da Igreja. O evento histórico não tem precedente, já que nos últimos mil anos nenhum papa proclamou seu antecessor como beato.
A celebração de hoje ganha destaque especial também por ser o Domingo da Divina Misericórdia, festa criada por João Paulo II, particularmente devoto e ligado à santa polonesa Faustina Kowalska, religiosa falecida em 1938 e canonizada pelo próprio João Paulo II em 30 de abril de 2000.
A data escolhida para a beatificação é a celebração litúrgica mais próxima da morte de João Paulo II, que faleceu na véspera da festa da Divina Misericórdia em 2005, celebrada anualmente no primeiro domingo depois da Páscoa.Ao entrar na Praça de São Pedro, o papa Bento XVI foi acolhido pela multidão que o saudou em sua passagem com o papa-móvel. A cerimônia começou com o pedido formal de beatificação feito pelo cardeal Agostino Vallini, vigário-geral do papa para a diocese de Roma, que leu também a biografia de João Paulo II. Ao seu lado, estava o postulador da causa, monsenhor Sławomir Oder.
Em seguida, Bento XVI recitou fórmula de beatificação em latim, fazendo o anúncio da data da festa litúrgica em 22 de outubro, (dia da primeira missa de seu pontificado) e foi mostrada uma grande foto que retrata Karol Wojtyla, em 1995. A partir daquele momento, a Igreja católica ganhou um novo beato: o bem-aventurado João Paulo II.“Hoje diante dos nossos olhos brilha, na plena luz de Cristo ressuscitado, a amada e venerada figura de João Paulo II. Hoje, o seu nome junta-se à série dos Santos e Beatos que ele mesmo proclamou durante os seus quase 27 anos de pontificado, lembrando com vigor a vocação universal à medida alta da vida cristã, à santidade”.
Um interminável aplauso, comoção, lágrimas nos olhos de fieis de todas as idades, cantos e abraços inundaram a Praça, que explodiu de alegria.Irmã Tobiana, uma das mais próximas colaboradoras de João Paulo II, e Irmã Marie Simon Pierre, a religiosa francesa que recebeu a graça por sua intercessão e foi curada do mal de Parkinson, levaram as relíquias ao altar: uma pequena ampola contendo o sangue do beato João Paulo II. O caixão com os restos mortais de João Paulo II ficará exposto hoje para veneração, até o último devoto, na Basílica de São Pedro.
João Paulo II era reconhecidamente um líder mundial, um líder da Igreja que teve influência muito forte nos rumos que a Igreja tomou nas últimas décadas. Também o momento de sua longa enfermidade, a forma edificante e exemplar como ele enfrentou esta enfermidade: ele não se retraiu, continuou fazendo tudo aquilo que era possível, mesmo sofrendo visivelmente. Isto gerou no povo comoção, um sentimento de admiração pela forma como enfrentou a enfermidade e no momento decisivo de sua morte. Ele era naturalmente querido pelo povo, se dava muito bem com as multidões, com a juventude. Por isso, sua morte gerou grande comoção no mundo católico, mas não só, e isso levou as pessoas a fazerem este pedido na Praça São Pedro.

 MIL EX-ANGLICANOS ABRAÇAM O CATOLICISMO
Durante a Semana Santa quase mil anglicanos se tornaram católicos e agora fazem parte do Ordinariato Pessoal de Nossa Senhora de Walsingham, na Inglaterra.
Esse ordinariato segue as normas estabelecidas pela Constituição Apostólica "Anglicanorum Coetibus" para os fiéis anglicanos que desejam entrar em comunhão com Igreja Católica. A cifra foi publicada no site do ordinariato (www.ordinariate.org.uk) junto com fotografias e confirma o número publicado no início da Quaresma pelo departamento de imprensa da Igreja Católica na Inglaterra e Gales, que fala de cerca de novecentos anglicanos que começaram o período de preparação para entrar na Igreja Católica.
Vários grupos foram acolhidos nas igrejas e nas catedrais de todo o país durante a Semana Santa e puderam participar das celebrações pascais católicas. No dia de Pentecostes os pastores anglicanos que pediram para entrar em comunhão com a Igreja Católica serão ordenados sacerdotes católicos.  
Na próximas semanas, várias ordenações diaconais e sacerdotais, também de ex-padres anglicanos, começam a ocorrer por toda a Inglaterra. As celebrações foram no Novus Ordo, dado que o Ordinariato ainda não tem um rito próprio definido a partir dos elementos particulares anglicanos.
“É chegado o momento em que Deus pede para o Santo Padre fazer, em união com todos os Bispos do mundo, a Consagração da Rússia ao Meu Imaculado Coração”
A Irmã Lúcia apresentou as condições que era necessário cumprir para fazer de forma válida a Consagração da Rússia segundo Nossa Senhora pediu em Tuy:
1. A Rússia deve ser claramente indicada como objecto da consagração;
2. Cada Bispo deve fazer uma cerimónia pública e solene na sua catedral.
O Papa detém a primazia, não só em assuntos de fé e de moral, mas também da disciplina e governo da Igreja (DS 3060, Cân. 331).
O Papa pode e deve ordenar os Bispos a que se unam a ele na consagração, sob pena de uma sanção justa, como, por exemplo, a suspensão do seu cargo se o não quiserem fazer. Só assim se cumpriria o pedido de Nossa Senhora: a Irmã Lúcia mencionou que "muitos Bispos não deram importância a este ato”. Mas DARÃO importância a este ato sob a ameaça de perderem a sua posição, o bispado, honras, vencimento e confortos, se não estiverem interessados no destino das suas almas. Só assim é que TODOS os Bispos ser uniriam à consagração.
O PODER OCULTO DOS PROTESTANTES
O ATAQUE EM ESCALA MUNDIAL CONTRA O CATOLICISMO

Creio que foi o Cardeal Hume, da Sagrada Congregação do Clero, que disse que na América do Sul havia uma hemorragia de Católicos para o Protestantismo.
Com relação às razões: vamos listar três razões, mas não necessariamente em ordem cronológica:
A primeira razão:
Temos que reconhecer que a América do Sul tem sido alvo do Protestantismo desde os anos 50. O Padre John Harden, um teólogo Jesuíta americano, conta que em 1957, participava de um encontro do CMI -Conselho Mundial de Igrejas - em um cargo oficial para o Vaticano. Nessa reunião, as lideranças do Conselho Mundial de Igrejas incitavam os missionários Protestantes a focar agressivamente a América do Sul com uma campanha de proselitismo a fim de aumentar as conversões. O CMI estava ciente de que a América do Sul era predominantemente Católica, e o objetivo do CMI era romper a força da Igreja Católica na América Latina.
A segunda razão:
O Sr. Nelson Rockfeller, o multi-milhonário globalista e humanista maçom, publicou uma reportagem sobre a América Latina em 1969/1970. Nessa reportagem Rockfeller diz que na América Latina a Igreja Católica NÃO era uma aliada dos Estados Unidos – e que “nós” deveríamos portanto promover várias seitas Evangélicas não-Católicas na América Latina. E acreditem,  Rockfeller foi capaz de fornecer enormes quantias de fundos para espalhar o Protestantismo na América Latina.
Portanto, essas duas informações indicam que a América Latina foi alvo de uma campanha agressiva, organizada e rica do proselitismo Protestante para enfraquecer a Igreja Católica; e para afastar almas da verdadeira Fé.
A terceira razão:
Temos que reconhecer que essa campanha não teria sido bem sucedida se a Igreja Católica na América do Sul opusesse forte resistência; se o clero e os leigos tivessem simplesmente desenrolado a bandeira da Igreja e travado sua própria campanha, corajosa  de contra-reforma.
Mas algo aconteceu que impediu que muitos de nossos Clérigos influentes abandonassem o conceito de Igreja militante; que muitos de nossos Clérigos tivessem vergonha de se engajarem em atividades de contra-reforma. E o mais significativo evento que efetivamente matou a verdadeira militância Católica, que matou as atividades contra-reforma, e que deixou a Igreja aberta aos saques do Protestantismo foi o Vaticano II e o novo e diabólico espírito do 'ecumenismo'.
Este novo espírito de colaboração ecumênica com o Protestantismo efetivamente esmagou as trincheiras de proteção Católica contra os erros do Protestantismo, e os erros do relativismo religioso.  Na verdade isso é contrário ao espírito do Próprio Cristo.
Agora, o novo espírito ecumênico teve um efeito danoso na catequese Católica. Sendo considerado 'ofensivo aos Protestantes' ensinar que a Igreja Católica é a única e verdadeira Igreja. Como resultado, desapareceu de nossos jovens Católicos, a sólida apologética Católica de que só a Igreja Católica é a única e verdadeira Igreja estabelecida por Nosso Senhor. Temos agora duas gerações completas de Católicos e de seminaristas a quem não foram ensinadas esta verdade. 
Aderir ao Protestantismo é abandonar o Sacramento da Confissão.
Aderir ao Protestantismo é abandonar a crença na Presença Real de Nosso Senhor nos Santos Sacramentos.
Aderir ao Protestantismo é abandonar a crença no Sagrado Sacrifício da Missa e a devoção filial a Santíssima Mãe de Deus!
Católicos, não imitem os Protestantes!
Também acho necessário a fim de parar o fluxo de Católicos ao Protestantismo, é importante que , em nossos esforços, não imitemos o Protestantismo ou os maneirismos Protestantes, mas sim, imitemos os santos.
Somente uma sólida apologética de contra reforma, fidelidade à Mensagem de Nossa Senhora de Fátima, e uma aplicação da piedade e zelo missionário dos santos terá grande efeito na evangelização das pessoas e no retorno da America Latina à Fé Católica..
O AMOR É MAIS FORTE QUE A MORTE!
A Ressurreição de Cristo é o triunfo da misericórdia!
Jesus Cristo desceu a mansão dos mortos, ressuscitou ao terceiro dia!
O que é a mansão dos mortos, aos quais Jesus desceu?
(não confundir com o inferno da condenação)
A mansão dos mortos, designa o estado de todos aqueles que, justos ou maus, morreram antes de Cristo. Com a alma unida à sua Pessoa divina, Jesus alcançou, nos infernos, os justos que esperavam o seu Redentor para acederem finalmente à visão de Deus. Depois de com a sua morte, ter vencido a morte e o diabo «que da morte tem o poder» (Heb 2,14), libertou os justos que esperavam o Redentor, e abriu-lhes as portas do Céu.
Que «sinais» atestam a ressurreição de Jesus?
Para além do sinal essencial constituído pelo túmulo vazio, a Ressurreição de Jesus é atestada pelas mulheres que foram as primeiras a encontrar Jesus e o anunciaram aos Apóstolos. A seguir, Jesus «apareceu a Cefas (Pedro) e depois aos Doze. Seguidamente, apareceu a mais de quinhentos irmãos de uma só vez» (1 Cor 15,5-6) e a outros ainda. Os Apóstolos não teriam podido inventar a Ressurreição, uma vez que esta lhes parecia impossível: de fato, Jesus repreendeu-os pela sua incredulidade.
De que modo a Ressurreição é obra da Santíssima Trindade?
A Ressurreição de Cristo é uma obra transcendente de Deus. As três Pessoas atuam conjuntamente segundo o que lhes é próprio: o Pai manifesta o Seu poder; o Filho «retoma» a vida que livremente ofereceu (Jo 10,17) reunindo a Sua alma e o Seu corpo, que o Espírito vivifica e glorifica.
Qual o sentido e a importância da Ressurreição?
A Ressurreição é o culminar da Encarnação. Ela confirma a divindade de Cristo, e também tudo o que Ele fez e ensinou, e realiza todas as promessas divinas em nosso favor. Além disso, o Ressuscitado, vencedor do pecado e da morte, é o princípio da nossa justificação e da nossa Ressurreição: a partir de agora, Ele garante-nos a graça da adoção filial que é a participação real na sua vida de Filho unigênito; depois, no final dos tempos, Ele ressuscitará o nosso corpo.
O que significa a «ressurreição da carne»?
Significa que o estado definitivo do homem não será só a alma espiritual separada do corpo, mas também que os nossos corpos mortais um dia retomarão a vida. 
Qual a relação entre a Ressurreição de Cristo e a nossa?
Como Cristo verdadeiramente ressuscitou dos mortos e vive para sempre, assim Ele próprio nos ressuscitará a todos no último dia, com um corpo incorruptível: «os que tiverem feito o bem para uma ressurreição de vida, e os que tiverem feito o mal para uma ressurreição de condenação»
MARIA ESTÁ NO CÉU EM CORPO E ALMA?
O Senhor só esteve três dias no sepulcro, logo ressuscitou e subiu aos Céus. A morte da Senhora mais parece também um sono breve. É por isso que lhe chamam dormição. Antes de a corrupção lhe poder tocar no corpo imaculado, Deus ressuscitou-A e glorificou-A nas Céus. Não tendo o pecado penetrado nunca na sua alma puríssima, era conveniente que o seu corpo, isento de toda a mancha e do qual o Verbo se encarnou, não chegasse a sofrer a corrupção do túmulo.
S. Agostinho além de afirmar a mesma coisa, também dá três provas disto:
A primeira é que a carne de Cristo e a da Virgem são apenas uma.
A carne que deu carne ao verbo de Deus não poderia se decompor pois Deus preserva da demposição mesmo seus santos veneráveis.
Já que a natureza humana está condenada à podridão e aos vermes, e que Jesus foi poupado desse ultraje, a natureza de Maria também está imune a isso, pois foi nela que Jesus assumiu a sua natureza.
A Segunda razão é a dignidade de seu corpo: O trono de Deus. 
O leito nupcial do Senhor, o tabernáculo de Cristo, deve estar onde Ele próprio está, pois é mais digno conservar este tesouro no Céu do que na Terra.
A terceira razão é a perfeita integridade de sua carne virginal.
 Era adequado que a mãe fosse elevada pelo filho, que subisse para ele como ele descera nela, de que a mãe usufruísse do que pertence ao filho.
Com a morte, que sucede ao corpo e à nossa alma?
Com a morte, separação da alma e do corpo, o corpo cai na corrupção, enquanto a alma, que é imortal, vai ao encontro do Julgamento divino e espera reunir-se ao corpo quando este, transformado, ressuscitar no regresso do Senhor. Compreender como acontecerá a ressurreição supera as possibilidades da nossa imaginação e do nosso entendimento.
Que significa morrer em Cristo Jesus?
Significa morrer na graça de Deus, sem pecado mortal. O que crê em Cristo e segue o Seu exemplo pode assim transformar a própria morte num acto de obediência e de amor ao Pai. «É certa esta palavra: se morrermos com Ele, também com Ele viveremos» (2 Tim 2,11).
O EXEMPLO MARAVILHOSO DE TRÊS CRIANÇAS!
Preferiam morrer a não serem fiéis a Deus e a Nossa Senhora de Fátima e à sua Mensagem.
 Repare-se que tudo o que o Administrador de Ourém (Portugal) queria dos três pastorinhos de Fátima (Lúcia, Francisco e Jacinta) era que deixassem de dizer que tinham visto Nossa Senhora, e eles recusaram-se. Ameaçou-os de morte. Lembremo-nos que estas três crianças estavam sozinhas, abandonadas e presas.
 Lembremo-nos de que nem a cólera do Administrador nem as suas ameaças de violência extrema, nem a sua posição de poder, prestígio e autoridade aparentemente sem limites os conseguiu demover. Não obedeceram à ordem de não falar de Nossa Senhora de Fátima e da Sua Mensagem.
Aguentaram todo o poder do Estado que estava a fazer pressão sobre eles, e resistiram às insinuações do pároco, que disse que podia ser coisa do diabo. Sabiam a verdade, e com ela e a graça de Deus, resistiram à fúria do inferno.
Prepararam as almas em pouco tempo para esta batalha graças às suas vidas de oração e sacrifício, invocando as orações e méritos de Jesus e Maria. Procuraram obedecer, durante as suas vidas, a tudo o que Nossa Senhora queria que fizessem. Nossa Senhora correspondeu, fortalecendo-os para esta batalha. 
 Foram levados um a um para, segundo acreditaram, serem fritos em azeite até morrerem. Também nós devíamos, pelo menos de certa maneira, imitá-los, recusando-nos a ficar calados sobre a Mensagem de Fátima. Embora a maior parte de nós disponha apenas de meios limitados para dar a conhecer a Mensagem, todos nós temos alguns meios.
Sabendo que o mundo pode ser completamente destruído pelas terríveis armas de destruição maciça de hoje, e sabendo também que isto pode ser impedido pela oração e pela penitência, como a Santíssima Virgem nos lembrou em Fátima, é a minha obrigação sagrada utilizar estes dois meios de salvação, a oração e a penitência. Se não o fizer, serei culpado da destruição dos povos. A omissão da oração e da penitência – digo isto com toda a seriedade – é um crime contra a humanidade.
Foi o próprio Papa João Paulo II que disse que a Mensagem de Fátima impõe uma obrigação à Igreja.
Fátima é pública!  
Uma revelação privada é uma mensagem enviada por Deus ou por um Santo a um indivíduo, que tem obrigação de crer nela. Mas Fátima não é uma mensagem para uma só pessoa. É uma mensagem pública, dada a toda a Igreja e confirmada por um milagre público e profecias públicas. E as consequências de ignorar os pedidos de Nossa Senhora de Fátima são catastróficas. A Mensagem que a Santíssima Virgem Maria transmitiu em Fátima é uma revelação profética pública.
Fátima é profética
A Mensagem de Fátima é uma profecia. A Igreja examinou-a e concluiu que era boa e que, portanto, temos o dever de a aceitar. Tomar a atitude de que podemos ignorá-la sem consequências é desprezar a profecia.
Compete ao profeta, neste caso a Irmã Lúcia, transmitir a Mensagem tal como Deus lha deu. Compete à Igreja examinar se a profecia vem de Deus, o que já fez. E a Igreja disse: "Sim, esta Mensagem vem de Deus." Então, é a obrigação da Igreja, incluindo o Papa e os Bispos, obedecer a Deus, cuja Mensagem foi dada através do profeta.
Em 1 Tessalonicenses 5:19-21, S. Paulo escreve: "Não extingais o espírito. Não desprezeis as profecias. Mas comprovai todas as coisas e aceitai o que é bom."
OS ERROS DO ECUMENISMO
Assim como Deus não muda, Sua Santa Igreja também não pode mudar de pensamento!

No Terceiro Segredo (de Fátima), está predito, entre outras coisas, que a grande apostasia na Igreja começará pelo alto. Materialmente, a revolta contra a lei de Deus teve o seu princípio quando o Concílio Vaticano II  proclamou o erro do Ecumenismo.
A Igreja não ensina que todos os atos e pronunciamentos que um Concílio faz são infalíveis. O que é infalível é o que o Concílio, em união com o Papa, define solenemente como tal. Quando o Concílio não define, o Concílio não é infalível, e portanto não fala como sendo o Magistério universal e ordinário da Igreja.


João Paulo II reconheceu que o ecumenismo é uma invenção protestante. E foi esta coisa protestante que invadiu a Igreja católica.
O Protestantismo é uma heresia, e o ecumenismo é uma das heresias do Protestantismo.
Houve uma nova reforma na Igreja Católica, que deriva a sua eclesiologia daquela Igreja que parece tão católica mas não é - onde se declara expressamente que não somos de religiões diferentes, que todos formamos uma Igreja Cristã. Somos de denominações diferentes da única Igreja Cristã, quer nos consideremos romanos, católicos, ortodoxos, evangélicos, anglicanos ou, lá por isso, carismáticos.
Tudo isto são as diversas denominações da única Igreja Cristã. Todas professam a sua fé em Jesus Cristo, todas formam uma só Igreja universal. Tudo igual. O ecumenismo é isto. Esta é a eclesiologia do ecumenismo.
Esta é a heresia do ecumenismo!
O homem que está hoje encarregado do ecumenismo na Igreja, o Cardeal Walter Kasper, é um ecuménico; a sua eclesiologia é protestante. 
 O ecumenismo é profundamente oposto à Fé Católica. E isto é claramente evidente quando examinamos o ecumenismo.
Jesus Cristo disse: "Todo o poder Me foi dado no Céu e na Terra. Ide, pois, e ensinai todas as nações; baptizando-as em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo. Ensinando-as a observar todas as coisas que Eu vos ordenei: e eis que estarei sempre convosco, até à consumação dos tempos."

O ensinamento católico sobre a Igreja Católica Romana é que Jesus Cristo, verdadeiro Deus e verdadeiro Homem, fundou a Igreja Una, Santa, Católica e Apostólica, que há-de durar até ao fim dos tempos. Todas as outras religiões são falsas e desagradáveis a Deus, e a menos que uma pessoa deixe as Igrejas falsas e se junte à Igreja Católica Romana (que inclui os Ritos Orientais da Igreja Católica), e persevere na Igreja Católica até à morte, não poderá salvar a alma. A afirmação "Fora da Igreja não há salvação" foi três vezes definida solenemente pelos Papas.

Só há um Deus, e Ele revelou só uma verdade divina. Só há uma revelação divina, e encontra-se na única Igreja que Ele fundou.

O ecumenismo quer conseguir os objetivos da Maçonaria, os objectivos dos comunistas - que incluem o ideal anti-Deus e anti-Cristo de um Governo Mundial, uma Religião Mundial, uma Tirania Mundial para escravizar toda a humanidade.

O Islã é contra a Fé Católica
O ímpio Alcorão diz que os mushriks, o que quer dizer infiéis, blasfemos, idólatras, são os que acreditam que o Deus único tem Três Pessoas. O Islamismo diz que quem crê na Santíssima Trindade é idólatra, infiel; é um mushrik.
Disse Maomé: "Convertei o mundo ao Islão, e a quem não aceitar o Islão, cortai-lhe a cabeça. Matai os mushrik!"
O Islamismo converte pela espada!
 Nossa Senhora de Fátima disse que "os bons serão martirizados." São os mártires que, ao contrário do espírito do diálogo ecuménico, se recusam a ceder perante a ameaça da espada.
Certo padre católico visitou uma mesquita na inglaterra, um clérigo muçulmano disse-lhe: "deve converter-se ao Islã."  O padre respondeu: "Não, não me pode dizer isso, sou um sacerdote católico, creio em Jesus Cristo." E o muçulmano disse-lhe: "Toda a América do Norte deve abraçar o Islão; será uma terra islâmica."
O ecumenismo é impossível !
Os Maometanos, que usam a espada, manejarão a espada e nada conseguirão, a não ser derramar sangue. Mas não conseguirão conquistar o mundo para o Islã.
 O Islamismo é um flagelo; está numa luta de morte contra a Cristandade, contra a Fé Católica. Foi inspirado pelo demónio para fazer guerra contra a Fé em Jesus Cristo.
Está profetizada uma III Guerra Mundial com o Islã.
Sabemos pelo Terceiro Segredo de Fátima, sabemos pelas muitas aparições de Nossa Senhora, foi revelado que haverá uma III Guerra Mundial. Será uma guerra que virá repentinamente de Leste para Oeste.
E haverá uma grande invasão da Europa pelos Maometanos, e haverá grandes atos de terrorismo levados a cabo por Maometanos na Europa e na América do Norte, e na Ásia, onde quer que se encontrem Maometanos. Será uma Jihad organizada à escala mundial. E todos eles atacarão abertamente aqueles a que chamam mushriks, para matar tantos quantos puderem.  
Os Muçulmanos não compreenderam que a promessa de Maomé é falsa. Ainda não abriram os olhos; foram vencidos na Batalha de Lepanto e serão de novo!
O triunfo de Nossa Senhora de Fátima sobre todos os infiéis
Há-de vir o dia, como foi predito por Nossa Senhora à Irmã Elena Aiello, em que os árabes se converterão à Fé Católica. Os anjos hão-de descer do Céu para dar a vitória aos Cristãos, e não aos Maometanos. Sabemos que a Rússia se converterá à Fé Católica, porque Nossa Senhora de Fátima confirmou a Sua promessa com o espantoso Milagre do Sol. Um milagre que só podia ser feito por Deus, então será o fim do Ecumenismo!
ESCRAVIDÃO MUNDIAL OU PAZ ?
...A decisão é do Papa!
"Nossa Senhora afirmou que a Rússia será o instrumento de punição, escolhido pelo Alto, para castigar o mundo inteiro, se não obtivermos, de antemão, o processo de conversão daquele pobre país" ... (Ir. Lucia de Fátima)

O que disse Nossa Senhora sobre a Rússia?
Em 13 de Julho de 1917, durante uma aparição aos três pastorinhos, Ela disse-lhes uma coisa que eles não podiam revelar naquela altura, e que veio a ser conhecida como a “segunda parte” do Segredo. Depois de descrever terríveis castigos que cairiam sobre o mundo se a humanidade não parasse de ofender a Deus, Nossa Senhora disse: “Para o impedir [o castigo do mundo pela guerra, fome e perseguição à Igreja], virei pedir a Consagração da Rússia a Meu Imaculado Coração e a Comunhão reparadora nos primeiros sábados. Se atenderem a Meus pedidos, a Rússia se converterá e terão paz; se não, espalhará seus erros pelo mundo, promovendo guerras e perseguições à Igreja. Os bons serão martirizados, o Santo Padre terá muito que sofrer, várias nações serão aniquiladas. Por fim, o Meu Imaculado Coração triunfará. O Santo Padre consagrar-Me-á a Rússia, que se converterá, e será concedido ao mundo algum tempo de paz.”
Assim, Nossa Senhora descreveu em Fátima a Consagração como algo que Ela viria pedir no futuro.
Entre as pessoas que têm levado Fátima a sério contam-se uma sucessão de Papas, de Bento XV a Bento XVI, tanto antes como depois de a Igreja ter aprovado formalmente a aparição em 1930.
O Papa João Paulo II, que atribuiu publicamente a Nossa Senhora de Fátima o ter salvo a vida no atentado de 1981, consagrou o mundo ao Seu Imaculado Coração durante a sua convalescença em 1981, e outra vez, de forma pública, em 1982.
Novamente, em Março de 1984, João Paulo II consagrou o mundo ao Imaculado Coração de Maria, convidando todos os bispos a unirem-se a ele; muitos bispos (mas não todos, longe disso) participaram em cerimónias simultâneas em várias basílicas por todo o mundo.
Finalmente, em Outubro de 2000, o Papa João Paulo II, novamente numa cerimónia pública, com quase 1.500 bispos presentes, “confiou” o “mundo” ao Imaculado Coração de Maria.
A entrevista da Irmã Lúcia ao 'Sol de Fátima' publicação oficial do Exército Azul em Espanha, em Setembro de 1985:
Pergunta: João Paulo II convidou todos os Bispos a associar-se à Consagração da Rússia, que ele iria fazer em Fátima em 13 de Maio de 1982, e que ele renovaria no fim do Ano Santo, em Roma, em 25 de Março de 1984, perante a imagem original de Nossa Senhora de Fátima. Ele não teria feito, portanto, o que foi pedido?
Irmã Lúcia: Não houve a participação de todos os Bispos e não houve menção da Rússia! 
Então a Consagração não foi feita como foi pedida por Nossa Senhora?  Irmã Lúcia: Não. Muitos Bispos não deram importância a este ato.
A Rússia pode ser consagrada sem ser mencionada? O Vaticano diz que sim; os críticos dizem que não.
Mas esta questão não é a mais importante. A pergunta que exige resposta, mas a que a Santa Sé nunca respondeu publicamente, é simplesmente esta:
Porque é que a Rússia não foi mencionada? Porque isto é tão impensável? Qual é o problema?
Um eminente Cardeal, que era um dos assessores mais próximos de João Paulo II, chegou mesmo a dizer particularmente que o Papa fora aconselhado a não mencionar a Rússia em qualquer cerimónia de Consagração, porque ofenderia os Ortodoxos russos.
Porque é que a Consagração da Rússia havia de ofender os Ortodoxos?
A Consagração de um país não é uma ofensa  ou um exorcismo. É a invocação de uma bênção e proteção especiais.
O fato de Maria distinguir uma nação, em particular, para receber um tal pedido é sinal do Seu afeto maternal especial.
Quando Nosso Senhor disse a Stª Margarida Maria que levasse o Rei de França a consagrar o reino ao Seu Sagrado Coração, a França era um país católico que tinha em grande estima o seu título de “filha mais velha” da Cristandade. Só muito mais tarde é que a Revolução e o Reino do Terror manifestaram os seus males, contra os quais a Consagração poderia ter protegido a França, se tivesse sido feita na altura em que foi pedida.
Poder-se-ia esperar que qualquer nação que venere a Mãe Santíssima visse como um privilégio invejável o ter sido escolhida pela Bem-Aventurada Virgem Maria para uma tal dignidade.
Os Ortodoxos russos veneram Maria, e embora possam não aceitar o milagre e a Mensagem de Fátima, acreditam, ao contrário de algumas denominações cristãs, que Ela pode intervir pessoalmente, e de fato intervem, na história da Humanidade. A sua tradição é rica em milagres marianos e revelações particulares oficialmente aceites e muitas vezes associadas a ícones específicos.
Assim, se os problemas teológicos parecem não impedir, porque é que a Consagração pedida em Fátima ofende os Ortodoxos russos?
Não há uma Maria Católica e uma Maria Ortodoxa; há apenas uma Mãe de Deus, a quem ambas as partes têm recorrido ao longo da história cristã, e em quem ambas as partes depositam uma confiança total.
Os Ortodoxos russos não têm nenhuma razão para se oporem a uma Consagração papal da Rússia com base na religião.
 Isto não constitui um problema para eles.
Maria e o Seu inimigo estão desde o começo da história numa corrida contra o tempo.
Os Católicos e os Ortodoxos russos estão numa posição única para formar uma vanguarda contra o inimigo.
O comunismo pode ter-se encolhido em 1989-1991, mas já há muitas indicações de que está a esforçar-se para voltar, mais forte do que nunca, num futuro próximo!
VIRGEM MARIA OU LÚCIFER ?
Qual foi a criatura mais magnífica criada por Deus?
A palavra Lúcifer tem origem do latim e significa “Estrela da manhã”. Ninguém deve estranhar que um ser maligno tenha um nome tão belo, pois este foi o nome que o Pai dos anjos colocou na criatura ao criá-la. O certo é que este era o seu nome antes de cair.
É preciso entender que a natureza mais magnífica criada por Deus foi a de Lúcifer. A Virgem Maria se santificou dia a dia, com esforço. Ela, com o seu sacrifício, seus atos e a Graça de Deus,conseguiu ser a criatura mais magnífica.
Mas sua magnificência não foi um ato da criação de Deus, e sim de santificação. Tanto, que a criatura mais magnífica que Deus criou em sua natureza, e ele se corrompeu. Deus criou Maria humilde em sua natureza, uma simples mulher e, portanto, inferior aos anjos, mas foi ela quem se santificou.
Lúcifer é a criatura mais perfeita por natureza, Maria por graça;
Lúcifer se corrompe, Maria se santifica;
Lúcifer quer ser rei e não servir, e ao final não é nada; Maria quer ser nada e servir e, no final é rainha.
Além disso, inclusive com relação aos nomes, há um paralelo entre a estrela da manhã angélica (Lúcifer) e a estrela da manhã da redenção (Maria):
- A primeira estrela caiu do firmamento angélico; a segunda estrela se elevou;
- A primeira estrela, que era espírito caiu na terra; a segunda estrela, que era corpo, ascendeu aos céus;
- Lúcifer não quis aceitar o Filho de Deus feito Homem; a Virgem não somente O aceitou como O acolheu em seu ventre;
- Lúcifer era um ser espiritual que, finalmente, se tornou  uma Besta (sem deixar de ser espiritual); Maria era um ser material que finalmente se fez melhor do que um anjo (sem deixar de ser material);
- Lúcifer se bestializou; Maria se espiritualizou.
- Agora existe apenas uma estrela da manhã, que é a Virgem Maria. Pois, ainda que a primeira estrela tenha caído, a segunda brilhou com a luz da graça, muito mais bela e intensamente que a primeira estrela, que brilhou somente com a luz de sua natureza.
Maria é a luminosa estrela da manhã que anuncia a chegada do SOL da justiça - Jesus!