O EXEMPLO MARAVILHOSO DE TRÊS CRIANÇAS!
Preferiam morrer a não serem fiéis a Deus e a Nossa Senhora de Fátima e à sua Mensagem.
 Repare-se que tudo o que o Administrador de Ourém (Portugal) queria dos três pastorinhos de Fátima (Lúcia, Francisco e Jacinta) era que deixassem de dizer que tinham visto Nossa Senhora, e eles recusaram-se. Ameaçou-os de morte. Lembremo-nos que estas três crianças estavam sozinhas, abandonadas e presas.
 Lembremo-nos de que nem a cólera do Administrador nem as suas ameaças de violência extrema, nem a sua posição de poder, prestígio e autoridade aparentemente sem limites os conseguiu demover. Não obedeceram à ordem de não falar de Nossa Senhora de Fátima e da Sua Mensagem.
Aguentaram todo o poder do Estado que estava a fazer pressão sobre eles, e resistiram às insinuações do pároco, que disse que podia ser coisa do diabo. Sabiam a verdade, e com ela e a graça de Deus, resistiram à fúria do inferno.
Prepararam as almas em pouco tempo para esta batalha graças às suas vidas de oração e sacrifício, invocando as orações e méritos de Jesus e Maria. Procuraram obedecer, durante as suas vidas, a tudo o que Nossa Senhora queria que fizessem. Nossa Senhora correspondeu, fortalecendo-os para esta batalha. 
 Foram levados um a um para, segundo acreditaram, serem fritos em azeite até morrerem. Também nós devíamos, pelo menos de certa maneira, imitá-los, recusando-nos a ficar calados sobre a Mensagem de Fátima. Embora a maior parte de nós disponha apenas de meios limitados para dar a conhecer a Mensagem, todos nós temos alguns meios.
Sabendo que o mundo pode ser completamente destruído pelas terríveis armas de destruição maciça de hoje, e sabendo também que isto pode ser impedido pela oração e pela penitência, como a Santíssima Virgem nos lembrou em Fátima, é a minha obrigação sagrada utilizar estes dois meios de salvação, a oração e a penitência. Se não o fizer, serei culpado da destruição dos povos. A omissão da oração e da penitência – digo isto com toda a seriedade – é um crime contra a humanidade.
Foi o próprio Papa João Paulo II que disse que a Mensagem de Fátima impõe uma obrigação à Igreja.
Fátima é pública!  
Uma revelação privada é uma mensagem enviada por Deus ou por um Santo a um indivíduo, que tem obrigação de crer nela. Mas Fátima não é uma mensagem para uma só pessoa. É uma mensagem pública, dada a toda a Igreja e confirmada por um milagre público e profecias públicas. E as consequências de ignorar os pedidos de Nossa Senhora de Fátima são catastróficas. A Mensagem que a Santíssima Virgem Maria transmitiu em Fátima é uma revelação profética pública.
Fátima é profética
A Mensagem de Fátima é uma profecia. A Igreja examinou-a e concluiu que era boa e que, portanto, temos o dever de a aceitar. Tomar a atitude de que podemos ignorá-la sem consequências é desprezar a profecia.
Compete ao profeta, neste caso a Irmã Lúcia, transmitir a Mensagem tal como Deus lha deu. Compete à Igreja examinar se a profecia vem de Deus, o que já fez. E a Igreja disse: "Sim, esta Mensagem vem de Deus." Então, é a obrigação da Igreja, incluindo o Papa e os Bispos, obedecer a Deus, cuja Mensagem foi dada através do profeta.
Em 1 Tessalonicenses 5:19-21, S. Paulo escreve: "Não extingais o espírito. Não desprezeis as profecias. Mas comprovai todas as coisas e aceitai o que é bom."

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