RADICALISMO NO AMOR
Na história da Igreja houve muitos radicalismos no amor, todos contidos no supremo radicalismo de Cristo Jesus.
 Certamente, o amor é o início de muitos movimentos, muitas estruturas, de todo o apostolado, de muitas famílias religiosas. O amor é rico! Traz em si várias potencialidades e difunde nos corações humanos os diversos carismas.
No mundo de hoje, na vida das Nações, da sociedade, dos diversos ambientes e das pessoas, o ódio e a luta são muito fortes. Então, de nós é exigido o amor e uma resposta de amor.
 O amor é mais forte. É uma revolução! Neste mundo tão turbulento por causa das revoluções, cujo princípio é constituído pelo ódio e pela luta, se requer a revolução do amor; é necessário que tal revolução se demonstre mais forte. Este é o radicalismo do amor!
 Houve o radicalismo de São Francisco, Clara de Assis, de Santo Inácio de Loyola, de Charles de Foucauld, Teresa de Calcutá e de tantos outros até os nossos dias.
Faz parte do sonho de boa parte das meninas e adolescentes, construir uma carreira de modelo, cantora, artista, jogador de futebol, etc.; porém quando diz respeito a ser “irmã”, religioso (a) o objetivo parece estar longe de suas expectativas...Para alguns, perguntar:  o que você vai ser quando crescer? Não se sabe resposta, uma vez que querem tudo ao mesmo tempo.
Em meio a tanto barulho, parece contraditório falar em “ouvir a voz de Deus”.
  Vocação significa “talento”, Chamado para uma "ação", mas o significado vai muito mais além, uma vez que representa o chamado de Deus, a fim de sermos capacitados a seguir nosso caminho como construtores do seu Reino, através do Espírito Santo.
Muitos dos nossos irmãos vivem hoje como se não houvesse um Além, sem se importar com a própria salvação eterna. Os homens são chamados a aderir ao conhecimento e ao amor de Deus, e a Igreja tem a missão de os ajudar nesta vocação.
Bem sabemos que Deus é Senhor e a conversão dos homens é obra da graça, mas somos responsáveis pelo anúncio da fé! Pois nosso exemplo e testemunho, move, arrasta e transforma os corações!
São João Maria Vianney quis ser sacerdote para: «Ganhar as almas para o Bom Deus», declarava ele ao anunciar a sua vocação, aos dezoito anos de idade, tal como S. Paulo dizia: «Ganhar a todos» (1 Cor. 9, 19).
O Vigário Geral tinha-lhe dito: «Não há muito amor de Deus na paróquia, vós introduzi-lo-eis». E, na sua paixão sacerdotal, o santo pároco era misericordioso como Jesus no encontro com cada pecador. Preferia insistir sobre o lado atraente da virtude, sobre a misericórdia de Deus diante da qual os nossos pecados são «grãos de areia». Mostrava a ternura de Deus ofendida.
Neste caminho guia-nos e acompanha-nos a Bem-aventurada Virgem Maria. Com Ela e como Ela somos livres para ser santos; livres para ser pobres, castos e obedientes; livres para todos, porque desapegados de tudo; livres de nós mesmos para que em cada um cresça Cristo, o verdadeiro consagrado do Pai. 


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