A MENSAGEIRA DA PAZ PARA O MUNDO
Em sua passagem pela América, Europa, África, Índia, Indonésia e Austrália, chovem bênçãos e maravilhas da graça de tal modo que mal podemos crer naquilo que nossos olhos vêem.” (PioXII)
Em maio de 1945, quando a guerra terrível enviada por Deus para castigar o mundo acabava, os vigários das paróquias católicas de Berlim tiveram a idéia de conduzir uma imagem da Virgem de região em região, para consolidar a paz recentemente conseguida. Naturalmente pensaram em fazer peregrinar uma imagem da Virgem de Fátima, que tinha prometido: “Se escutarem meus pedidos, a Rússia se converterá e haverá paz.”(Fátima, 13 de julho de 1917).
Em 13 de maio de 1947, uma imagem de Nossa Senhora de Fátima, partiu da Cova da Iria, para ir presidir o Congresso Marial de Maastricht, dos Países Baixos e começou a viagem através das fronteiras da Europa e do mundo inteiro.
Ninguém poderia ter imaginado o formidável movimento de oração, de penitência, de conversões e maravilhas de toda espécie que a Virgem Maria provocaria à sua passagem.
 
Desde sua partida da Cova da Iria, os fiéis se apressavam em cercá-la, e as primeiras conversões começavam a acontecer.

Na Espanha contava-se em certas cidades até 100 ou 200 mil fiéis para aclamar a Virgem. Os bispos vinham recebê-la, os chefes políticos das aldeias saldavam-na, o exército apresentava armas. Onde ela passava cinemas e teatros se fechavam e o dia era feriado para que todo mundo pudesse aclamar a Senhora.
A acolhida da França foi mais reservada, o governo chamado da “liberdade” se mostrava irritado por aquela manifestação pouco adequada ao laicismo que tinha vindo ao poder.  A Bélgica foi a mais entusiástica, de novo foram centenas de milhares de peregrinos que aclamaram a Virgem de cidade em cidade, para chegar finalmente ao Congresso de Maastricht, onde os cardeais e bispos da Bélgica, Holanda e Luxemburgo beijaram a branca imagem.
O mesmo entusiasmo das multidões se deram nos Estados Unidos, Canadá, América do sul, África, Ásia e Oceania.
É preciso notar ainda uma nova peregrinação espanhola em 1948, onde a Virgem reuniu 1.500.000 (um milhão e quinhentos mil) fiéis em Madri. Houve quinze curas milagrosas, durante uma missa celebrada para 13.000 doentes.
Um ponto capital deve ser destacado: essas manifestações não eram a expressão de um simples entusiasmo exterior e superficial. Em toda parte houve confissões, comunhões, Rosários, horas de reparação, consagrações individuais ao Imaculado Coração de MariaLigas de oração, ou de penitências foram fundadas para prolongar a irradiação de sua visita.
O Milagre das Pombas
 Um dos mais belos adornos da peregrinação mundial, foi certamente o gracioso prodígio das pombas brancas, misteriosamente atraídas pelas imagens benditas de Nossa Senhora de Fátima.
  O que mais impressionava as testemunhas era a atitude religiosa daquelas pombinhas. Por exemplo, foram vistas se voltarem para o púlpito na hora do sermão, colocarem-se umas à direita, outras à esquerda do Ostensório na exposição do Santíssimo Sacramento. Em Lisboa, em 6 de dezembro, durante a missa solene, uma das pombas, foi ficar em cima da coroa da Virgem, e aí ficou com as asas abertas viradas para o altar o tempo todo que durou as 3 mil comunhões.
 O fenômeno das pombas se manifestou também durante a peregrinação mundial: no Congresso Mariano de Madri (1948) e em muitas dioceses da Espanha, na França, em diversos países da África, nas peregrinações da América do Sul, (sobretudo na Colômbia, em 1950).
É preciso falar agora da atração dos não católicos pela Virgem de Fátima. Em 1986, em Assis, e nas outras cerimônias semelhantes que se seguiram, as autoridades da igreja convidaram as falsas religiões a praticarem seus cultos em público para pedir pela paz do mundo, violando e desrespeitando o 1º mandamento da lei de Deus: “adorarás a um só Deus.”
Durante a peregrinação mundial, ao contrário, Nossa Senhora de Fátima chamou os não católicos, não para praticarem os seus cultos aos seus deuses, mas, para se voltar a Ela, única medianeira junto ao único mediador, Nosso Senhor Jesus Cristo.
Em Patna, na Índia, o governador da província, brâmane, entrou na Igreja e rezou diante da imagem da Virgem.
Numerosos países da Ásia, da África e da Oceania, governadores e prefeitos, pagãos e protestantes, autorizaram e facilitaram procissões que muitas vezes faziam pela primeira vez naquela cidade onde os católicos são uma pequena minoria.

A Virgem Maria exercia uma atração especial sobre os mulçumanos.
Do Marrocos espanhol ao Cairo, a branca imagem foi objeto de toda espécie de homenagem. Os corais mulçumanos pediam favores em seguir as procissões; os imans ensinaram os seus cânticos aos cristãos da cidade sem missionário, arcos de triunfo foram erguidos diante das mesquitas adornadas.
No Paquistão. A Virgem foi escoltada por elefantes e milhares de mulçumanos seguiram a procissão.
Nos Estados Unidos, os protestantes se precipitaram em multidões para junto da imagem de Nossa Senhora. Assim na cidade de Buffalo (estado de New York) que não contava senão algumas dezenas de milhares de católicos, mais de 200 mil pessoas vieram venerar a imagem, “a maior reunião da cidade”, segundo a nota de um relatório policial.

A Virgem de Fátima restauradora de Portugal não manifestou somente seu poder neste país, quis também mostrá-lo no mundo inteiro pelas maravilhas que acompanharam suas peregrinações de país em país. Era um insistente convite a realizar seus pedidos sem demora. Nunca aliás um acontecimento tão espetacular como esta peregrinação especial se tinha visto em toda a história da Igreja, manifestando a importância maior das aparições de Fátima.
Seria desejável que as mais altas autoridades da Igreja prestassem atenção a isto.
O Concílio Vaticano II e os Papas que o aplicaram se entregaram então a uma política ecumênica radicalmente contrária à mensagem de Nossa Senhora e conduzindo-o para a apostasia. É perigoso repelir os planos do Céu. Mas as promessas da Virgem continuam: “Nunca será tarde demais para recorrer a Jesus e a Maria”

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