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MARIA CO-REDENTORA E MEDIANEIRA
Não basta que o povo de Deus acredite na função medianeira da Santíssima Virgem: é preciso que esta verdade seja solenemente proclamada!
A co-redenção de Maria é o privilégio pelo qual a Imaculada sempre Virgem Mãe de Deus cooperou livremente com e por Jesus Cristo, seu Filho e Redentor, na Redenção histórica da família humana, desde o seu SIM na Anunciação até o sacrifício do seu coração materno no Calvário; e assim Maria se tornou para nós a Medianeira de todas as graças da Redenção e Advogada do Povo de Deus.
Registra-se na literatura cristã dos primeiros séculos a expressão Nova Eva, que parece conter implicitamente os títulos de Medianeira e Co-redentora.
Sabe-se que tanto os protestantes quanto os cristãos ortodoxos veriam na definição um obstáculo a mais para o diálogo ecumênico, porém, o teólogo russo Sérgio Bulgako, escreveu: “A fé em Cristo que não inclua o seu nascimento virginal e a veneração de sua mãe e uma outra fé, é outro Cristianismo diferente do da Igreja Ortodoxa”.
O exemplo de Maria Co-redentora diz à Igreja e ao mundo que o sofrimento é co-redentor. Isto tem imediato significado para as tragédias do aborto e da eutanásia, recursos estes que, cada qual a seu modo, negam os efeitos fecundos do sofrimento.
Maria seria o símbolo da perfeita harmonia que deve existir entre a vontade de Deus e a resposta dos homens ao plano do Pai. A livre cooperação da Virgem Ssma. seria paradigma da liberdade com que todos os homens podem e devem responder ao chamado de Deus, cumprindo a missão a eles confiada.
O grande representante na defesa do novo Dogma é o Prof. Mark Miravalle, docente de Mariologia na Universidade Franciscana de Steubenville, Ohio, U.S.A.
Miravalle não é senão o porta-voz de cerca de 550 Bispos, 40 Cardeais e numerosos fiéis do mundo inteiro que, seguindo os passos do Cardeal Mercier e de S. Maximiliano Kolbe, pediram à Santa Sé, no século XX, a mencionada definição.
O Papa João Paulo II usou o título de Corredentora pelo menos em seis ocasiões em pronunciamentos, como fez o Papa Pio XI várias vezes antes dele.
João Paulo II declarou que Maria estava "crucificada espiritualmente com seu Filho crucificado" e que "seu papel como Corredentora não cessou depois da glorificação de seu Filho".
Os santos trazem um forte testemunho para o título de Maria Corredentora. São Pio de Pietrelcina, São Josemaría Escrivá, Santa Teresa Benedicta da Cruz (Edith Stein), São Leopoldo Mandic, Bem-Aventurado Bartolo Longo e vários outros santos recentemente canonizados e bem-aventurados usaram o título.
Madre Teresa de Calcutá foi efetivamente um dos líderes da causa para uma definição de Maria Corredentora e Medianeira de todas as graças.
Irmã Lúcia, a vidente de Fátima, também sublinhou o papel de Maria Corredentora em seu último livro "Apelos da Mensagem de Fátima", expondo sobre Maria Corredentora em seis seções diferentes.
O falecido Cardeal O'Connor de Nova York declarou que uma definição iria ajudar muito o ecumenismo porque sua articulação precisa asseguraria aos outros cristãos que distinguimos adequadamente entre a associação única de Maria com Cristo e o poder redentor exercido somente por Cristo.
A Mãe espiritual de todos os Povos continua sendo a Mãe da unidade cristã, não seu obstáculo.
 À luz do atual clima de guerra e rumores de guerra no mundo, eu acredito que a proclamação do dogma de Maria Corredentora, Medianeira de todas as graças e Advogada seria o meio de lançar o pleno exercício do papel intercessor materno de Nossa Senhora trazendo a paz a um mundo conturbado, em cumprimento de sua promessa em Fátima de que "no fim o meu CoraçãoImaculado triunfará... e um período de paz será concedido ao mundo".
Em fins de março de 1945, quando a II Guerra Mundial caminhava para seu final, a Santíssima Virgem começou a aparecer em Amsterdã, a uma mulher de 40 anos, Ida Peerdeman, solteira. Foram 56 aparições, desde 25 de março a 31 de maio de 1959.
Prece de alcance mundial entregue pela SENHORA DE TODOS OS POVOS:
SENHOR JESUS CRISTO,
FILHO DO PAI,
DERRAME AGORA O TEU ESPÍRITO SOBRE A TERRA.
FAÇA HABITAR O ESPÍRITO SANTO NO CORAÇÃO DE TODOS OS POVOS,
A FIM DE QUE ELES SEJAM PRESERVADOS
DA CORRUPÇÃO,
DAS CALAMIDADES E DA GUERRA.
QUE A SENHORA DE TODOS OS POVOS,
A SANTÍSSIMA VIRGEM MARIA,
SEJA NOSSA ADVOGADA.
AMÉM.
   Que a prece seja traduzida em numerosas línguas... Cada um, em sua própria língua, diga-a diante de sua própria cruz. E aqueles que não dispõem de uma cruz digam-na diante de si mesmos.”


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