UM SONHO PROFÉTICO

Em 30 de Maio, Dom Bosco contou ter visto em sonho, uma terrível batalha no mar, desencadeada por uma multidão de embarcações, pequenas e grandes, contra um único majestoso navio, símbolo da Igreja. Esse navio, várias vezes atingido, mas sempre vitorioso, era guiado pelo Papa. Este navio (a Igreja) manteve-se seguro entre duas colunas saídas do mar. A primeira tinha em cima uma grande hóstia onde se liam as palavras “Salus credentium” (salvação dos que crêem); na outra coluna, mais baixa, estava a estátua da Imaculada com as palavras “Auxilium Christianorum” (Auxílio dos cristãos).
O Santo Cardeal Schuster, disse a um salesiano: “Quanto a visão das duas colunas, que apareceram a Dom Bosco. Diga a seus superiores que a façam reproduzir em imagens e postais e as difundam por todo o mundo católico, porque essa visão de Dom Bosco é de grande atualidade: a Igreja e o povo cristão só se salvará com estas duas devoções: A Eucaristia e Maria, Auxílio dos Cristãos”.Dom Bosco, por humildade chamou-a “um sonho”, mas a história confirmou a “profecia do vidente”.

Muitos dos sonhos proféticos de Dom Bosco se aplicam a esta época em que vivemos porque vemos claramente como a Igreja está sendo atacada em seus princípios mais elementares. A Igreja nunca foi inimiga do homem ou da humanidade, apesar da afirmação dos ateus que a Igreja atrasou o progresso da humanidade, se considerarmos as crises no clima, as tsunamis e o aquecimento global, sem nos referirmos as crises econômicas e a fome de milhares enquanto outros milhares sofrem de obesidade mórbida. Se este é o resultado do progresso que nos promete inundações e efeito estufa nos cozinhando em banho-maria e nos matando aos poucos, realmente poderemos dizer que este progresso não foi bem vindo apesar de não querermos largá-lo de maneira alguma.

Os frutos do Cristianismo neste mundo são evidentes e poderíamos afirmar com toda certeza de que a sociedade sem estes princípios Cristãos tornaria a ser tribos de animais lutando entre si até a morte, como acontecia no passado e ainda acontece até hoje em várias partes do mundo.
Na visão profética de Dom Bosco, foram destacados dois pilares básicos de nossa fé; a Eucaristia e a Virgem Maria, e são justamente estes dois símbolos de nossa fé que mais são atacados nos dias de hoje, os homens sem fé denigrem a imagem da mãe de Jesus de todas as maneiras possíveis, tudo isso para levar os homens a menosprezá-la julgando-a como uma simples pecadora igual a todos nós e assim sem qualidades ou méritos que possam ser
seguidos pelos filhos de Deus.


São João escreveu no Apocalipse 12 vers. 13
O Dragão, vendo que fora precipitado na terra, perseguiu a Mulher que dera à luz o Menino. 15. A Serpente vomitou contra a Mulher um rio de água, para fazê-la submergir. 17. Este, então, se irritou contra a Mulher e foi fazer guerra ao resto de sua descendência, aos que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus.
Tudo o que acontece hoje já havia sido anunciado por Deus, para que realmente saibamos que Ele está conosco e nos dará a vitória.

A BELEZA DE MARIA
Eis por que, antes mesmo de descer nEla, cumulou-a com Suas graças, preservou-A com a arte de um Deus e todo o amor de um Filho, como o Seu tabernáculo, com a substância de que Ele mesmo queria ser feito. Ela era desde então "cheia de graça".
Mas em que consistia esta beleza de Maria?...
Diz Santo Alberto Magno, que a Virgem ultrapassou em graça e em beleza a todas as mulheres, pois possuiu em supremo grau a perfeição de que foi capaz um corpo mortal e que a natureza nada podia fazer de mais excelente".
(Quaest. sup. missus est, 15, 3)
"Convinha, e este é o pensamento de S. Dionísio, que o Filho de Deus e a Mãe de Deus fossem dotados, no mais eminente grau, de todas as perfeições da natureza e da graça: - "O Filho, por causa de Sua união substancial à divindade; a Mãe, por causa da união íntima com Deus, a mais perfeita depois da que é própria ao Seu Divino Filho".
Maria é a criatura que mais se aproxima da beleza de Deus e que dEle trouxe o reflexo mais puro. Convinha que a Mãe do nosso Pontífice fosse como Ele "santa, inocente, imaculada, separada dos pecadores e mais elevada que os céus".
Era necessário ao novo Adão, como o fora ao primeiro, "uma auxiliar semelhante a si mesmo". Era necessária a plenitude de vida, de vida natural e de vida sobrenatural; era necessária a beleza encantadora! Ela embeleza a religião e a Igreja.
No Credo Seu nome esparge como que um sorriso sobre os demais dogmas.
Seu exemplo, Sua ação nas almas faz florescer na Igreja as mais belas e heróicas virtudes
!

Desde o momento de Sua Conceição Imaculada (Gên.3,15), a Virgem santa descobriu em Deus tanta amabilidade, que Seu coração pulsou unicamente para Ele. E o que dá toda perfeição ao Seu amor é que, sem visar os Seus interesses pessoais, e sem outro desejo que o de agradar a Deus, Ela O amou puramente, por Ele mesmo, isto porque, sendo infinitamente amável, merece ser soberanamente amado.
E quem avaliará a intensidade deste amor?...
Diz um santo que, quando Maria transportava o menino Jesus, podia-se exclamar: "Eis o fogo que carrega o fogo". Isto é tão verdade que, se se reunissem o amor de todos os serafins, de todos os apóstolos, de todos os bem-aventurados, todos esses amores juntos se assemelhariam a uma centelha diante do vasto incêndio do amor de Maria. É o que faz dizer a Ricardo de São Lourenço que "os serafins, embora sejam todo amor, teriam podido descer do céu, para vir aprender no sagrado coração de Maria o amor de Deus"."O Espírito Santo penetrou Maria com Suas celestiais chamas, assim como o fogo penetra o ferro de modo que nada se vê e nada se sente nela, que não seja o fogo do amor divino"

E, pois com muita razão, conclui São Bernardo, que São João A viu sob o emblema de uma mulher revestida do sol (Apoc.12,1), pois Ela foi tão estreitamente unida a Deus, que nenhuma outra criatura a poderá jamais igualar".
"Esta caridade ardente tornou Maria tão bela aos olhos do Senhor, observa santo Tomás de Vilanova, que, arrebatado de amor por Ela, Ele desceu do céu para o Seu seio, e revestiu-Se de nossa humanidade!

"Ó poder da Virgem, uma filha da terra tocou e arrebatou o coração de Deus".
Ela não deseja que nós A amemos, senão para nos fazer amar cada vez mais ao Seu Divino Filho.
Ó Maria, aqui na terra o homem vai empós da beleza, para dar-lhe seu coração e suas afeições, deixa-se ofuscar por um pequeno raio, por uma sombra que passa! Por que não se apegaria ele ao contemplar-Vos... como o seu coração se dilataria a este espetáculo, como se encheria deste amor puro, ardente, forte como a morte, que Vossa beleza faz nascer em todos aqueles que A contemplam!...
Como disse certa vez Santa Bernadete de Lourdes: "A Santa Virgem é tão bela que eu desejaria morrer para vê-la novamente!"


Nossa Senhora de Guadalupe - Os Mistérios da Imagem

Nossa Senhora de Guadalupe, a padroeira das Américas, tem um templo dedicado na Cidade do México há quase quinhentos anos. Milhões de pessoas já receberam graças extraordinárias através da intercessão da Virgem Maria, que apareceu ali com o "rosto do povo latino-americano". O que pouca gente sabe é que a Imagem de Nossa Senhora de Guadalupe guarda mistérios incríveis até hoje inexplicáveis pela ciência.

Tudo começou num sábado, 9 de dezembro de 1531, na cidade do México que, nessa época, já era uma grande cidade, de origem asteca, com mais de duzentos mil habitantes. A cidade existia antes da chegada dos espanhóis. Com a chegada desses, um grande número de astecas tornou-se cristão. Muitos, porém, não abandonavam sua antiga religião que exigia milhares de sacrifícios humanos durante o ano. Era uma verdadeira carnificina retratada com fidelidade arqueológica pelo cineasta Mel Gibson, no filme "Apocalipto".

Dentre os convertidos ao cristianismo, um índio foi escolhido por Nossa Senhora para apresentar ao mundo um dos mistérios mais intrigantes de que se tem notícia. O índio se chamava Cuauhtlatohayc na língua asteca. Seu nome de batismo era Juan Diego.

No sábado, 9 de dezembro de 1531, às seis horas da manhã, Juan Diego caminhava de sua aldeia para a missão franciscana de Tratetolco, na cidade do México, onde iria participar da missa. Quando chegou aos pés do monte Tepeyac, às margens do lago Texcoco, uma jovem lhe apareceu, ordenou que ele fosse até o bispo, o franciscano dom Juan de Zumárraga, e lhe pedisse que construísse um templo ali, naquele lugar.


No mesmo dia, quando Juan Diego volta para sua aldeia, vê a jovem novamente e lhe conta que o bispo não acreditou em suas palavras. Por isso, Juan Diego pede que ela escolha outro mensageiro, pois ele era "apenas um índio, da casta mais inferior dos homens", segundo suas próprias palavras. A jovem, porém, insiste que Juan volte a falar com o bispo e lhe peça a construção do templo. No dia seguinte, domingo, Juan Diego fala novamente com o bispo, mas este lhe pede um sinal. O índio transmite a mensagem. A Virgem pede ao índio que volte no dia seguinte para receber o sinal.

No dia seguinte, porém, Juan Diego não volta porque seu tio fica muito doente, à morte. Por isso, ele sai à procura de um sacerdote e evita o caminho de sempre temendo encontrar "a jovem". Mesmo assim, ela aparece, diz que seu tio ficará curado e o manda colher flores no alto do monte. Elas serão o sinal que o bispo pediu. Era inverno, não era época de flores. Mesmo assim, Juan Diego vai, encontra as flores, colhe várias, coloca-as em seu poncho asteca chamado "tilma" e vai levá-las ao bispo.


Diante do bispo, Juan Diego abre o poncho e deixa cair as flores dizendo que este era o sinal enviado pela jovem. Quando as flores caem, aparece no poncho de Juan Diego a imagem que hoje nós conhecemos como de Nossa Senhora de Guadalupe. O assombro se apodera de todos. O tio de Juan Diego fica curado milagrosamente e dom Juan de Zumarraga leva o poncho para seu oratório. Poucos dias depois, o bispo faz uma procissão que leva a imagem até o local onde será construído o templo. Nessa procissão, acompanhada por milhares de astecas, um deles é ferido acidentalmente tendo sua veia jugular cortada e morre, após perder todo seu sangue. A festa parece terminar em tragédia. Os índios levam o morto até os pés da imagem e este volta a viver milagrosamente. A partir de então, os sacrifícios humanos da religião asteca, param de acontecer. A Rainha, vinda do céu, devolve a vida a um morto! Os astecas passam a ter outra visão sobre a vida humana e sobre Deus. Começa a construção do templo pedido pela Virgem, com grande auxílio dos astecas e de D. Juan de Zumarraga que arregaça as mangas e trabalha com todos.

Essa é a história contada de forma muito, mas muito resumida. O templo, pedido pela virgem de Guadalupe, existe até hoje. Porém, foi construído um outro, maior e mais moderno, que consegue atender ao imenso número de fiéis que o procuram sem cessar.



O MANTO MILAGROSO


Existem transcrições dos diálogos travados entre Juan Diego e a Virgem, que são de uma beleza e de uma simplicidade sem igual. Porém, este não é o foco do presente artigo. Vamos, então, observar alguns dos mistérios que envolvem a imagem de Nossa Senhora de Guadalupe conservada até hoje no poncho de Juan Diego, basílica da cidade do México.

  • O primeiro fato que chama a atenção é a conservação do poncho após quase quinhentos anos. Com efeito, esse poncho é feito de um material muito rústico extraído de um cacto abundante na região chamado maguey. Trata-se de uma fibra vegetal trançada manual e rusticamente. Era a principal vestimenta dos homens astecas até a primeira metade do século XVI. Se fosse colocada dentro de uma bolha que a isolasse de todas as influências ambientais externas, duraria no máximo, uns vinte anos. O poncho de Juan Diego, ao contrário, tem quase quinhentos anos e não apresenta nenhum sinal de deterioração.


Em 1979, ou seja, 448 anos depois do aparecimento da imagem, a Igreja autorizou que se fizessem estudos científicos sobre o poncho. Tais estudos, feitos por cientistas renomados, duraram mais de oito meses e constataram fatos inexplicáveis. O primeiro é que as fibras do poncho estão em seu estado perfeito de conservação, como se fossem novas. E não foram encontrados nenhum rastro de material conservante em toda a extensão do poncho. Esta conservação deixa os cientistas perplexos. Sabe-se, através de documentos históricos da Igreja, que o poncho ficou exposto sem nenhuma proteção durante 116 anos, de 1531 a 1647. Só depois disso foi colocado dentro de uma proteção de vidro.

Nesse tempo, ele sofreu a ação de um grande número de agentes físicos e ambientais que acelerariam sua deterioração, como fumaça de velas, sol, chuva, calor, frio, umidade, o toque das mãos do povo e, principalmente, salitre, pois a cidade do México ficava no meio do lago Texcoco, que era altamente salgado. Hoje, o lago é seco, mas na época, não. O lago exalava uma umidade salitrosa muito corrosiva. Materiais de prata e bronze se corroíam em menos de um século naquela região por causa do salitre do lago. A exposição do poncho a todos esses agentes durante 116 anos causaria sua deterioração em pouco tempo. Porém, os séculos passam e ele não apodrece. Trata-se de um grande mistério que a ciência ainda não conseguiu explicar.

Fato marcante aconteceu em 14 de novembro de 1921. Um anarquista chamado Luciano Pérez depositou um arranjo de flores sobre o altar diante da imagem. As flores, porém, escondiam uma carga de dinamite. Às 3 horas da madrugada uma violenta explosão sacudiu a basílica. Ficaram destruídos o altar de mármore, vasos, castiçais, os vidros da basílica e de prédios vizinhos e um grande crucifixo de bronze, que ficava em frente à imagem ficou quebrado e retorcido. O poncho com a imagem, porém, nada sofreu. O crucifixo de bronze é conservado até hoje na basílica, quebrado e retorcido, como prova de mais este fenômeno extraordinário que envolve a imagem de Nossa Senhora de Guadalupe.

A imagem de Nossa Senhora que se vê no poncho de Juan Diego encerra ainda muitos outros mistérios, como, por exemplo: não se trata de uma "pintura". A maneira como a imagem está no poncho, não é conhecida até o presente momento. A figura da Virgem não está colada, nem impressa, nem pintada no poncho. A 10 centímetros de distância, não se vê a imagem, só a trama rústica do tecido. Ampliações dos olhos de Nossa Senhora de Guadalupe feitas por equipamentos modernos, permitiram ver, em suas pupilas, a cena, o momento em que Juan Diego abre o poncho. Uma das figuras humanas que se vê na pupila dos olhos da imagem corresponde a uma pintura de dom Juan de Zumarraga feita na Espanha, por volta de 1528. Quem poderia imaginar uma coisa dessas em 1531?
A imagem de Nossa Senhora de Guadalupe contém ainda vários simbolismos que os astecas compreendiam perfeitamente. Depois da aparição, constatou-se que os sacrifícios humanos cessaram em todo o México.

E mais! O manto de Nossa Senhora de Guadalupe, traz, no seu lado direito, a posição das estrelas no céu da América do Norte e, no lado esquerdo, o céu da América do Sul. Por isso, ela é chamada de "Padroeira das Américas".

PROFANAÇÃO DA VIRGEM DE GUADALUPE

Na localidade de Maywood, Califórnia,USA- uma imagem de Nossa Senhora de Guadalupe foi esfaqueda. Os vândalos que invadiram a Igreja a noite ainda escreveram o número 666 na parede da paróquia e espalharam excrementos humanos pelo chão, misturados com molho de tomate, um verdadeiro ato de profanação.

A fé católica está sendo cada dia mais perseguida mundo afora. Enquanto tanto se fala contra o preconceito e a intolerância religiosa, irresponsáveis propagam o terror e tentam a força impor suas ideologias.

Querem acabar com o nosso amor a Maria, mas nunca vão conseguir não. Apesar destes protestantes empestando o mundo, o povo ama Nossa Senhora, e isso nunca vai deixar de ser assim. Sobre a Virgem Santíssima, nunca se falará o bastante. Ela nunca será louvada o bastante!

Em tempos de ecumenismo -"unidade, unidade” – clamam alguns. Concordamos, a unidade sem dúvidas é um valor a ser buscado, mas nunca por si mesmo. “Unidade por unidade”, não. Unidade, só na Verdade! E é verdade que a Virgem Santíssima é a Mãe de Deus, é Rainha dos Céus, é Medianeira de Todas as Graças, e deve ser louvada por todos aqueles que querem ser seguidores de Nosso Senhor Jesus Cristo – fora disso não pode haver unidade verdadeira!

MULHER ATINGIDA POR UM RAIO DÁ O SEU TESTEMUNHO!


MORREU, MAS MILAGROSAMENTE RECUPEROU A VIDA PLENA, ISTO ACONTECEU RECENTEMENTE EM BOGOTÁ NA COLÔMBIA, OS REPRESENTANTES DA IGREJA CATÓLICA PERMITIRAM A DIVULGAÇÃO DE SEU TESTEMUNHO EM TODO O MUNDO POIS CONFIRMARAM A SUA VERACIDADE E O GRANDE BEM QUE ISTO PODE PROPORCIONAR ÀQUELES QUE LHO OUVIREM.


Drª Glória Polo é uma dentista residente em Bogotá na Colômbia, num dia de tempestade estava voltando para casa com seu esposo e um sobrinho, quando, passando por perto de algumas arvores, ela e seu sobrinho foram atingidos por um raio, ambos faleceram no local.
O que se seguirá agora serão os momentos após sua morte:
Glória Polo sentiu uma tremenda dor e logo após um grande alívio, sentiu-se livre e flutuando, e pôde visualizar os acontecimentos que sucederam logo após seu acidente fatal, ela foi socorrida e levada para um hospital onde conseguiram reanimar seus batimentos cardíacos, porém seus ferimentos eram gravíssimos, queimaduras em grande parte do corpo, órgãos internos praticamente destruídos, um buraco no peito, ela permanecia em coma profundo, mesmo com vida, foi diagnosticado morte certa e se por acaso sobrevivesse
teria diversas seqüelas graves.

Neste período Gloria Polo chegou a sentir-se viva mais logo entrou em coma profundo novamente, voltando a estar livre de seu corpo começando “como se diz” um processo de retorno ao Pai, mas sua frágil vida continuou lhe prendendo a este mundo.
Ela pôde visualizar toda sua vida passada, como num julgamento final, e se viu uma péssima pessoa. Ela que era uma Mulher de posses, vivia bem financeiramente, gostava de ostentar-se, tinha muitos preconceitos e muito orgulho, vivia com indiferença uma fé frágil e não valorizava a Igreja como deveria. Em relação ao seu Matrimônio também percebeu que não o vivia de acordo com a vontade de Deus e que havia muitos erros em sua maneira de ser e viver que precisavam ser reavaliados na sua vida.
Teve uma experiência do Céu, do Purgatório e do inferno e lógicamente se permanecese Morta sua alma estaria perdida e certamente sua morada eterna seria mesmo o inferno e Ela teve certeza disso.

Glória Polo ao sentir que suas ações na terra não lhe garantiriam o Céu, apelou pela Misericórdia divina:
”E com essa vergonha tão grande e essa dor, comecei a gritar: “Jesus Cristo! Senhor, tenha compaixão de mim! Perdoe-me! Por favor, me dê uma segunda oportunidade!”

”E este foi o momento mais belo, não tenho palavras para descrever este momento. Ele baixa e me tira daquele oco. Quando Ele me recolhe, todas estas coisas caíram ao chão. Ele me levanta e me leva a uma parte plana, e me diz com todo esse Amor: “Vamos voltar, você vai ter uma segunda oportunidade” (…), e me diz que não é pela oração da minha família. Porque “é normal que eles orem e clamem por você, mas foi pela intercessão de todas as pessoas alheias ao seu sangue, que não te conhecem e choraram, oraram e elevaram seu coração com muitíssimo amor por você.”

E começo a ver como se acendem uma porção de luzinhas que são como chaminhas brancas cheias de amor. Eu vejo as pessoas que estão rezando por mim! Mas havia uma chama grande, era a luz que mais brilhava. A que mais amor dava. Eu olhava quem era essa pessoa que me amava tanto. E o Senhor me diz: “Essa pessoa que você vê ali, é uma pessoa que te ama tanto, tanto, e nem sequer te conhece.”

E me mostrava que essa pessoa havia visto a folha de jornal do dia anterior. Era um camponês de um povoado, bem pobre, que vivia ao pé da Serra Nevada de Santa Marta. O pobre homem comprou uma panela e a embrulharam numa folha do jornal “Espectador” do dia anterior. Minha fotografia onde eu aparecia toda queimada estava aí, ilustrando a matéria que falava sobre o acidente. Quando este homem viu a notícia, se pôs a chorar com um amor tão grande, e disse: “Pai, Senhor, tem compaixão desta minha irmãzinha. Senhor, salve-a! Se o Senhor salvá-la, prometo que irei ao ‘Santuário de Buga’ e cumpro a promessa, mas salve-a!” Imaginem um homem pobrezinho, não estava revoltado nem amaldiçoando porque passava fome, com essa capacidade de amor para se oferecer a atravessar todo o país por alguém que não conhecia. E o Senhor me disse: “Isso é Amor ao Próximo” (…) e logo me disse: “Você vai voltar, mas não vai contar o que viu 1000 vezes, mas sim 1000 vezes 1000. E ai daqueles que ouvindo ESTE TESTEMUNHO, não decidam mudar de vida. Porque eles serão julgados com mais severidade. Assim como você será em seu segundo regresso. [...] Obs: “este fato em particular revela para nós que nossas orações tem o poder de salvar vidas, mesmo que estas vidas aparentemente pareçam perdidas.”
Jesus lhe resgatou no ultimo instante e lhe deu uma nova chance de vida, com todos estes conhecimentos, Jesus lhe deu uma missão na terra quando voltasse a vida plena.
Glória Polo deveria testemunhar a sua experiencia de quase morte e tudo que presenciou, UM MILHÃO DE VEZES em toda parte. Ela mal conhecia sua Igreja, nunca tinha falado de Deus, não era uma oradora e não podia se considerar uma Católica exemplar.
Sua Recuperação deveria ser lenta, porém foi uma grande surpresa para os médicos, seu restabelecimento foi rápido e as prováveis seguelas previstas que ela carregaria pelo resto de sua vida, se restauraram completamente e milagrosamente, até seu utero que estava todo carbonizado, recuperou-se de tal forma que foi possível engravidar-se novamente, e deu a luz a uma filha após seu acidente.
Sua vida se transformou completamente, e nasceu a verdadeira Glória Polo Filha de Deus, que logo após sua recuperação começou a testemunhar o que lhe havia acontecido, além dos fatos que todos já tinham conhecimento e haviam presenciado no hospital, falo agora dos fatos espirituais que somente foram experimentados por Ela enquanto esteve morta e em coma profundo.
Seu caso está bastante documentado, com laudos hospitalares, notícias de jornal, testemunhos de autoridades eclesiásticas que a ouviram antes de revelar seu testemunho ao publico. Quando ela contou seu testemunho na Igreja pela primeira vez, este foi gravado e a partir desta gravação foram distribuidos, copias de fitas, cd’s e agora um livro a preço de custo com o intuito de levar ao conhecimento dos Católicos de todo o mundo as suas experiências relembrando a todos que a vida eterna existe mesmo, a qual podemos vivê-la ao lado de Deus ou ao lado de seu inimigo que não seria nada bom.
Serve de alerta a cada um de nós, ainda há tempo de revisarmos a nossa vida e nossas ações, nem todos teremos a oportunidade que Glória Polo teve, de morrermos e depois voltarmos à vida plena com chance de mudar as nossas atitudes em busca da verdade.

EIS AÍ TUA MÃE !

Que todos descubram nas palavras de Jesus: "Eis aí a tua Mãe!" o convite a aceitar Maria como mãe, respondendo como verdadeiros filhos ao seu amor materno.

Depois de ter confiado João a Maria com as palavras: ´Mulher, eis aí o teu filho!´, Jesus, do alto da cruz, dirige-se ao discípulo predileto, dizendo´lhe: ´Eis aí a tua Mãe!´ (Jo. 19, 26´27). Com esta expressão, Ele revela a Maria o vértice da sua maternidade: enquanto Mãe do Salvador, Ela é a mãe também dos remidos, de todos os membros do Corpo Místico do Filho.

A Virgem acolhe no silêncio a elevação a este máximo grau da sua maternidade de graça, tendo já dado uma resposta de fé com o seu ´sim´ na Anunciação.Jesus não só recomenda a João que cuide de Maria com particular amor, mas confia´lhe para que a reconheça como a própria mãe.

As palavras ´Eis aí a tua mãe!´ exprimem a intenção de Jesus de suscitar nos discípulos uma atitude de amor e confiança para com Maria, conduzindo´os a reconhecer n’Ela a própria mãe, a mãe de todos os cristãos!

Na escola da Virgem os discípulos aprendem, como João, a conhecer profundamente o Senhor e a realizar uma íntima e perseverante relação de amor com Ele. A história da piedade cristã ensina que Maria é a via que leva a Cristo, e que a devoção filial para com Ela nada tira à intimidade com Jesus, antes, a aumenta e a conduz a altíssimos níveis de perfeição.
Os inúmeros santuários marianos espalhados pelo mundo estão a testemunhar as maravilhas operadas pela Graça, por intercessão de Maria, mãe do Senhor e nossa mãe.Recorrendo a Ela, atraídos pela sua ternura, também os homens e as mulheres do nosso tempo encontram Jesus, Salvador e Senhor da vida deles.

E na glória, coroada como rainha do céu e da terra, a mãe da Igreja nascente continuou velando pela sua casa, pelos seus filhos, protegendo-os, confortando-os, acompanhando-os a cada passo. Se aqui a gente pode fazer alguma coisa pelos outros, mais ainda podemos realizar ao lado do trono daquele que É e tudo pode.




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RAINHA ELEVADA AO CÉU!
Qual filho, podendo, não preservaria sua Mãe da morte?
A dignidade de Filho de Deus feito homem exigia que não deixasse no túmulo Aquela de quem recebera o seu Corpo sagrado. Nosso Senhor Jesus Cristo, por assim dizer, preservando o corpo de Maria Santíssima, preservava a sua própria carne.
A Assunção de Maria é a crença tradicional realizada pelos cristãos católicos, ortodoxos, anglicanos,e algumas denominações protestantes que a Virgem Maria no final de sua vida foi fisicamente assunta para o céu.
A Igreja Católica ensina esta crença como um dogma de que a Virgem Maria "ao concluir o curso de sua vida terrena, foi assunta em corpo e alma para a glória celestial." Isto significa que Maria foi transportada para o céu com o seu corpo e alma unidas. Esta doutrina foi dogmaticamente e infalivelmente definida pelo Papa Pio XII, em 1 de novembro de 1950,


A Bíblia registra Deus “tomando” Enoque e Elias ao Céu (Gênesis 5:24; II Reis 2:11). Por isto, não é impossível que Deus tenha feito o mesmo com Maria. Já que ela, tem um grau de importância maior que qualquer profeta por sua missão única - gerar o verbo encarnado! Dar carne ao filho de Deus e ser morada do Altíssimo. Algo único para qualquer criatura.
Depois de Cristo, Verbo encarnado, Maria é a primeira criatura humana que realiza o ideal escatológico, antecipando a plenitude da felicidade, prometida aos eleitos mediante à ressurreição dos corpos.Na Assunção da Virgem, podemos ver também a vontade divina de promover a mulher!


Ao lado de Cristo ressuscitado há uma mulher ressuscitada, Maria: o novo Adão e a nova Eva, primícias da ressurreição geral dos corpos da humanidade inteira. Sem dúvida, a condição escatológica de Cristo e a de Maria não devem ser postas no mesmo plano. Maria, nova Eva, recebeu de Cristo, novo Adão, a plenitude de graça e de glória celeste, tendo sido ressuscitada pelo poder soberano do Filho mediante o Espírito Santo.
Foi Cristo, o “novo” Adão, que venceu a morte, oferecendo-se em sacrifício no Calvário, em atitude de amor obediente ao Pai. Assim, Ele resgatou-nos da escravidão do pecado e do mal. No triunfo da Virgem, a Igreja contempla aquela que o Pai escolheu como verdadeira Mãe do seu Filho unigênito, associando-a intimamente ao desígnio salvífico da redenção.
A Igreja celebra, no dia 15 de agosto, a Assunção da Virgem Maria. Ela, pelo poder da Divina Trindade, foi elevada ao céu de corpo e alma!
"Um grande sinal apareceu no céu: uma mulher revestida de sol, a lua debaixo dos seus pés e na cabeça uma coroa de 12 estrelas" (Ap 12,1).
"Como um vaso de ouro maciço, ornado de toda espécie de pedras preciosas, como a oliveira carregada de frutos e como o cipreste que se eleva até as nuvens" (Eclo 50,10-11). Cito a passagem, onde fala de Maria como o trono do Altíssimo: "O lugar dos pés do Senhor foi Maria Santíssima, da qual recebeu a humanidade. Este lugar glorificou-o no dia de hoje, porque a exaltou acima dos coros dos anjos. Por isso se percebe claramente que a Virgem Santíssima foi assunta com aquele corpo que foi o lugar dos pés do Senhor. Donde a palavra do Salmo:"Sobe, Senhor, para o lugar do teu repouso, tu e a arca da tua santificação" (Sl 132,8). O Senhor subiu, quando se assentou à direita do Pai. Subiu também a arca da sua santificação, quando no dia de hoje a Virgem Mãe chegou ao tálamo celestial". Santo Antônio termina o esquema, lembrando que, aquela que fora na terra o trono do Senhor, hoje é posta num trono de luz eterna.

A Batalha de Lepanto
Em 7 de outubro de 1571, a esquadra católica, composta de aproximadamente 200 navios, concentrou-se no golfo de Lepanto. D. João d’ Áustria mandou hastear o estandarte oferecido pelo Papa e bradou: “Aqui venceremos ou morremos”, e deu a ordem de batalha contra os seguidores de Maomé. Os primeiros embates foram favoráveis aos muçulmanos, que, formados em meia-lua, desfecharam violenta carga. Os católicos, com o Terço ao pescoço, prontos a dar a vida por Deus e tirar a dos infiéis, respondiam aos ataques com o máximo vigor possível.
Mas, apesar da bravura dos soldados de Cristo, a numerosíssima frota do Islã, comandada por Ali-Pachá, parecia vencer. Após 10 horas de encarniçado embate, os batalhadores católicos receavam a derrota, que traria graves conseqüências para a Civilização Cristã européia. Mas, ó prodígio! Ficaram surpresos ao perceberem que, inexplicavelmente e de repente, os muçulmanos, apavorados, bateram em retirada…
Obtiveram mais tarde a explicação: aprisionados pelos católicos, alguns mouros confessaram que uma brilhante e majestosa Senhora aparecera no céu, ameaçando-os e incutindo-lhes tanto medo, que entraram em pânico e começaram a fugir.

Enquanto se travava a batalha contra os turcos em águas de Lepanto, aCristandade rogava o auxílio da Rainha do Santíssimo Rosário. Em Roma, o Papa São Pio V pediu aos fiéis que redobrassem as preces. As Confrarias do Rosário promoviam procissões e orações nas igrejas, suplicando a vitória da armada católica.

No momento em que se dava o desfecho da famosa batalha, teve uma visão sobrenatural, na qual ele tomou conhecimento de que a armada católica acabara de obter espetacular vitória. E imediatamente, exultando de alegria, voltou-se para seus acompanhantes exclamando: “Vamos agradecer a Jesus Cristo a vitória que acaba de conceder à nossa esquadra”.
A milagrosa visão foi confirmada somente na noite do dia 21 de outubro (duas semanas após o grande acontecimento), quando, por fim, o correio chegou a Roma com a notícia. São Pio V tinha meios mais rápidos para se informar…


Em memória da estupenda intervenção de Maria Santíssima, o Papa introduziu a invocação Auxílio dos Cristãos na Ladainha de Nossa Senhora. E para perpetuar essa extraordinária vitória da Cristandade, foi instituída a festa de Nossa Senhora da Vitória, que, dois anos mais tarde, tomou a denominação de festa de Nossa Senhora do Rosário, comemorada pela Igreja no dia 7 de outubro de cada ano.

O senado de Veneza (Itália) mandou pintar um quadro representando a batalha naval com a seguinte inscrição: “Non virtus, non arma, non duces, sed Maria Rosarii victores nos fecit”. (Nem as tropas, nem as armas, nem os comandantes, mas a Virgem Maria do Rosário é que nos deu a vitória).

Sábado ou Domingo?
"O sábado foi feito para o homem, e não o homem para o sábado; de modo que o Filho do Homem é senhor do sábado" (Marcos 2, 27)

O sábado, que representava o término da primeira criação, é substituído pelo domingo, que lembra a criação nova, inaugurada com a Ressurreição de Cristo. A Igreja celebra o dia da Ressurreição de Cristo no DOMINGO, que é corretamente chamado dia do Senhor, o primeiro dia da Semana!

A ordem de observar o sábado era rigorosamente cumprida pelos Judeus. Aliás, foi no sábado que eles saíram do Egito rumo à Terra prometida. Porém em Cristo, se faz novas todas as coisas!
O primeiro dia da semana judaica, posterior ao sábado, quando Cristo ressuscitou, tornou-se o dia de culto dos cristãos ou o dia do Senhor.
"Portanto, ninguém vos julgue por questões de comida e de bebida, ou a respeito de festas anuais ou de sábados, que são apenas sombra de coisas que haviam de vir, mas a realidade é o Corpo de Cristo" (colossenses 2, 16).
O que prova que o sábado não é intocável, pois existem coisas superiores ao sábado!
No domingo e em outros dias de festa de preceito, os fiéis têm a obrigação de participar da missa, evitando trabalhos e negócios que impeçam o culto a ser prestado a Deus, a alegria própria do dia do Senhor e o devido descanso da mente e do corpo.
O Domingo é o dia dedicado à glorificação do Senhor vitorioso sobre a morte, dia de repouso e de glorificar a Deus pela criação! Portanto deve o homem guardar o dia do Senhor! Pode-se crer que a celebração do domingo tenha tido origem na própria Igreja-mãe de Jerusalém, pois os apóstolos estavam reunidos no 50º. dia (Pentecostes), que era domingo, quando receberam o Espírito Santo (At 2, 1-3). Este quis se comunicar não num sábado, como Cristo também não quis ressuscitar num sábado, mas no dia seguinte, domingo. O dia da 'santificação' de sua Igreja foi o domingo e não o sábado.

Em La Salete, Nossa Senhora diz: "Durante o verão, só algumas mulheres mais idosas vão à Missa. Os outros trabalham no domingo, durante todo o verão. Durante o inverno, quanto não sabem o que fazer, vão à Missa zombar da religião. Durante a Quaresma vão ao açougue como cães... Se Meu povo não quer submeter-se, sou forçada a deixar cair o braço de Meu Filho. É tão forte e tão pesado que não o posso mais segurá-lo, há quanto tempo sofro por vós!"

A instituição do domingo contribui para que todos tenham tempo de repouso e de lazer suficiente para lhes permitir cultivar sua vida familiar, cultural, social e religiosa. Todo cristão deve evitar de impor sem necessidade aos outros aquilo que os impediria de guardar o dia do Senhor.
Era sobretudo "no primeiro dia da semana", isto é, no domingo, o dia da Ressurreição de Jesus, que os cristãos se reuniam "para partir o pão" (At 20,7). Desde aqueles tempos até os nossos dias, a celebração da Eucaristia perpetuou-se, de sorte que hoje a encontramos em toda parte na Igreja, com a mesma estrutura fundamental. Ela continua sendo o centro da vida da Igreja.
Por que a fraqueza humana teme se aproximar de Maria?

Não existe nada de terrível na Mãe de Deus. Ela é plena doçura, e tudo o que nos oferece é leite e Mel. (Eclo 24,24)
Percorrei, atentamente, toda a sequência da história evangélica, e se encontrardes em Maria, uma única palavra de censura ou o menor sinal de indignação, aceito que tenhais dúvidas sobre ela, e que tenhais receio de se aproximar dela.
Mas, ao contrário, se a encontrardes, em qualquer ocasião, como a encontrareis, verdadeiramente, plena de graça e de bondade, plena de misericórdia e de ternura, rendei graças Àquele que, em sua misericórdia, infinitamente doce, vos deu esta Mãe e medianeira, que vós não tereis jamais alguma coisa a temer por parte dela.

Entre os Santos, Maria se sobressai, pois Ela é a Mãe do Senhor e espelho de toda a santidade. No Evangelho de Lucas, encontramo-La empenhada num serviço de caridade à prima Isabel, junto da qual permanece "cerca de três meses" (Lc 1, 56), assistindo-a na última fase da gravidez. "Magnificat anima mea Dominum - A minha alma engrandece o Senhor" (Lc 1, 46) - disse Ela por ocasião de tal visita, exprimindo assim todo o programa da sua vida: não colocar-Se a Si mesma ao centro, mas dar espaço ao Deus que encontra, tanto na oração, como no serviço ao próximo - só então o mundo se tornará bom.


A Idade Média, teve uma piedade mariana cheia dos mais suaves encantos, porque fundada toda sobre a nobreza de sentimentos e a cortesia de atitudes de cavaleiros. Os cavaleiros se consideravam paladinos da honra e da glória de Maria Santíssima.
Maria Santíssima, tão agraciada por Deus, possui encantos mil e à semelhança do seu Filho Divino é tão rica que um coração humano não pode venerar de uma só vez todas as prerrogativas de que foi cumulada pela generosidade divina.
Há desta forma a possibilidade das mais variadas devoções da Virgem, há a possibilidade de cada qual venerá-la e amá-la sob o aspecto que mais o comove, que mais o inflama.

Dizem que na hora da morte todos, quer jovens ou velhos, lembram-se da mãe e chamam por ela. A gente se lembra da mãe na hora do perigo ou da solidão. Os casos são muitos. Durante o naufrágio do navio Titanic em 1912, uma das cenas mais comoventes, foi quando um velho, sentindo a morte de perto, gritava desesperadamente por sua mãe.
No filme premiado “O resgate do soldado Ryan” de Spielberg há uma cena semelhante. Jovens soldados ao tombarem mortalmente feridos, gritam pela mãe.

A palavra mãe é a primeira que a criança balbucia, e a última que o agonizante murmura.

Deixai-vos guiar pela Virgem Maria, mestra e modelo de oração. Mesmo nas trevas mais espessas da Paixão de Cristo, ela não perdeu, mas guardou na alma, a luz de seu divino Filho. Eis porque nós a invocamos como Mãe da confiança e da esperança.

(Bento XVI, no dia 8 de abril de 2009)


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EDUCAR AS CRIANÇAS NA FÉ

Mais cedo do que seria de esperar, chega o momento em que é preciso dar às crianças alguma resposta sobre o belo, o bem e a verdade, sobre os problemas de Deus, a alma, a morte ...
As crianças têm uma sensibilidade especial para o que é santo. É o momento de falar do Menino Jesus e as ensinar a rezar com as palavras e com o coração.
A mãe de São Clemente Hofbauer, pouco depois do falecimento do pai, colocou a criancinha diante de uma cruz e disse-lhe: "Desde agora, este será teu pai!" Ao longo da sua vida, nunca o santo esqueceu essas palavras.

As crianças compreendem com maior facilidade as vidas dos santos e fixam-nas melhor do que se se tratasse de uma doutrina profunda. Surge nelas o pensamento de que devem fazer como eles ou melhor: eu posso fazer como eles.

Hoje em dia, fala-se muito de educação e, no entanto, talvez nunca, como hoje, ela tenha sido estabelecida em bases tão deficientes. Constrói-se sobre a areia em vez de construir sobre rocha firme.

(Mateus 19:14) - Jesus, porém disse: Deixai vir a mim os pequeninos, não os afasteis, porque dos semelhantes a elas é o reino dos céus!

Nada pode substituir a fé: e sobre esse fundamento poderão crescer harmonicamente as forças do corpo e da alma. Depois de ter ensinado a evitar o pecado, venerar a Deus e amar a virtude, pouco mais falta fazer. Eduquemos as crianças como filhos de Deus, como cristãos que o são de coração e não apenas de nome e conseguir-se-á o mais importante.

As crianças têm uma sensibilidade especial para o que é santo. Talvez por isso sejam elas as preferidas de Nossa Senhora quando deseja enviar suas mensagens ao mundo... Como em Fátima-Portugal ela escolhe três humildes crianças pastoras (Lúcia-Francisco e Jacinta-foto abaixo) e através delas realiza um importante movimento de renovação do mundo, levando-as a santidade!

É o coração em nós uma potência misteriosa. Pode elevar-nos até Deus e pode precipitar-nos na mais abjeta traição. É formável e também deformável, conforme os cuidados com que o cercamos. É ele que engrandece a vida e abre o céu.
O coração de teu filho, tem de ser sensível, forte, regrado, desinteressado e entusiasta


Sensível - Isto é, dado aos nobres sentimentos, capaz de se esquecer a si próprio para dedicar-se aos outros. Mas deves evitar que ele se torne mimado, sensual e egoísta. Tal se dá quando a família vive cobrindo de mimos exagerados os filhos, vive toda alarmada com o menor mal-estar da criança.

Urge acostumar teu pequeno a ir a Igreja, repartir com os outros seus bombons, seus brinquedos,etc. Deves levá-lo a ver os doentes, aos quais ele fará um presentinho. A palavra "obrigado" será habitual na sua boca, quando receber serviços dos outros, mesmos dos criados.

É por isso necessário que a criança comece a apaixonar-se por um fim mais elevado o que as necessidades de cada dia.
Neste ponto a religião, sobretudo a Eucaristia e a devoção a Nossa Senhora é um poderoso auxílio para as mães. À pureza do coração realizada pelos sacramentos, unem-se os convites do grande fascinador dos corações: Jesus Cristo. Outros são então os horizontes descortinados pelos olhos infantis.
MARIA - PORTA DO CÉU

S. Agostinho dizia: “A Virgem Maria é o caminho que Jesus serviu para vir até nós, e também é o caminho que devemos servir para ir até Ele”. Muitos não entendem esta afirmação, pois dizem que nas Sagradas Escrituras o próprio Jesus disse em João 14, 6: “Eu sou o caminho a verdade e a vida, ninguém vai ao Pai se não por mim”. Esta afirmação está correta, porém Jesus disse que é o caminho que leva ao Pai, e S. Boaventura disse que “Maria é o caminho que leva a Jesus”. E diante deste abismo de misericórdia divino, Deus nos presenteou a Virgem Maria como a porta do céu. Quem compreendeu bem isto foi S.Cura d’Ars, que escrevia : “para entrar em um prédio precisamos passar pelo porteiro; para entrar no céu precisamos passar por Maria

É claro que ao lermos isto não vamos ficar como católicos parasitas, sem esforço algum, pensando que a Virgem fará tudo. É claro que não, pois S. Felipe Neri dizia: “O paraíso não foi feito para os preguiçosos”

É a você que escrevo, para que com determinação se consagre à Virgem Maria, sendo fiel ao Rosário, à ponte que te salva, e lutar com a esperança dos Santos, que no derradeiro momento o socorro materno da Virgem Maria virá ao teu encontro e te levará pelas mãos para ser recebido por Seu Filho, Jesus, pois para entrar no céu terás que passar por uma porta e esta porta é Maria, sua Mãe que te ama, e que disse em Fátima: “Muitas almas vão ao inferno. Para salvá-las, meu filho, terás que estabelecer no mundo a devoção ao meu Imaculado Coração”. E você, que acaba de ler este texto, está sendo vocacionado a se consagrar a este Coração que tanto o ama e que ao seu lado, por toda eternidade, quer estar.

Que a Virgem Maria é a segunda Eva, nos é revelado pelos apóstolos São João e São Paulo, basta vermos as seguintes passagens: Gen 3, 15; Jo 2, 4; Gal 4,4 e Ap 12,1.

Adão e Eva foram criados em estado de graça santificante. Além dos dons sobrenaturais possuía Eva os dons preternaturais chamados dons de integridade.Esse dom de integridade ou retidão significa imunidade à concupiscência.Concupiscência é a tendência espontânea, seja sensitiva ou espiritual, que precede a toda reflexão do entendimento e toda resolução da vontade e que persiste ainda contra a decisão desta última. O dom de integridade consiste no domínio perfeito do livre arbítrio sobre toda tendência sensitiva ou espiritual, mas deixa subsistir a possibilidade do pecado.



Antes de pecar, Eva vivia em um estado de felicidade não perturbada por moléstia alguma. Após o pecado inicia-se o processo de degradação da raça humana. Adão e Eva eram belíssimos e sábios em todos os aspectos. O pecado trouxe a morte! Como Eva pecou, ela não só perdeu para si a graça santificante (dons sobrenaturais de santidade e justiça), mas perdemos todos nós. Ela perdeu e não pôde mais transmiti-la. Transmitiu-nos o pecado.

Na plenitude dos tempos, a segunda Eva – a Virgem Maria – a mais sublime criatura de Deus, perfeita, belíssima, predestinada para ser a mãe do segundo Adão e nos méritos dele é concebida sem o pecado original originante e possui em grau elevadíssimo todos os dons sobrenaturais, preternaturais e naturais que um dia a primeira Eva possuis, menos a imunidade à dor e ao sofrimento para, como co-redentora, solidária aos homens, cooperar na obra da salvação.A Virgem Maria é o prisma de Deus, pois ela reflete toda a graça, sabedoria, bondade, amor e misericórdia de Deus. Tudo o que Deus planejou realizar no ser humano o fez em Maria Santíssima.

O sim de Maria Santíssima a Deus renovou o plano de Deus na obra da criação e Deus olhou a Virgem Bendita e achou-a ótima. Quem tem ouvidos para ouvir ouça... Necessário se faz lembrar que Adão e Eva eram inseparáveis. Eva era carne, sangue e ossos de Adão. O que Deus uniu não separe o homem. Eva era cooperadora de Adão.Vamos agora mostrar que a Virgem Maria é a segunda Eva. A primeira mulher ouvindo ao demônio disse não a Deus, trazendo o pecado e a morte à humanidade. A virgem Maria ouvindo um anjo de Deus, Gabriel, disse sim a Deus, concebeu e deu à luz Cristo, vencendo o demônio, trazendo para nós a graça e a vida. Eva foi desobediente, não teve fé em Deus. a Virgem Maria foi obediente, cheia de fé. Eva é a mãe da nossa natureza pecaminosa e a Virgem Maria é a mãe da vida na Graça. Eva gerou-nos para o pecado. Maria gerou-nos como mãe do segundo Adão, na Graça. Nossa Senhora restitui-nos o que Eva perdeu. Portanto Eva é a mulher vencida e a Virgem Maria é a mulher vencedora!


Deus Pai predestinou Cristo para vir ao mundo e ao mesmo tempo predestinou Maria para realizar seu plano de amor. O que Deus uniu não separe o homem.