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O ISLAMISMO INVADE A EUROPA - CATÓLICOS ACORDEM!
Em uma Europa onde o Islã é a religião que mais cresce, e onde o número de muçulmanos triplicou nos últimos 30 anos, o lobby muçulmano europeu está se tornando cada vez mais assertivo e habilitado em pressionar políticos europeus em implementar incontáveis políticas islâmicas.
Grupos de lobby muçulmanos estão, de fato, transformando a sociedade europeia de formas inimagináveis há apenas poucos anos atrás; críticos dizem que seu objetivo final é nada menos que a islamização da Europa "CRISTÃ" e de todo ocidente.
Alguns dos mais efetivos grupos de lobby muçulmano estão localizados no Reino Unido, casa de uma das maiores comunidades muçulmanas na Europa, Eles recentemente pressionaram o governo britânico a adotar a lei islâmica e dar a tribunais da charia plenos poderes para julgar em casos civis muçulmanos.
Na França, que tem a segunda maior população do continente depois da Alemanha, muitos grupos de lobby islâmicos estão competindo para representar o estimado de 4,1 milhões de muçulmanos do país. O Conselho Francês da Fé Muçulmana (CFCM) serve como o interlocutor oficial com o estado francês na regulação de atividades religiosas muçulmanas, e como tal é o representante de facto de todos os muçulmanos franceses perante o governo nacional.
Na Alemanha, casa da maior população muçulmana em termos absolutos, a poderosa União Turco-Islâmica para Relações Religiosas (DITIB), ela própria um braço da autoridade de relações religiosas do governo turco, obteve sucesso em persuadir a cidade de Colônia a aprovar a construção de uma nova megamesquita. A mesquita futurista abrigará até 4.000 fieis, e terá uma enorme cúpula e minaretes de 55 metros (180 pés), cada qual tão alto como torres comerciais de 18 andares. A mesquita de 4.500 metros quadrados, que tem um preço de 20 milhões de euros (26 milhões de dólares), está sendo financiada por doações de mais de 800 grupos muçulmanos dentro e fora da Alemanha. Críticos do projeto dizem que a mesquita é um esforço deliberado de estragar a paisagem de Colônia, ao tirar a atenção da catedral gótica da cidade, uma paisagem cristã famosa globalmente.
No estado alemão da Baixa Saxônia, o Conselho Central Muçulmano Alemão está pedindo ao Ministério da Educação para incluir o Islã no núcleo curricular de suas escolas, como parte de uma iniciativa politicamente correta para contrabalançar os crescentes sentimentos anti-Islã no país. Na Escandinávia, o Conselho Muçulmano da Suécia, uma organização de grupos islâmicos no país, está pressionando o governo sueco a implementar legislação especial para muçulmanos.
As demandas incluem: o direito a feriados islâmicos específicos; financiamento público especial para a construção de mesquitas; uma demanda que todos os divórcios entre casais muçulmanos sejam aprovados por um imãs; e que imãs devem ser permitidos ensinar o Islã nas escolas públicas.
Muitos países europeus, por exemplo, ávidos em manter boas relações com comunidades muçulmanas locais, estão preparando o fundamento político para a UE reconhecer um estado palestino, possivelmente já em outubro de 2011, mesmo se negociações para um assentamento permanente entre Israel e a Autoridade Palestina não estejam concluídos - uma ab-rogação total dos acordos de Oslo assinados na ONU. Um influente grupo de ex-líderes e oficiais da União Européia publicaram uma carta urgindo à UE para implementar sanções contra Israel.A Europa também tem sido o marco zero para uma série de leis anti-Israel.
Maria é conhecida e respeitada – e às vezes, o povo recorre à sua intercessão por meio de preces – no Islã.
serve isso de exemplo para os que se intitulam 'cristãos' e rejeitam Maria!
Maria é venerada no Islã, essencialmente, por suas virtudes: sua pureza virginal, sua humildade, sua piedade a Deus que fazem dela um modelo para a fé dos crentes.
Mas Maria não é considerada como a Mãe de Deus, pois a religião muçulmana não reconhece Jesus como sendo o Filho de Deus encarnado e o próprio Deus: para o Islamismo, Jesus é apenas um grande profeta, nascido por meio de um milagre do seio de uma virgem excepcional. Na realidade, o principal ponto de convergência entre o Islamismo e o Cristianismo é o reconhecimento de um Patriarca comum, Abraão, de quem os Muçulmanos, os Judeus e os Cristãos, herdaram sua fé monoteísta (em Um só Deus).

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