A VIRGEM MARIA E O ISLAMISMO
O Alcorão, livro sagrado do Islã, recita: “Ó Maria, é certo que Deus te elegeu e te purificou, e te preferiu a todas as mulheres da humanidade” (Surata Aal `Imran 3, 42)
No Islã, Maria é considerada a “Mãe” dos fiéis muçulmanos. Nesta perspectiva podemos ver um ponto de diálogo entre o cristianismo e o islamismo, abertura de espírito, fora de qualquer polêmica. Notamos também que o Alcorão não cita nenhum nome de mulher, salvo o de Maria, mãe de Jesus (30 vezes). O Alcorão tem até mesmo uma surata (capítulo) intitulado “Surata Maryam” (19), que contém o relato da anunciação, gravidez e nascimento de seu filho Jesus.
Há 374 milhões de muçulmanos no mundo. Estes seguidores de Maomé acreditam em Deus, mas não acreditam em Cristo como o Filho de Deus. Para eles, Nosso Senhor foi apenas um profeta anunciando Maomé, como nós cremos que Isaías foi apenas um profeta anunciando Nosso Senhor. Para um muçulmano, tornar-se cristão é como um cristão tornar-se judeu. Por esta razão, a conversão dos muçulmanos é muito lenta e extremamente difícil.
Maomé teve uma filha, Fátima, a quem ele amava intensamente. Antes de sua morte, Maomé escreveu-lhe estas linhas: “Tu serás a mais abençoada senhora SAYYIDH de todas as mulheres no Paraíso, depois de Maria”.
Em Moçambique, os muçulmanos (que têm sido “in-conversíveis”) começaram a se tornar cristãos assim que a Imagem de Nossa Senhora de Fátima foi erigida.
Missionários no futuro verão mais e mais que seu apostolado entre os muçulmanos será bem sucedido na medida em que eles lhes dão Nossa Senhora!
O mesmo aconteceu no México em 1531, quando os índios astecas foram em sua maioria convertidos ao cristianismo graças a intervenção da Virgem de Guadalupe,
A explosão devota que desde os primeiros tempos da pacificação do México se produziu foi tão inusitada, e tão notáveis as peregrinações espontâneas de índios que acudiam de toda a parte para render culto à Virgem de Guadalupe, que o evento não pode deixar de ser mencionado por Bernal Diaz del Castillo em sua magna crônica da conquista de Nova Espanha.
Maria é o advento de Cristo. Ela trouxe Cristo ao povo antes que Cristo nascesse, assim como levou o Cristo não-nascido a Isabel, como a grande Portadora da Salvação! Tabernáculo puríssimo levando dentro de si o Deus Verdadeiro, autor da vida. Ela, o Trono de ouro do Onipotente Senhor, portadora da Graça, Aurora e início de um novo tempo: o Tempo da Graça!
Possam nossos missionários nos países muçulmanos mais e mais enxergar que se eles aumentam a devoção muçulmana a Maria, ela os conduzirá ao seu Divino Filho. Nós não podemos levar-lhes a Cristo, mas ela pode. A Jesus por Maria... esta é a chave que pode abrir os olhos dos muçulmanos para a plenitude da revelação de Deus em quem eles já acreditam.


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