NÃO TE PROMETO FELICIDADE NESTA VIDA, MAS NA PRÓXIMA!
Em Lourdes, a Virgem nos convida para o céu!
As aparições de Nossa Senhora de Lourdes começaram no dia 11 de fevereiro de 1858, quando Bernadette Soubirous, camponesa com 14 anos, foi questionada por sua mãe, pois afirmava ter visto uma "dama" na gruta de Massabielle, cerca de uma milha da cidade, enquanto ela estava recolhendo lenha com a irmã e uma amiga. A "dama" também apareceu em outras ocasiões para Bernadette até os dezessete anos.
Em 11 de Fevereiro de 1858, Bernadette Soubirous foi com a irmã Toinette e Jeanne Abadie para recolher um pouco de lenha, a fim de vendê-la e poder comprar pão. Quando ela tirou os sapatos e as meias para atravessar a água, junto à gruta de Massabielle, ela ouviu o som de duas rajadas de vento, mas as árvores e arbustos não se mexaram. Bernadette viu uma luz na gruta e uma menina, tão pequena como ela, vestida de branco, com uma faixa-azul presa em sua cintura com um rosário em suas mãos em oração e rosas de ouro amarelo, uma em cada pé. Bernadette tentou manter isso em segredo, mas Toinette disse a mãe.
FOTO ORIGINAL DE BERNADETE SOUBIROUS
Por essa razão ela e sua irmã receberam castigo corporal pela sua história.Três dias depois, Bernadete voltou à gruta com as outras duas meninas. Ela trouxe água benta para utilizar na aparição, a fim testá-la e saber se não "era maligna", porém a visão apenas inclinou a cabeça com gratidão, quando a água foi dada a ela.
A senhora teria dito a Bernadete: "Eu prometo fazer você feliz não neste mundo, mas no próximo".
 Após a notícia se espalhar, as autoridades policiais e municipais começaram a ter interesse. Bernadette foi proibida pelos pais e o comissário de polícia Jacomet para ir lá novamente, mas ela foi assim mesmo. No dia 24 de Fevereiro, a aparição pediu oração e penitência pela conversão dos pecadores.
 No dia seguinte, a aparição convidou Bernadette a cavar o chão e beber a água da nascente que encontrou lá. Como a notícia se espalhou, essa água, foi administrada em pacientes de todos os tipos, e muitas curas milagrosas foram noticiadas. Sete dessas curas foram confirmados como desprovidas de qualquer explicação médica pelo professor Verges, em 1860. A primeira pessoa com um milagre certificado era uma mulher, cuja mão direita tinha sido deformada em conseqüência de um acidente. O governo vedou a Gruta e emitiu sanções mais duras para alguém que tentasse chegar perto da área fora dos limites. No processo, as aparições de Lourdes tornaram-se uma questão nacional na França, resultando na intervenção do imperador Napoleão III, com uma ordem para reabrir a gruta em 4 de Outubro de 1858, Após a cura de seu filho que havia tomado da água da fonte de Lourdes, A Igreja decidiu ficar completamente longe da polêmica.
Bernadette, conhecendo as localidades bem, conseguiu visitar a gruta à noite, mesmo quando vedada pelo governo. Lá, em 25 de março, a aparição lhe disse: "Eu sou a Imaculada Conceição" ("que soy era Immaculada concepciou"). No domingo de Páscoa, 7 de abril, o médico examinou Bernadette e observou que suas mãos seguravam uma vela acesa e mesmo assim não possuiam qualquer queimaduras.
Em 16 de Julho, Bernadette foi pela última vez à Gruta e relatou que "Eu nunca a tinha visto tão bonita antes". A Igreja, diante de perguntas de nível nacional, decidiu instituir uma comissão de inquérito, em 17 de Novembro de 1858. Em 18 de Janeiro de 1860, o bispo local declarou que: "A Virgem Maria apareceu de fato a Bernadette Soubirous". Estes eventos estabeleceram o culto mariano de Lourdes, que, juntamente com Fátima e Guadalupe, é um dos santuários marianos mais freqüentados no mundo, ao qual viajam anualmente entre 4 e 6 milhões de peregrinos.
O RETORNO DE PASTORES PROTESTANTES À IGREJA CATÓLICA
Nos Estados Unidos, berço do protestantismo atual. Estas conversões aumentam a cada dia.
Sim, antes eles eram fortes pilares do Protestantismo e promotores do anti-catolicismo, que agora, voltam à Igreja de Cristo! E com os seus testemunhos atraem como uma avalanche, muitos outros protestantes de todos os continentes.
Só para lembrar alguns deles: Scott Hann, Paul Thigpen, Marcus Grodi, Steve Wood, Bop Sungenis, Julie Swenson, Dave Amstrong, David B. Currie, Tom Howard, Peter Kreeft, Douglas Bogart. Cada um deles em tempos diferentes e com os meios diferentes, mas todos em comum, unidos agora na Igreja Católica. (Efésios 4, 4-5).
 Steve Wood - Ex-diretor de um Instituto Bíblico na Flórida
Ex-pastor da Igreja evangélica “O Calvário”. Fazia os estudos em um Instituto das Igrejas Assembléias de Deus trabalhando em projetos de evangelismo juvenil; era líder de ministérios evangélicos na prisão; organizou um Instituto de estudos bíblicos para adultos e depois fez pós-graduação estudando no famoso seminário evangélico de teologia Gordon-Conwell em Massachusetts.
Um dia quando orava, Deus lhe falou: “Agora ou nunca”. Com a sua conversão ao Catolicismo ele perderia tudo. Perderia o trabalho como pastor e teria dificuldades em sustentar a família. “Eu tinha estudado 20 anos para ser um ministro protestante e Deus me falou: Faça, agora!… E eu fiz isto”.
 Marcus Grodi - ex-ministro protestante formado em Teologia e Bíblia. Fez os estudos de teologia no seminário protestante Gordon-Conwell em Boston, Massachussetts.
Marcus afirma: “Eu só quis ser um bom pastor”, mas um dia perguntou-se a si mesmo: “Eu estou ensinando a verdade ou o erro? Como eu posso estar seguro se em outras igrejas a mesma leitura Bíblica tem várias interpretações diferentes?”.
Estudou história da Igreja e soube através da Bíblia que não poderia continuar a ser um protestante. Concluiu que a verdade absoluta só se encontrava na Igreja católica. “Sou mais completo na Igreja dos Apóstolos”, disse ele.
 Scott Hann - Ex-pastor presbiteriano e ex-professor de teologia protestante.
Era um anti-católico dos mais radicais de sua época.
O seu excelente conhecimento como pastor e teólogo protestante e o testemunho de conversão para a Igreja católica faz deste servo de Deus um fascinante defensor da verdade. Milhares de protestantes e centenas de pastores voltaram ao Catolicismo com o testemunho deste ex-pastor.
Paul Thigpen -. Ex- editor e escritor de várias revistas protestantes.
Foi educado em uma Igreja presbiteriana do sul. Levou a sério, os estudos religiosos na Universidade de Yale. Foi Pastor e missionário na Europa, depois passou para a Igreja Batista, Metodista, Igreja Anglicana e depois para uma Igreja Pentecostal. Finalmente fez estudos para obter doutorado em História da Teologia que o facilitou ao caminho para a Igreja Católica.
 David B. Currie - Ex-ministro evangélico do qual muitos o chamavam de “O Mestre em Divindade”.Ele nasceu e cresceu como um protestante fundamentalista, seu pai era um pastor. David fez curso de teologia no “Trindade Universidade Internacional” em Deerfield, Illinois. Depois obteve seu “Mestrado em teologia Bíblica” no “Trindade Escola de Divindade Evangélica”.
O que o levou a ser Católico? Sua resposta se baseia em duas coisas: O estudo da Bíblia o fez descobrir que a Palavra de Deus o guiou para o Catolicismo e o segundo é que a mesma Bíblia mostrou para ele que a Igreja Católica é a única Igreja fundada por Cristo.
 Alan Stephen Hopes - ex- Pastor e Bispo Anglicano nomeado por João Paulo II
Pastor Anglicano convertido ao Catolicismo, foi nomeado bispo auxiliar de Westminster por João Paulo II.  
Nasceu em Oxford, em 1944. Foi recebido na Igreja Católica em 04 de Dezembro de 1995.
Depois de dois anos como vigário da paróquia de Nossa Senhora da Vitória, de Kensington, foi nomeado Padre da Paróquia de Nosso Redentor, em Chelsea, tornando-se depois, em 2001, vigário geral da arquidiocese.
Monsenhor Hopes é um dos pastores Anglicanos que abandonaram a Igreja da Inglaterra depois que a ordenação sacerdotal de mulheres foi aprovada naquela igreja.
Todos eles são agora verdadeiros Católicos e 100% Cristãos. Eles acharam a abundância da vida Cristã na única Igreja fundada por Cristo.


MARIA E A RENOVAÇÃO DA IGREJA
Toda autêntica renovação da Igreja deve vir acompanhada de um aumento do amor à Santíssima Virgem. Quem não compreende isto, fica na superfície das mudanças.
Hoje em dia, existem opiniões opostas sobre a importância atual da Santíssima Virgem. Alguns creem que, para ser um cristão moderno, é preciso deixar de lado estas antigas devoções de nossos avós. Segundo eles, a Mãe de Deus, os Santos e outras coisas mais já passaram de moda.
 Para ser um cristão moderno, é preciso abandonar realmente todos esses costumes religiosos de antes? O que nos interessa, concretamente, é saber se a Mãe de Deus e a devoção a Ela têm importância para a Igreja renovada e para o mundo de amanhã.
Todos nós sabemos que a Igreja está num processo de rápidas mudanças. E deve ser assim: se o mundo muda, a Igreja deve ir se adaptando a sua nova mentalidade.
A verdadeira renovação se produz apenas quando há um crescimento interior, no espírito. Sem isso, as formas novas não são mais que formas ocas.
Certo, as formas em que expressamos, hoje em dia, nosso carinho a Maria, podem ser diferentes das de ontem. Mas se nosso amor a Ela não cresce, então não podemos falar de renovação da Igreja. Não há vida nova, aonde não há amor novo.
Na Mãe de Deus resplandece justamente todo esse espírito novo que a Igreja necessita para enfrentar os problemas do mundo de hoje e para construir o mundo de amanhã.
Maria como o Grande Sinal no céu nos indica o único caminho de renovação verdadeira, e que nos dá forças para vencer todos seus obstáculos e perigos.
Assim a Igreja de hoje se converte, com Ela e como Ela, em Grande Sinal de salvação para nosso tempo.
Olhemos, por isso, para esse Grande Sinal no céu, para nos deixar penetrar por sua luz! Descubramos, Nela, a imagem da Igreja do futuro, dessa Igreja mariana que deseja o Espírito Santo! Descubramos, na luz da Santíssima Virgem, também a imagem do homem novo, que em Maria se fez perfeita realidade. Construamos, renovados no espírito da Mãe de Deus, a Igreja e nossa sociedade!
200 MIL PESSOAS ACOMPANHAM SÃO SEBASTIÃO !
Procissão do padroeiro do Rio de Janeiro vira apoteose de fé e devoção.
 Num belíssimo espetáculo de fé e amor ao padroeiro da cidade, a população do Rio de Janeiro homenageia São Sebastião com uma belíssima e emocionante procissão. Desde cedo, fiéis lotaram a Igreja de São Sebastião, no bairro da  Tijuca, vestindo a cor característica do Santo, o vermelho.
O local  é conhecido por guardar três relíquias da cidade: a pedra fundamental, que deu origem ao Rio, os restos mortais de Estácio de Sá, fundador da cidade e a imagem do Santo Padroeiro, que teria sido trazida pelo próprio Estácio de Sá para a fundação da cidade.
A Arquidiocese do Rio de Janeiro realizou missas, procissão, espetáculo teatral, apresentação de um novo CD com cânticos em louvor a São Sebastião, além de coletar alimentos para doação. O tema da festa deste ano é "São Sebastião, jovem discípulo de Jesus Cristo", que também é uma preparação para a Jornada Mundial da Juventude que acontecerá no Rio em 2013.
Ao passar em frente ao INCA (Hospital do Câncer), Dom Orani, arcebispo do Rio, abençoou os doentes, médicos e familiares. Ao chegar à Avenida Chile, num grande palco foi encenado o Auto de São Sebastião.
Logo após, com a relíquia do santo, Dom Orani deu a bênção à cidade e aos fiéis.
São Sebastião tem sido aquele que o Rio de Janeiro invoca como o seu protetor, seu padroeiro, desde a fundação da cidade. Por isso, durante 13 dias fazemos visitas e celebrações com a imagem em locais públicos, paróquias, capelas, empresas e outros locais, para que possam vir à tona os valores que São Sebastião carrega como o respeito ao outro, de amor ao próximo e à Deus, fazer o bem e não desanimar com os problemas.
Ao contrário de outras capitais, o Rio tem seu feriado no dia do padroeiro e não na data de sua fundação - dia 1º de março. Para historiadores, essa diferença se deve à tradição do feriado de São Sebastião, celebrado desde 1568.
São Sebastião nasceu em Narbonne,sul da França, por volta do século 3. Pertencente a uma família cristã, ele foi batizado enquanto criança. Anos mais tarde, seguindo a carreira militar em Roma, foi nomeado capitão pelo Imperador Diocleciano por sua fidelidade e valor. Na posição de chefe, ele aproveitava para melhor confortar os cristãos quando denunciados ou condenados à morte. Diocleciano, identificando Sebastião como verdadeiro cristão, o deteve e forçou a renegar sua fé. Sem fazer a vontade do imperador, o santo foi amarrado a um tronco de árvore e alvejado por flechas.
Resistindo à tortura, ele sobreviveu e manifestou ao imperador sua reprovação pela violência praticada contra os cristãos. Essa atitude custou a condenação à morte, ocorrida a pauladas no ano 303. Desde então tornou-se protetor da humanidade contra a peste, fome e guerra!

*Fotos Jornal O GLOBO/JB -RJ
SÃO SEBASTIÃO - O SANTO DA PAZ
Sinal de vitória para o Rio de Janeiro!
A cidade maravilhosa do Rio de Janeiro - Brasil, que será palco do mundo durante a Jornada Mundial da Juventude (JMJ) em 2013 revela em suas raízes históricas que foi fundada à luz da fé debaixo da proteção do mártir São Sebastião, patrono da cidade, muito festejado pelos cariocas em 20 de janeiro.
Durante a trezena de preparação à festa do padroeiro, a imagem do glorioso mártir Romano foi levada em peregrinação pelo Arcebispo da cidade, Dom Orani João Tempesta, a diveros lugares da cidade tais como: O Cristo Redentor, Hospitais, Quarteis militares, rádios, jornais, Escolas de Samba. etc..
A devoção a São Sebastião no Brasil especialmente no Rio de Janeiro, foi trazida pelos portugueses, que no século 16 durante a Batalha das Canoas, travada na Baía de Guanabara, puderam ver a figura do santo no céu vestida de armadura de soldado, anunciando a vitória dos portugueses sobre os franceses calvinistas. Desde então Estácio de Sá, fundador da cidade, em agadecimento pela vitória alcançada, elegeu São Sebastião como  padroeiro e protetor da cidade junto de Deus.
A cidade do Rio de Janeiro, festeja seu padroeiro já fazendo uma preparação para a Jornada Mundial da Juventude em 2013, durante os festejos foi lançado um CD com músicas religiosas do padroeiro, direcionadas aos jovens, cujo título é "São Sebastião acolhe a juventude!"
Já na manhã do dia 20 de janeiro acontece a "Corrida de São Sebastião" um torneio esportivo pelas ruas do Aterro do Flamengo, próximo ao monumento de São Sebastião (abaixo) e que se torna também local de evangelização onde as pessoas podem se inscrever nas Pastorais da Arquidiocese do Rio de Janeiro.
Sendo um jovem capitão Romano, martirizado por seu amor a Cristo e à Igreja, São Sebastião torna-se Modelo para toda a juventude e sinal importante na preparação para a JMJ do Rio de Janeiro.
É belo e consolador constatar que muito jovens tornam-se discípulos de Cristo e membros atuantes da igreja, atraídos pelo exemplo de São Sebastião, modelo de coragem, fé, bravura, fidelidade e fortaleza cristã. 
Na JMJ em 2013 perceberemos como São Sebastião acolhe a Juventude do mundo inteiro!

A FORTALEZA DOS MÁRTIRES
O Sangue dos mártires é semente de novos cristãos!
Quinze imperadores romanos empregaram durante muitos anos todas as suas forças para exterminar a religião cristã. Sob o império de Diocleciano, que declarou a nona perseguição, foram trucidados, em um só mês, 17 mil cristãos, sem contar os milhares e milhares que foram desterrados.
Apesar de martirizarem a estes confessores de Cristo de toda a maneira imaginável, dilacerando-os com unhas de ferro, queimando-os em grelhas incandescentes, aplicando tochas ardentes a seus corpos, atormentando-os com outros horrores, o número dos que estavam prontos a morrer por sua fé não diminuía, antes crescia cada vez mais.
Agora pergunto: Se não fosse verdadeira essa fé professada pelos mártires e até hoje pela Santa Igreja, e se Deus não os tivesse assistido, como poderiam suportar aqueles horrendos tormentos e submeter-se a uma morte tão cruel? 
 Que mártires, porém, podem apresentar as seitas separadas da Igreja Católica?
Possuem elas talvez um São Sebastião que mesmo depois de ser flechado cruelmente e abandonado semi-morto ainda volta diante do imperador Romano para denunciar sua crueldade contra os cristãos sendo em seguida morto a pauladas e boladas de chumbo e o corpo jogado no esgoto de Roma.
Imaginemos a fortaleza destes luzeiros da fé, como por exemplo um S. Lourenço que, enquanto era assado na grelha, transbordava de alegria, oferecendo por gracejo ao tirano em pasto seus membros assados pelo fogo?
Pelo dom da Fortaleza, o Espírito Santo nos move de maneira tal que podemos superar todas as dificuldades, fugir de todos os perigos e ter no coração a força divina para superar e vencer as nossas fraqueza. Tudo posso naquele que me conforta...
Os mártires da Santa Igreja são esses exemplos vivos para os cristãos de hoje que apesar de viverem em meio as calúnias e perseguições mostram que a Igreja é eterna e nada poderá destruí-la!
A única coisa que o mundo nos ensina é a reclamar de tudo e de todos, e isto só nos enfraquece cada vez mais; isto nos desanima e nos força a “entregarmos os pontos” para o adversário.
 Mas qual o segredo da fortaleza dos Mártires? O que permitia que os mártires superassem as dificuldades, os sofrimentos, as provações? A resposta é simples: Eles eram homens e mulheres eucarísticos. Eles lavaram suas vestes no sangue do cordeiro!
Quem poderá separar-nos do amor de Cristo? A tribulação, a angústia, a perseguição, a fome, a nudez, o perigo ou a espada? Mas em tudo isto somos vencedores, graças Àquele que nos amou. (Rom 8, 35.37-39)
Feliz o homem que suporta a provação, porque depois de ter sido provado receberá a coroa da vida, que o Senhor prometeu àqueles que O temem. (Tg 1, 1)
GLORIOSO SÃO SEBASTIÃO
20 DE JANEIRO
Intercessor da humanidade contra a peste, fome e guerra!
São Sebastião nasceu em Narbona, nas Gálias, sendo educado em Milão, terra de sua família. O desejo de auxiliar seus irmãos nas perseguições levou-o a escolher a carreira das armas. Sabia que os soldados de Cristo, cobertos pelas armaduras dos soldados de César, podiam introduzir-se facilmente nas prisões para reanimar a coragem dos confessores da Fé.
Dotado de singular dom da palavra, de tal maneira inflamava seus ouvintes nas enxovias que chegou mesmo a converter o carcereiro da principal prisão romana, o primeiro escrivão do Tribunal Romano e sua esposa, e até o Governador da capital do Império, Cromácio, com toda sua família. Destes novos convertidos, vários sofreram o martírio e são cultuados como santos pela Igreja.
Depois de ter encaminhado para o Céu uma quantidade inumerável de mártires, denunciado por um cristão apóstata, o santo incorre na desgraça de Diocleciano. O Imperador chama-o e o repreende por observar tão mal suas obrigações. O santo responde que, considerando ser uma loucura pedir favores e socorros a pedras (os ídolos), havia adorado sem cessar a Nosso Senhor Jesus Cristo, tanto pela salvação do Príncipe como de todo o Império.
Descontente, o Imperador entregou-o aos arqueiros da Mauritânia (África), os quais, por sua ordem, cravaram-no de flechas de todos os lados. Ele foi abandonado como morto no local do suplício. Mas Santa Irene, viúva do mártir São Castulo, e que tinha seus aposentos no próprio palácio imperial, vindo para enterrá-lo segundo os costumes cristãos, encontrou-o ainda vivo e o levou para sua casa, onde recobrou pouco a pouco a saúde perfeita.
Os cristãos exortaram-no a sair de Roma. Mas, depois de ter invocado a Deus, o herói colocou-se numa escadaria por onde deveria passar Diocleciano e enfrentou-o,
Diocleciano ficou surpreso ao vê-lo, pois o acreditava morto, conforme suas ordens. O santo explicou-lhe que Jesus Cristo lhe havia devolvido a ;vida para que protestasse diante de todo o povo contra aquela injustiça extrema. O Imperador, em cólera, fê-lo conduzir imediatamente ao hipódromo do palácio, para que ali o espancassem até morrer.
Temendo que os cristãos o venerassem como mártir, mandou lançar o corpo no esgoto de Roma, a Cloaca Máxima, onde ficou pendurado num gancho. Sebastião apareceu em sonho a Santa Lucina, viúva, matrona das mais estimadas na Cidade Eterna, indicando-lhe o local em que estava seu corpo, pedindo que o enterrasse nas catacumbas, à entrada da gruta dos Apóstolos.
A vidente executou religiosamente essa ordem, passando trinta dias junto de seu túmulo. Isto se deu no ano de 304.
 "Glorioso mártir São Sebastião, valoroso padroeiro e defensor da cidade do Rio de Janeiro, vós que derramastes vosso sangue e destes vossa vida em testemunho da fé em Nosso Senhor Jesus Cristo, alcançai-nos do mesmo Senhor, a graça de sermos vencedores dos nossos verdadeiros inimigos: o ter, o poder e o prazer, que fazem viver sem fé, sem esperança e sem caridade.
Protegei, com a vossa poderosa intercessão, os filhos desta Terra. Livrai-nos de toda epidemia corporal, moral e espiritual.
Fazei que se convertam aqueles que, por querer ou sem querer, são instrumentos de infelicidade para os outros. E que o justo persevere na sua fé e propague o amor de Deus, até o triunfo final. São Sebastião, Advogado contra a Epidemia, a Fome e a Guerra, rogai por
nós. Amém!
Rezar o Pai Nosso, Ave Maria e Glória ao Pai".

Ladainha de São Sebastião

São Sebastião, Intrépido Capitão de Jesus Cristo,
Rogai por nós!
Valente Defensor da Santa Igreja,
Fiel imitador dos Apóstolos,
Coluna Inabalável do Evangelho,
Invencível atleta da fé Católica,
Morada do Espírito Santo,
Farol da Santa doutrina cristã,
Estrela radiante de sabedoria e humildade,
Protetor contra as Guerras,
Radiante luzeiro de Justiça e caridade,
Guardião perpétuo da Juventude,
Defensor poderoso contra a fome e as epidemias,
Escudo vitorioso contra os ataques do Inferno,
Esmagador invicto dos inimigos da Fé,
Patrono e modelo dos militares,
Socorro imediato contra as doenças e as calamidades,
Restaurador da Paz entre os Homens,
Consolação e Esperança dos prisioneiros,
Profeta e Vítima do amor de Jesus Cristo,
Guerreiro defensor de vossos devotos,
Advogado dos desesperados e dos pecadores,
Querubim abrasado de zelo pela glória de Deus,
Porta Estandarte da Cruz,
Servo e mensageiro da Santíssima Trindade,
Príncipe dos mártires militares,
Auxilio urgente e eficaz em nossas necessidades,
Cujo corpo foi dolorosamente transpassado por setas,
Que fostes cruelmente humilhado e açoitado,
Que sofrestes um duplo e heróico martírio;
Que tudo renunciastes para ganhar a Cristo,
Manso como um cordeiro levado ao sacrifício,
Confortado pelos anjos em vosso martírio,
Coroado de Incomparável glória no céu,
Admirável Padroeiro do Rio de Janeiro,
Intercessor nosso junto ao trono do Altíssimo,
cuja memória durará por todo os séculos,
Honra e glória da Igreja triunfante
Glorioso mártir São Sebastião:
Nas minhas dúvidas, orientai-me;
Com vossa espada poderosa, salvai-me
Da fome e das doenças, afastai-me;
Das setas do maligno, defendei-me,
Dos vícios e das drogas, libertai-me
O caminho da Justiça e da verdade, mostrai-me;
Com o sangue precioso que derramastes, lavai-me!
Santo Guerreiro da Justiça e da Vida, amparai-me;
Das secas, das tempestades e da guerra, livrai-me;
Com o fogo do Espírito Santo, transformai-me;
Do medo e da violência, protegei-me;
Com a Santíssima Virgem Maria, abençoai-me
Na hora de minha morte, serenai-me e conduzi-me em vossa companhia ao Reino celestial.
(Autor: Lucio Paulo Gouvea - RJ)
MARIA É A ESTRELA QUE NOS CONDUZ A JESUS
"Vimos sua estrela e viemos adorá-lo!" ( Mt.2,2)
Os antigos acreditavam que cada homem nascia sob a proteção de uma estrela. Maria é esta estrela. Estrela da manhã porque foi ela quem precedeu, na mente do Altíssimo, ao dia da Criação. Foi ela quem precedeu ao dia da Redenção. Desde que se levantou radiosa, sempre seu brilho venceu o das demais e nunca teve o ocaso sombrio do pecado. Feliz aquele que se deixa guiar por esta Estrela. Mais recentemente o Papa a declarou Estrela da Nova Evangelização. 
Nm 24,17: “Eu vejo – mas não agora, eu o contemplo – mas não de perto: um astro procedente de Jacó se torna chefe, um cetro se levanta procedente de Israel. E esmaga as têmporas de Moab...” A estrela de Jacó é Maria que descende do grande patriarca. E Jesus é o cetro que se levantou de Israel e feriu os capitães de Moab, isto é, o mal e a morte, e nos deu a vitória.
Maria Santíssima que reina gloriosa no céu trabalha misteriosamente na terra, mostrando a seus filhos o caminho da verdade.
Cristo é a luz do mundo, é o Sol da Justiça. Cristo nasceu de Maria. A igreja recorda freqüentemente esse mistério de Maria: Fonte de Luz (São João Damasceno); Janela do céu pela qual o Pai derramou sua luz (São Fulgêncio); Maria é a Mãe da Luz: da luz que ilumina os próprios Serafins; da Luz que ilumina os últimos confins da terra; da Luz que disse Eu sou a luz do mundo; da luz que iluminou todas as coisas que estão no céu e na terra (Santo Epifânio).
Deus prometeu através do profeta Malaquias: “Para vós que temeis o meu Nome brilhará o Sol da Justiça” (Ml 3,20). Esse Sol é o Cristo Salvador, que faz Maria resplandecer com sua Luz, pois Ele é a luz do mundo (Jo 8,12). Por isso São João viu Maria no Apocalipse como “uma mulher vestida com o sol” (Ap 12,1).
A nós que muitas vezes erramos o caminho, cegos pelas ilusões do mundo, Nossa senhora nos aponta aquele que é o “Caminho, a Verdade e a Vida” (Jo 14,6) dizendo-nos como nas bodas de Cana “fazei tudo o que Ele vos disser” (Jo 2,5).
Assim como por meio da estrela do mar os navegantes são orientados para o porto, assim os cristãos por meio de Maria são conduzidos para a glória.
 Gn 9, 8-17. Quando Deus fez as pazes com a terra, depois do dilúvio, deixou um símbolo agradabilíssimo de união e de paz: o arco-íris. E, no Novo Testamento, para mostrar a sua misericórdia para com os homens, deixou não apenas um símbolo, mas um verdadeiro traço de união: a Virgem Maria.
O arco-íris foi o sinal da aliança depois do dilúvio. Maria foi o sinal da aliança depois do pecado.
Ela é o auxílio do cristão para que, com a proteção dela, trave o combate da fé com intrepidez, permaneça firme na doutrina dos apóstolos e caminhe seguro entre as tempestades do mundo.
As portas do paraíso que Eva fechou foram abertas por ti, Virgem Maria.
 Maria é porta radiante de luz, pela qual, Cristo, Luz do Mundo, refulgiu para nós. A Igreja não duvida disto: pela bem aventurada Virgem Maria, de quem nos veio o Salvador, nos descerão dons da graça celeste e se nos abrirá a feliz porta do céu.
Ao pé da cruz, Maria recebeu de Jesus agonizante a missão de ser mãe de todos os que seriam seus discípulos (Jo 19,26).
Se o Filho se encarna, precisa de uma Mãe que o dará à luz permanecendo Virgem. Além disso, essa Mãe deve ser digna dele quanto seja possível, logo, antecipadamente terá todos os privilégios que Deus pode conceder. Por conseguinte receberá todas as honras que comporta a sua condição.
A SANTA MÃE DE DEUS E RAINHA DO CÉU
No antigo Israel era a mãe do Rei que sentava no trono da Rainha (1Reis 2, 19).
Um anjo é enviado por Deus para anunciar que Maria viria a se tornar a Mãe do Messias, o eterno Rei de Israel (Lucas 1,26-2). Maria fica intrigada com o estranho modo de saudação que o anjo usa. Ela é saudada como alguém de grande importância, O anjo a chama de "cheia de graça", indicando que não tem necessidade ou espaço para mais favores divinos diferentemente de outros seres humanos.
Não tem necessidade de perdão, nem tampouco pode receber honra e glória maiores daquelas que já possui. Este ponto é muito importante. Pelas palavras do Anjo na verdade, pela Palavra inspirada de Deus ficamos sabendo que Maria foi colocada, pela superabundante graça de Deus, no ápice da criação e perfeição. Isto foi feito em preparação para o seu papel na História da Salvação.
É importante observar que Maria não tinha consciência do seu destino até este momento. O anjo precisou informar os planos que Deus tinha para ela, para que ela então pudesse aceitar ou rejeitar sua missão.
O Anjo diz a Maria que ela foi favorecida por Deus com a graça extraordinária para ser a Rainha de Israel, a "gebirah" ou "Grande Senhora". Maria soube imediatamente que o seu Filho seria o Messias e que ela estava destinada a ser a eterna Rainha de Israel.
O anjo então explica a Maria como Jesus será concebido. Ele também informa que Isabel, a mãe de João Batista, também concebeu miraculosamente um filho em sua velhice.
Isabel é um modelo profético da Antiga Aliança. Seu filho, João Batista, será o último profeta de Israel assim como Jesus será o primeiro profeta da Nova Aliança e o maior profeta de todos os tempos. Com efeito, a partir desta passagem, podemos compreender que Maria é um tipo de representação da Igreja, cuja missão é entregar Jesus para a salvação do mundo.
Isabel chama Maria de "a mãe do meu Senhor", apontando para Jesus da mesma forma que seu filho João Batista apontará posteriormente. Mesmo sendo um bebê no ventre de Isabel, João Batista obtém permissão do Espírito Santo para reconhecer a voz de Maria.  
Este fato está bem atestado nas Escrituras para nos mostrar que aqueles que são movidos pelo Espírito Santo reconhecem em Maria a fortíssima proximidade de Jesus. A bênção de Isabel — "Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto de teu ventre!" — foi incorporada para sempre na antiga oração da Igreja, a Ave Maria.
Apocalipse 11, 19-12, 6 "O templo de Deus que está no céu se abriu, e apareceu no templo a Arca da sua aliança. Houve relâmpagos, vozes, trovões, terremotos e uma grande tempestade de granizo. Um sinal grandioso apareceu no céu: uma Mulher vestida com o sol, tendo a lua sob os pés e sobre a cabeça uma coroa de doze estrelas..."
Na verdade, a cena que descreve a Arca não termina abruptamente; ela certamente continua, indicando que a Arca e a Mulher celeste são a mesma coisa e estão intimamente associadas na visão de João. Outros sinais que apontam para esta Mulher como sendo uma imagem de Maria: ela está grávida e seu filho governará as nações (Cristo); a lua sob os seus pés é a Igreja sob a Rainha dos Céus, a Igreja militante reflete imperfeitamente a luz de Cristo em contraste com a Igreja triunfante nos céus, cuja luz é o próprio Cristo (Apoc. 21, 23). Em acréscimo, ela é a inimiga do Dragão (Apocalipse 12, 17), o qual em Apocalipse 20, 2 é identificado como Satanás, "a antiga Serpente", que lutará e perseguirá a descendência da mulher (Gênesis 3,15).
No Apocalipse de João a Arca da Aliança é uma mulher, a mãe do Messias.